─ Com beijos apenas aí? - sorrio.
─ Mmm... Uhum. Já fiz acontecer várias vezes. - Ele abre um sorriso safado.
─ Que canalha! - Dou um tapinha no seu peito, que lhe faz morder o lábio de t***o.
Canalha que eu adoro.
Ele começa a rodeá-los com as mãos e a apertá-los, espremendo-os, meus olhos vão revirando.
Armando abaixa o pano do meu decote, e tira os meus s***s para fora.
─ Uhhhf... Que t***o, p***a. – ele diz, olhando-os. Seus olhos começam a brilhar.
Dou um risinho suave, me sentindo vermelha e excitada.
Sinto sua boca úmida, cheia de saliva, iniciando o carinho num dos biquinhos, suavemente, a ponta da sua língua indo para cima e para baixo, endurecida, e deixando essa parte sensível do meu corpo também dura.
─ Aii... – gemo baixinho, por ser muito sensível aí, sentindo calafrios no meu interior. Ele faz o mesmo do outro lado e reviro os olhos. Começa a massagear o que deixou livre com a gema do polegar, me estimulando duplamente, fazendo com que fique difícil conter os gemidos.
Por fim o envolveu com a boca, produzindo bastante saliva, que caiu por cima. Imediatamente senti a temperatura do líquido dele deixando minha b****a mais molhada. Ele começa a chupá-lo com muita paciência, endurecendo-o aos poucos. Acaricio seus cabelos pensando um monte de coisas insanas. Sinto a textura grossa e lisa deles e os aperto, alisando fogosamente, os fios se deslizam entre meus dedos.
Queria gritar para ele mamar mais forte, para não ter piedade, mas me dava vergonha.
Como se lesse pensamentos, ele começa a devorá-los e a chupar com tanta força que sua boca dava uns estalos mesmo que tentássemos estar em silêncio.
─ Gostosa... do... caralho... Linda... - ele sussurra e sinto sua mão tocando minha calcinha, ouço o risinho safado que ele dá ao senti-la bem molhada. Ele começa a esfregar seus dedos pelo meu clítoris para cima e pra baixo, logo em círculos. Não sei se vou aguentar não gemer.
─ Mmmm... – Murmuro, franzindo as sobrancelhas. ─ Acho que eu vou gozar aqui no provador se você seguir assim... Vão nos pegar. - Falo tudo baixinho. Meu clítoris está muito sensível, e apenas com esses esfregões sinto que eu realmente poderia ter um orgasmo.
─ Ah, é? Mmmm... Mhuhuhm. Então goza, p*****a. Goza... pra mim... - ele sussurra, todo insano, pegando a minha cabeça, contra a minha boca, me aprofundando outro beijo daqueles seus que me absorvem a alma.
Ao mesmo tempo, seu dedo do meio e seu anelar me invadiram. Ele sentiu toda a umidade, a temperatura quente da minha b****a e começou a me masturbar para frente e para trás. O ritmo não era feroz, e ainda assim fazíamos alguns barulhos, que só deixavam o clima e o ambiente mais tenso.
Cuidando para ser silencioso, Armando ia aumentando a intensidade, e ficava cada vez mais difícil não gritar com seu pulso indo para frente e para trás, me atacando. Com ele flexionando os dedos de propósito dentro de mim, controlando a força para o barulho de água não ficar exagerado, deixo alguns suspiros pesados escaparem dentro da boca dele enquanto ele me beija assim, sem respeito, dominando minha cabeça, brincando de bater a língua na minha de um jeito pornográfico.
Toco a calça dele, sentindo o volume do seu p*u enorme, contornando-o com a minha mão e apertando-o, franzindo minhas sobrancelhas de prazer e t***o. Vou me livrando da sua boca, conseguindo essa façanha.
─ Ahm... - Murmuro, tirando o p*u dele para fora da calça, depois de abrir o botão e o zíper. ─ Uau... - Sussurro, safada. Ele pisca um olho enquanto seguro seu instrumento, sentindo esse p*u quente, grosso, duro e cheio de veias na minha mão, com uma vontade de ser fodida tão grande, que pode ser descrita como insana. ─ Que isso, em... - sussurro.
