O sol da tarde iluminava o parque central da cidade, tingindo o gramado de dourado. Risadas infantis ecoavam pelo espaço, misturadas ao barulho distante da fonte d’água. Gabriel corria com o carrinho de brinquedo nas mãos, a camiseta azul clara manchada de grama. — Mamãe, olha como ele vai rápido! — gritou, empolgado, fazendo o brinquedo deslizar pela rampa. Ana sorriu. Sentada no banco de madeira, observava o filho brincar com outros meninos. Sua expressão era de orgulho e ternura. Cada riso dele era como uma prova de que todo o sacrifício havia valido a pena. Nos últimos meses, sua vida mudara de forma que ela jamais imaginara. O império de cafeterias crescia, conquistando não só clientes fiéis, mas também investidores interessados em expandir a marca para outras cidades. Ela já não

