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Promessa ao Capo

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ðŸ”ĨNOVA FASE VIP LIBERADA!ðŸ”Ĩ

Na mÃĄfia, promessas sÃĢo feitas em sangue — e quebrÃĄ-las significa a morte.

Aurora Mancini sempre soube que sua vida nÃĢo lhe pertencia. Como filha de um aliado da Cosa Nostra, ela foi criada para ser uma moeda de troca, uma peça num jogo mortal entre famílias poderosas. Quando seu pai trai o juramento feito ao Don, a puniçÃĢo ÃĐ rÃĄpida e brutal: Aurora serÃĄ entregue como pagamento... ao jovem e implacÃĄvel Capo, Salvatore Vitale.

Salvatore cresceu à sombra da violÊncia, moldado para liderar com punho de ferro. Ele nÃĢo queria uma esposa. Muito menos uma garota mimada de uma linhagem manchada. Mas a promessa quebrada precisa ser corrigida — e agora, Aurora ÃĐ dele para moldar, dominar... ou destruir.

Presos por uma aliança forçada, eles travam uma guerra de vontades onde o Ãģdio se mistura com uma atraçÃĢo proibida e perigosa.

No mundo deles, amor ÃĐ fraqueza.

Mas algumas promessas... sÃĢo impossíveis de quebrar.

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Capítulo 1 – Entregue ao Capo
Aurora Mancini No submundo implacÃĄvel da mÃĄfia, a palavra dada ÃĐ lei, um pacto selado com sangue e honra sombria. Uma promessa nÃĢo ÃĐ mera formalidade, mas um juramento vinculativo com consequÊncias eternas. QuebrÃĄ-la ÃĐ assinar a prÃģpria sentença de morte, uma afronta imperdoÃĄvel que clama por retaliaçÃĢo brutal. Cumprir uma promessa, por mais ÃĄrdua ou perigosa que seja, ÃĐ a prÃģpria essÊncia da lealdade e do respeito dentro da organizaçÃĢo criminosa. A vida de um mafioso pende por um fio tÊnue, onde a fidelidade à palavra empenhada ÃĐ a Única garantia de sobrevivÊncia em meio a traiçÃĩes e vinganças implacÃĄveis. A promessa ecoa como um decreto inquebrÃĄvel: cumpra ou prepare-se para enfrentar a fÚria da Cosa Nostra. Eu era o preço. A moeda de sangue. A filha de um homem fraco que ousou trair a Cosa Nostra. E por isso, fui entregue como se ainda vivÊssemos no sÃĐculo XV — um acordo selado nÃĢo com alianças, mas com sangue e silÊncios. Chovia quando o carro parou diante dos portÃĩes da Villa Vitale. A ÃĄgua batia no vidro como se o prÃģprio cÃĐu tentasse me alertar: nÃĢo entre. Fuja. Mas eu nÃĢo tinha mais para onde correr. Meu pai nÃĢo teve coragem de me olhar. Apenas desceu do carro e abriu a porta com dedos trÊmulos. — Anda, Aurora. NÃĢo me faça passar vergonha. Vergonha. Como se entregar a prÃģpria filha fosse um gesto de honra. Saí do carro com os saltos afundando na lama. Usava um vestido preto, simples, como se estivesse de luto. E de certa forma... eu estava. Luto por mim. Pela menina que acreditava que o amor do pai bastava para protegÊ-la de monstros. O portÃĢo se abriu com um rangido metÃĄlico. Dois homens armados esperavam. SÃĐrios. Impassíveis. Como se receber uma garota como pagamento fosse rotina. — Senhorita Mancini — disse um deles, assentindo com a cabeça. — O Capo estÃĄ à sua espera. Capo. Salvatore Vitale. O novo chefe da família mais temida da costa sul italiana. Criado no ferro e na violÊncia. Respeitado por muitos, temido por todos. Eu sÃģ o conhecia de fotos: jovem, olhos de predador, sorriso que mais parecia uma ameaça. E agora ele seria meu... dono? Engoli em seco e entrei na casa. O cheiro era forte. Couro, madeira antiga, vinho caro e pÃģlvora. Salvatore me esperava no alto da escada, de terno preto, sem gravata. As mangas arregaçadas revelavam braços marcados por tatuagens e cicatrizes — vestígios de um reinado construído com dor. Ele me olhou por um longo tempo. Depois, desceu lentamente os degraus, como um rei vindo receber um sacrifício. — EntÃĢo... vocÊ ÃĐ a promessa quebrada que me mandaram costurar com a alma. A voz dele era baixa, controlada, cortante. — Eu sou Aurora — respondi, tentando manter firme o que restava da minha dignidade. Ele se aproximou tanto que pude sentir sua respiraçÃĢo quente. Seus olhos escuros queimavam os meus, como se jÃĄ soubesse tudo que eu escondia — os medos, as mÃĄgoas, as feridas. — Aurora — ele repetiu meu nome, quase num sussurro. — A partir de hoje... vocÊ serÃĄ a minha puniçÃĢo favorita. E ali, debaixo daqueles olhos gelados e daquela boca c***l, eu entendi: Naquele mundo, ou vocÊ quebra... Ou aprende a ser tÃĢo fria quanto ele.

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