─ Mhuhuhm... - ele ri, tarado. Lambo minha boca, olhando seu p*u e me ajoelho pouco a pouco, ladeando um sorriso, enquanto seus dedos saem de mim, super molhados. ─ Hm, sério? - ele sussurra, seu m****o sobe um pouco mais na minha mão, de imediato.
— Uhum...! – Assinto, rindo baixinho, de um jeito super safado. Dói ficar ajoelhada, claro, mas essa dor também me dá prazer.
O seguro pela base e olho para cima, nos olhos dele.
— Fuhhh... – Ouço ele bufando baixo, vejo Armando ficando com a cara toda vermelha de apreensão e t***o, colocando a mão no meio do meu cabelo e pegando a minha cabeça, num gesto carinhoso e agressivo ao mesmo tempo, puxando os fios na raiz, me deixando mais sem vergonha.
O coloco para dentro o máximo que posso, sem cortar o contato visual, deixando-o molhado, lambendo com vontade. Armando assente freneticamente, mordendo a boca com força.
Nunca vi ele tão louco, a cara que ele coloca é deliciosa, satisfatória. Me deixa realizada e faz com que eu me sinta poderosa. Parece que ele está realizando um sonho.
Reviro meus olhos, sentindo minha b****a se contraindo várias vezes. Toco meu clítoris devagarzinho, e sinto ele puxando um dos meus m*****s com a mão que ficou livre, o esticando, isso me faz franzir as sobrancelhas. O chupo para cima e para baixo, insalivando, ele não larga minha cabeça.
Tiro seu p*u da boca e fico com ela toda molhada, olho para o lado, com medo, sentindo a adrenalina e o perigo.
─ Vamos, gatinha. Não vai vir ninguém. - Ele sussurra com a cara muito tarada, com um sorriso de malandro que me deixa louca, pegando o meu rosto de um jeito agressivo, possessivo. ─ Segue chupando meu p*u. Sua safada da p***a. - Ele diz a última frase de um jeito sombrio, que deixa transparecer o quanto ele desfruta e o esfrega pelo meu rosto da direita para esquerda, e logo da esquerda para a direita.
Assinto e me deixo levar pelo t***o. O abocanho de novo e começo a devorá-lo, afundando a boca o máximo que posso, até revirando os olhos, e fazendo tudo muito depressa pelo medo.
Como se eu tivesse que aproveitar ao máximo e intensamente, porque a qualquer hora poderiam cortar nosso barato.
Mamo o p*u dele até o fundo, deixando-o louco, sentindo um pouco de pre-g**o gosmento indo na minha garganta, bem doce. Ficando com o rosto molhado enquanto giro meu clítoris freneticamente.
─ Uh... Sim, isso aí, gostosa. Você é muito p**a. Eu vou te f***r toda, sua v***a. - Ponho a língua para fora, por debaixo do p*u dele, escutando isso, e sigo chupando-o enquanto me delicio. Sinto a mão dele forçando minha cabeça na direção da base do p*u dele enquanto aperto sua calça. – Fuuhhh.. – Ele bufa grave e baixinho enquanto eu quase engasgo. Subo um pouco minha boca para não arcar e fazer barulho demais. Que t***o. Eu amo fazer isso.
Num impulso rápido, repentino, o Armando segura a beirada da cortina e me olha. Os dois saímos da nuvem insana onde estávamos.
─ Shh. - Ele sussurra e arregala os olhos, causando um efeito espelho em mim. Fico apreensiva e nervosa.
─ Tem alguém aí?! - a atendente pergunta e exclama, de um jeito nada amigável.
Eu e o Armando estamos gelados. Levanto minha cabeça lentamente, tirando-o da minha boca. Seu p*u sai super molhado, um pecado, uma delícia. Ponho a língua para fora e franzo as sobrancelhas, apertando meus olhos e contendo o que seria um gemido muito manhoso e safado, caso estivéssemos sozinhos.
Vejo o garoto se guardando na roupa rapidamente e silenciosamente, de um jeito ninja. Caio em mim e tampo meus s***s depressa também. Olho para os lados apreensiva e tento normalizar minha voz de imediato.
─ Sim!!! Eu já estou acabando. - Respondo meiga e fingida, como se nada estivesse acontecendo.
Armando assente para mim, aprovando.
─ Quer ajuda? - Ela pergunta.
─ Não. Estou nua. - Respondo, para que ela não abra a cortina. Armando assente outra vez e a segura mais forte.
─ Certo. - Responde ela.
