─ Hahaha.... - Nunca pensei que um risinho que soasse tão, tão sexy como este, pudesse sair da minha própria boca. Foi arrastado e entregue, fininho e divertido.
Armando bufa, soltando ar entre os dentes e me pega lateralmente pela cintura, me apertando de encontro à dele enquanto caminhamos, tomando posse de mim que nem um macho tarado. Ele está apertando o começo da minha b***a com seus dedos longos, fazendo com que eu me sinta um pouco p**a.
Isso é muito gostoso. O Marcos nunca caminhou comigo na rua desse jeito, mas eu sempre tive essa fantasia.
─ Vamos ir comprar um disfarce para você, ok? - ele diz, abaixando sua cabeça para me olhar. Ainda por cima ele é bem mais alto. É impossível não fantasiar que estou dando para ele.
─ Qual parte do... "m*l tenho dinheiro para comer essa semana" você não entendeu?! - Reviro meus olhos.
Sinto ele apertando minha carne, dando um beliscão na minha b***a.
Ai. Dói um pouco. Mas é uma delícia de brincadeira.
─ Eu pago o disfarce. - Ele rebate.
Suspiro profundamente.
─ Não precisa! Eu não quero! - retruco.
─ Ah, escuta. É que a festa onde eu estava só deixa entrar de disfarce.
Olho para ele angustiada.
─ Depois você me paga, p***a. Não precisa por essa carinha. - Sua mão sobe da minha b***a até o meu cabelo, onde ele faz um cafuné relaxante.
─ Tá bom. - Respondo.
Ele abre um sorriso ladeado. E m*****o.
Ao chegar na frente de uma loja chinesa enorme no centro de Barcelona, nós dois entramos e fomos até o corredor correspondente. Essas lojas têm de tudo, a qualidade dos produtos não é das melhores, mas dá para fazer um apanho com o que eles vendem em casos de emergência.
─ Qual disfarce que você vai querer, Lynn? Eu te imagino assim... De Odalisca... Hm? - diz o moreno, girando-se para me olhar enquanto abre um sorriso de lado. ─ Toda perfeita. "Habbibi! Habbibi! Habbibi... Ai, ai, ai. Ai, ai, ai!" - ele começa a cantar de um jeito cômico, sonhador e e******o. ─ Algo assim, indecente, que mostre bem todas as suas curvas! De preferência. E se não for pedir muito.
Começo a rir.
─ Nossa. Você nem se preocupa em não ser descarado. - Solto essa ironia e meus olhos brilham enquanto sigo rindo baixinho, totalmente descrente.
─ Não consigo evitar. - Ele abre um sorriso divertido e sensual.
O sarcasmo dele me excita. Mostra inteligência, coisa que me dá muito t***o, pois eu mesma sou bastante astuta e quero ter um namorado com quem eu possa conversar de tudo, que seja capaz de seguir meu ritmo mental.
Ele tem uma inteligência diferente da do Daniel. Não é enfocada nas regras e na disciplina, já que o garoto está pouco se lixando para tirar notas acima da média. É uma inteligência rebelde, focada só nas coisas que ele quer fazer e nas coisas que ele gosta de fazer. Talvez artística.
As pessoas sarcásticas são cientificamente mais ardilosas do que as outras, porque o sarcasmo é um processo de duas etapas. Para usá-lo e detectá-lo é necessário não só captar o cenário que está na sua frente, mas também as partes que faltam.
Por tanto, não é todo mundo que entende as coisas que ele diz. Gente, por exemplo, como a representante da nossa sala, que é supostamente a fodona do pedaço, fica boiando com as barbaridades que saem da boca do Armando. Muitas vezes pensam que ele é agressivo e i****a, até mesmo arrogante. Um palhaço o****o e insensível que caçoa de todo mundo.
Mas foi o seu jeito de ser que construiu a cumplicidade que nós temos. Ele sabe que eu entendo o significado real da maioria das coisas que ele fala, e por isso dou risada quando quase todo mundo está sério. Nós ficamos bem amigos em pouco tempo quando ele notou isso.
─ E aí, Lynn? Algo em mente? - Ele me acorda dos devaneios e me olha.
Lhe encaro enquanto ele m*l sabe tudo o que acabo de pensar sobre ele.
─ O que você acha desse de gatinha? - Pergunto com sensualidade.
─ Gatinha? - ele esboça um sorriso de lado.
Viu só? Ele já entendeu a maldade de novo.
─ Uhum. - Assinto, corando.
O disfarce é um conjunto mini. Inclui um par de orelhinhas e luvas de pelúcia com um r**o de gato e umas meias bem sexys.
─ Não sei. Eu só vou poder dar uma opinião crível se você provar esse disfarce. Que é super fofo e inocente. - ele responde irônico.
Dou um risinho malicioso.
Armando começa a rir baixinho, gostosamente, e aponta o provador com seu queixo.
─ Hmm... Já volto... - lhe olho desde baixo e lambo o meu lábio superior lentamente, deixando minha boca muito molhada e inchada. A cara do Armando acaba de mudar, como se ele estivesse tendo um ataque cardíaco de tanto t***o. Aproveito que ele está em choque e me afasto, piscando um olho e rindo dele divertidamente.
Entro numa das cabines e tiro a minha roupa. Logo coloco o vestidinho preto do disfarce, fica um pouquinho apertado nos meus s***s e sobra um pouco na cintura, mas até que ficou bom. Não há nenhuma necessidade de colocar as meias, mas vou por só para provocar mais o Armando quando eu for pedir sua opinião. Foi divertido causar esse efeito nele ao lamber minha boca. Por último ponho as orelhinhas e encaixo o r**o na saia.
Nya! Que fofinha e sexy que eu fiquei!
