Escrever para mim é uma paixão, não sou nenhuma escritora profissional, mas me coloco no lugar dos leitores e dou o meu melhor para escrever uma história digna de ser lida por você!
Ninguém ensina como sobreviver quando sua própria memória te abandona...
Natasha Lee Ferraz perdeu cinco anos da sua vida em um acidente que não deixou apenas cicatrizes no corpo - mas também um vazio na mente. Desde então, ela vive cercada de fragmentos, vozes que ecoam no silêncio e um sorriso que teima em aparecer nos seus sonhos... sem rosto, sem nome, sem explicação.
Quando retorna para a D.O.L Entertainment, agora sob a liderança de um novo vice-presidente - Enrique Seok Myung -, Natasha não imagina que está prestes a reencontrar alguém que nunca deveria ter esquecido. Ele carrega respostas que ela não sabe se quer ouvir... e um amor que nem o tempo, nem o esquecimento, foram capazes de apagar.
Entre memórias quebradas, promessas esquecidas e verdades escondidas, ela terá que escolher: viver nas sombras do que perdeu ou construir novas memórias antes... que seja tarde demais.
"Antes que eu te esqueça... lembra de mim."
Ela só queria salvar a mãe.Ele só queria manter sua herança.Mas nenhum dos dois esperava que a mentira mais bem contada… pudesse se transformar no segredo mais perigoso.Quando a doce e decidida Isadora é forçada a aceitar um casamento de fachada com o CEO enigmático Rafael Cavallari, herdeiro de um império bilionário, ela acredita que está apenas assinando um acordo de sobrevivência. O problema? Ele também está mentindo.Enquanto fingem ser o casal perfeito para enganar a imprensa, a família e os investidores, ambos escondem feridas profundas, traumas mal curados e verdades que poderiam destruir qualquer sentimento nascente entre eles.Mas tudo começa a ruir quando o passado volta a bater à porta.Um antigo amor. Uma irmã desaparecida. Uma gravidez. Um pacto obscuro.E o maior segredo de todos: alguém está espionando cada passo deles.Será o amor forte o suficiente para sobreviver à verdade?
1º Livro da Triologia Propósito.
Existe um tipo de dor que não grita.
Ela apenas... se aloja.
Silenciosa. Invisível.
Ela se esconde nos espaços onde ninguém consegue alcançar - no peito, na memória, na alma.
Por muito tempo, eu achei que essa dor fazia parte de quem eu era.
Que as marcas que eu carregava não eram só cicatrizes do que me fizeram, mas... definições do que eu seria pro resto da vida.
Eu aprendi a sorrir por fora enquanto, por dentro, eu desmoronava em silêncio.
E quer saber? Ninguém percebe.
Ninguém nota.
Eu me tornei boa nisso. Boa em parecer forte. Boa em parecer bem.
Mas existe um limite. Um ponto de ruptura onde até quem finge ser forte... quebra.
E, naquele dia, eu quebrei.
Quebrei olhando pro reflexo no espelho - aquele olhar vazio, cansado, machucado... que nem parecia mais meu.
"Por quê?"
Essa era a única pergunta que ecoava na minha mente.
Por que eu? Por que comigo? Por que a vida me fez acreditar que o amor machuca?
Talvez... talvez porque eu ainda não entendia que nem toda dor vem pra destruir.
Algumas vêm... pra ensinar.
Pra transformar.
Pra empurrar você pro lugar onde precisa estar.
Eu só não sabia disso ainda.
Naquele momento, tudo que eu queria era fugir.
Recomeçar.
Apagar tudo, como se a vida me desse a chance de um botão de reset.
E foi aí... exatamente aí... que tudo começou a mudar.
Porque, sem saber, eu estava prestes a descobrir que...
Até a dor carrega um propósito.