— É isso então? — Reinaldo insistiu, a voz mais firme do que o corpo parecia acompanhar. — Você se arrependeu da escolha que fez, Aline? Ela abriu a boca para responder, mas hesitou. O silêncio que se seguiu foi pesado demais. Reinaldo riu sem humor, deu um passo para trás e levou a mão ao peito. — Responde. — pediu, já sem a mesma força. — Você se arrependeu? O rosto dele perdeu a cor de uma vez só. — Pai… — Luna levantou no mesmo instante. Reinaldo inspirou fundo, como se o ar não entrasse direito, a mão pressionando o peito com mais força agora. — Pelo amor de Deus, pai! — Luna correu até ele, segurando-o antes que perdesse o equilíbrio. — Respira fundo, calma… vem, vamos sentar ali. Aline reagiu num sobressalto, o conflito dando lugar ao pânico. Ajudou Luna a conduzi-lo até o s