Poso de um lado e do outro no espelho, para mim mesma, dando alguns sorrisos e fazendo biquinhos sensuais. Viro de novo para frente, me penteando e ajeitando minha franjinha. Arrumo o decote e meus s***s pulam para fora até a metade. Acho que está bom, vou sair.
A cortina abre nesse exato momento, me dando um sustinho. Giro meu pescoço rapidamente. É o Armando.
Abro um pequeno sorriso, corando. Meus batimentos cardíacos vão voltando ao normal.
─ Hmm... Que bonita. - Ele comenta, baixinho, me olhando pelo reflexo.
─ Você acha? Será que não é... "Sexy" demais? - abro um sorrisinho irônico, me fazendo de inocente.
─ Imagina... Eu tenho certeza de que deve ter alguém por aí disfarçada de Cammy do Street Fighter, com a b***a toda de fora. - Ele fala arrastado, como se estivesse se segurando para não me f***r.
─ Aliás... O que você está fazendo aqui, Armando?! Você poderia ter me visto pelada... Que infortúnio. - Reviro os olhos, ainda sorrindo, toda safada.
Ele abre um sorriso bem sacana. Delicioso.
Entra no provador e fecha a cortina atrás de si, o pano vai do teto ao chão. Com suas bochechas coradas de t***o o Armando segura a minha cintura e fala baixo no meu ouvido:
─ E se nós déssemos uns amassos aqui, em? Você gosta de perigo? - Minhas costas se pregam no peito dele e estremeço, mordendo meu lábio inferior por alguns segundos.
─ Hm... Que ideia excitante... M-mas... Você viu a atendente? Acho que ela vai vir se demorarmos muito. Não?
─ Tem uma fila enorme agora. - Ele responde na minha orelha.
─ Tem certeza? - Sussurro.
─ Tenho. Mas temos que ser rápidos sim, e ficar em silêncio. Hm... Gatinha? - ele acaba de sussurrar e coloca sua boca quente no meu pescoço, dando uma chupada forte e molhada.
— Mm... Ah... – gemo contidamente, sinto ele descendo os chupões pela curva do meu ombro, reviro os olhos levemente quando ele aperta meus s***s, um em cada mão e sinto seu p*u aceso colado na minha b***a. — Ahh.. – outro gemidinho escapa da minha boca.
─ Shh... Silêncio. - Ele murmura, baixinho, zangando comigo. A situação é perigosa. Daqui de dentro dá para ouvir as pessoas entrando e saindo do provador... As vozes de amigos comentando sobre a roupa do outro.... ─ Você tá sexy demais usando isso... Mmm.... Sua... - ele volta a sussurrar no meu ouvido.
─ Sua o quê? - respondo, também cochichando.
─ Safada. - Ele responde baixo na minha orelha, sibilando. ─ Gosta de leitinho, é? Escolheu de propósito para deixar meu p*u bem duro? Foi? - Armando segue com o dirty talk.
─ Claro que não... Eu escolhi isso porque é fofo. - Ele dá um tapa na minha b***a, fraco, assim evitando o barulho.
─ Você se faz de inocente, baby. - Ele sussurra, revelando o motivo pelo qual apanhei. Sinto Armando se afastar de mim e tirar o suéter de um jeito rápido. Ele pisca um olho para mim e vejo a cena pelo reflexo do espelho, e seu sorriso safado. Meu amigo tem os braços fortes, os abdominais marcados, é bem mais alto e mais forte que eu, é sacana, me xinga, me bate... Estou ficando realmente vermelha. Me giro para ele de forma cuidadosa.
─ Nada m*l você. - Comento, baixinho e suspiro. Reparo que a calça dele fica um pouco larga, deixando a parte superior da sua cueca a mostra, junto com o cinto de taxas que ele está usando. ─ Miau, miau... - lambo o peito da minha mão devagarzinho, e dou um risinho sarcástico e baixo enquanto vejo o sorriso diabólico que está aparecendo no rosto dele.
Ele coloca uma mão por dentro do meu cabelo, agarra a minha cabeça, e puxa o meu corpo para o dele com a outra mão no meu quadril. Começa a me beijar profundamente, enfiando a língua dentro da minha boquinha de um jeito furioso e molhado. Aperto suas costas com as duas mãos, contendo meus gemidos. Ele está esfregando meus s***s no corpo dele de um jeito muito gostoso, apertando a minha b***a, segurando o meu cabelo e praticamente estuprando minha boca com sua língua. Consigo sentir o p*u dele muito endurecido entre as minhas pernas, roçando na minha calcinha, subindo e refegando a saia do disfarce. Estou ficando amolecida, quente e com muito calor. Minha calcinha está molhando e sinto fincadas dentro de mim.
─ Mmm... Mm.. Armi.. Ca-calma. - Falo contra sua boca, e ele leva a sua até a minha orelha, a beijando e soprando ar quente dentro dela.
─ Que que foi? - seu timbre firme causa uma tremedeira na minha perna esquerda e uma fila grossa de líquido abaixa para minha calcinha. ─ Você gosta, não é? - ele pergunta baixo, grave e rouco.
─ Mmm... - murmuro e logo suspiro profundamente, o agarrando. Assinto.
─ Me escuta. Você já gozou alguma vez só beijando? - ele pergunta curioso e fico meio em choque com a pergunta, dando uma risada suave.
─ Nunca. Por quê? - sorrio.
─ Sabia que tem como? - ele ladeia um sorriso malicioso, com o rosto pregado no meu de um jeito que chega até a ser fofo. ─ Existem vários tipos de orgasmos. Tem como também... Apenas com beijos aqui. - ele segura meus s***s pelas laterais, apontando para eles e mordendo seu molhado lábio inferior. ─ Tentamos? - Armando pisca um olho, eu mordo o lábio inferior.