Anália acreditava no amor como qualquer mulher acreditaria. Mas uma mulher que ama demais, também sofre demais. Um romance intenso sobre dor, desejo, identidade e sobrevivência emocional que mostra que o maior perigo não é amar alguém, mas sim amar quem sabe exactamente como te destruir. Nesta narrativa ácida e visceral, acompanhamos a metamorfose de uma mulher que decidiu inverter o jogo. Se o mundo a rotula pelo crime de não aceitar mais ser ferida, ela abraça o insulto como armadura. "Como me tornei vagabunda" não é um lamento; é o diário de guerra de quem aprendeu que, para não ser devorada, é preciso aprender a caçar.
Luna passa por situações de suspense, traição e descobertas perigosas. A história gira em torno de alguém que inicialmente misterioso ou até ameaçador se aproxima dela, e aos poucos ela percebe que aquela pessoa pode ser essencial para a sua sobrevivência ou para desvendar algo importante. Ela acaba se casando com um homem desconhecido.