Com movimentos silenciosos, vou me levantando. Eu e Armando nos olhamos, ele se ladeia e segura a outra ponta da cortina com o outro braço. Os dois estamos apreensivos. Ele está protegendo o provador, então começo a tirar o disfarce e a vestir minha roupa o mais rápido possível.
Ain... Minhas coxas estão muito molhadas, estou morrendo de vontade de acabar isso.
Ao acabar de colocar minha calça, prego minha b***a na calça dele enquanto ele segura a cortina de braços abertos e dou algumas reboladas. Vejo pelo espelho ele abaixar a cabeça para olhar meu movimento, sua cara ficando vermelha e tensa.
─ Para... Eu vou te f***r na rua. - Ele sussurra na minha orelha.
─ Hihihi. - Rio baixinho, e sapeca.
─ Danada, você vai ver só. - Rio baixinho outra vez das suas ameaças.
Vou até a cortina e abro uma gretinha, olhando para fora cuidadosamente. Ele vem atrás de mim com um sorrisinho divertido e malicioso, segurando minha cintura, com o corpo ainda muito quente.
─ Vou ter que broxar primeiro. - Armando sussurra na minha orelha. ─ E com você perto está difícil. - Completa o moreno, fazendo um sorrisinho de lado nascer no meu rosto. Fico um pouco tímida, ele me corteja o tempo inteiro, me deixa sem graça de um jeito gostoso.
─ Eu saio primeiro, ou você? - pergunto, cochichando.
─ Tanto faz. - ele responde baixo. ─ Me dá o disfarce.
Lhe entrego o conjunto.
─ Eu vou pagando e você sai da loja. - diz ele, após haver se decidido sobre minha pergunta.
Sinto Armando dar um beijinho da minha testa de olhos fechados.
Fico imediatamente corada, de um jeito que faz com que eu me sinta até mesmo vulnerável. Ele me olha.
─ Por que você deve estar com vergonha, não é mesmo? - O moreno sussurra, e fico ainda mais tímida.
─ Hum. - Assinto, vermelha.
Sinto outro beijinho, e logo um selinho. Ele ergue seu corpo alto outra vez, saindo da altura do meu rosto.
Que garoto lindo...
─ Isso aí. Então sai logo da loja. - Ele completa. ─ Eu pago o pato. - ele completa.
Abro um grande sorriso.
─ Fofo. - Sussurro.
─ Vai... - ele morde o lábio inferior. Seus olhos estão brilhando.
Me coloco na ponta dos pés, seguro seu rosto e lhe roubo um selinho que o faz sorrir tímido.
Respiro fundo e abro a cortina de supetão, saindo do provador. Vou caminhando. As pessoas que estão no corredor me olham, mas finjo que estou em outro mundo. Minha cara está toda corada, eu apenas caminho para fora da loja e ignoro os olhares, principalmente os das atendentes.
Do lado de fora do estabelecimento, localizo o Armando com o olhar. Vejo ele na fila perdido em seus pensamentos. Depois de alguns segundos ele ergue o rosto, me localiza e abre um sorriso ladeado. Faço o mesmo e olhamos um para o outro a distância, com cumplicidade, e quase rindo.
Estou sentindo uma sensação de adrenalina muito gostosa e acho que ele também. Afinal... estávamos aprontando, não é?
É o tipo de aventura que faz você ir para casa e ficar lembrando de tudo o que aconteceu.
Depois de uns cinco minutos ele vem para fora também. As atendentes parecem ter fingido que nada aconteceu, pois não vi ninguém danando com ele.
O moreno me dá a sacola.
─ Toma, Lynn. - Ele diz, com um sorrisinho.
─ Não chamaram sua atenção?
─ Não. Talvez ninguém tenha se dado conta.
─ Talvez elas só não quisessem problemas. - Rebato, contradizendo-o.
Armando deixa uma risada sapeca escapar dos seus dentes com um pouco de saliva, muito zombado.
─ Onde nós vamos agora? – pergunto.
─ Para a festa de Halloween onde eu estava. Mas temos que encontrar um lugar para você colocar o disfarce. Algum banheiro.
─ Você está disfarçado de alguma coisa? - Lhe olho, corando.
─ Eu estou de Edward mãos de tesoura, não percebeu?
─ E cadê as tesouras?
─ Ficaram na festa.