— Bem. Ele abotoa o paletó e aperta a mão pequena. — Vamos voar, abelhinha. Eles saem primeiro do consultório, Rafael acena com a cabeça e os convida a segui-los e também sai. Eu o escutei com muita atenção, então perdi o momento em que Diana voou até mim e pegou a minha mão. — Sônia. Ela chia. — Você não tem ideia do que fez por nós. Você simplesmente não pode imaginar. Você salvou o nosso filho. Se não fosse você... Como posso agradecer? Como posso pagar? Há lágrimas nos seus olhos e não sei o que dizer. — Não precisa me pagar, Diana, o que você está dizendo? Tento acalmá-la, mas de repente ela se inclina e tenta beijar a minha mão. Puxo a minha mão como se tivesse sido picada. — Você é louca, Diana! O que você está dizendo? Como você pode me agradecer por salvar o seu filho? Eu ta

