IV - LUCIANO

1239 Palavras
― Oi, Linda! ― eu estava mesmo precisando de ajuda para lidar com o ódio que sentia. Ela abriu um sorriso enorme e sentou ao meu lado. ― Oi, Lindona! Não vai falar comigo não? ― Matheus também não devia lembrar do dela, mas tentava me proteger por causa do meu estado alcoólico. ― Oi Matheus! ― Ela levanta e abraça ele por cima da mesa, quase esfregando a b***a em meu rosto e derrubando a garrafa de whisky sobre a mesa. Essa devia ser outra p*****a, mas pelo menos era uma p*****a honesta. ― Senta aqui do meu lado, lindona! Esse soldado aí está fora de serviço. ― ele pisca para ela, que sorri de volta fazendo charme. c*****o, será que não tem uma mulher decente nesse mundo? ― Deixa ela aqui, irmão. Um pouco de álcool é até excitante. ― ela sorri animada e eu a beijo assegurando a presa da noite. Fiquei olhando para ela tentando lembrar de onde eu a conhecia. ― tcs, tcs, tcs… ― não preciso olhar para Matheus para saber que ele estava me repreendendo. ― Veio sozinha, Lindona?  ― É Laís, irmão! ― lembrei e fiquei rindo dele. Ela abriu um sorriso de orelha a orelha. Como eu iria esquecer o nome dessa mulher, se ela vivia me perseguindo?  ― Minha amiga deve estar chegando. ― ela respondeu e voltou a me beijar. Como eu não estava interessado em fazer carinho em ninguém, levantei e segurei ela pelo pulso. ― Irmão, amanhã a gente se fala. Obrigado por ter vindo! ― ele me abraçou, depois o vi balançando a cabeça de um lado para o outro, encarando-me pesaroso, enquanto eu ia embora com Laís. Quando Tomás me deixou na porta do prédio dela, eu já sabia a que tinha vindo. Pedi a ele que voltasse em um hora. Eu não tinha tempo a perder. Passei-lhe a mão na b***a e apertei no meio do saguão. Dei o recado e ela tentou se fazer de santa na frente de um morador que saia do elevador. Puxei ela para dentro e ela apertou o andar. Quando a porta se fechou, prendi ela contra a parede, levantei a saia e enfiei a mão sob a calcinha.  Ela tentou me empurrar, mas eu não estava afim de joguinho. Comecei a estimulá-la e ela gemeu no meu ouvido e eu só soube que o elevador tinha parado, porque ouvi um pigarro de alguém do lado de fora. Ao me virar, deparei-me com um senhor e o filho adolescente. Laís tentava se arrumar, enquanto eu a arrastava para a porta do apartamento dela. Ela não reclamou, apesar de parecer muito constrangida. Que se f**a! Eu não era terapeuta para ficar me preocupando com os sentimentos de ninguém. Quando ela abriu, eu a empurrei para dentro do apartamento e bati a porta.  ― Você quer beber alguma coisa? ― ela perguntou melosa. ― Vem cá, gostosa. Hoje eu vou te compensar de toda minha ausência. ― avancei e ela caminhou de costas em direção ao quarto. ― Tem certeza que não quer um aperitivo? ― fez charme com o cabelo. ― Não preciso! ― dei um sorriso malvado. ― Quando você chegou eu já estava pronto te esperando. ― virei ela de frente para o quarto e a conduzi segurando pela cintura. Ela cogitou colocar o joelho na cama para subir, mas eu a segurei antes que ela tivesse outra ideia brilhante… Levantei a saia, deixando à mostra a minúscula calcinha preta. Lembrei da vaca escrota na hora. Desafivelei o cinto e baixei um pouco a calça. Peguei uma c*******a na carteira e coloquei sem me preocupar com preliminares. Puxei a b***a dela para cima e calcinha para o lado e comecei a meter com força. Ela ia me pagar. Aquela vaca escrota! Dei-lhe um t**a com força na b***a e ela gritou.  ― Ai, amor! ― Tá gostoso, não tá? ― ela me olhou por cima do ombro e deu um riso forçado.  ― Você está selvagem hoje… ― A culpa é sua. Você me deixa assim, gostosa! Continuei sem piedade. Aquela filha da p**a ia aprender que não se sacaneia um Lauder. Dei-lhe outro t**a caprichado, seguido de outro grito. Sorri para ela, quando tentou me olhar. Segurei-lhe o cabelo e cuspi no meio da b***a.  Com o dedão, espalhei o cuspe massageando a região. Ela se contraiu quando percebeu o que eu prendia, mas não tentou escapar.  ― Você gosta? ― perguntei para a s****a. ― Humrumm… ― Você está me deixando, louco mulher! ― ela relaxou com meia dúzia de palavras b***a e eu consegui ter o que queria. Estimulei-a com a mão enquanto invadia seu outro acesso. Ela gemeu. Não era como Juliana. Era rouco, irritante, eu não conseguia me concentrar. Lembrei de Juliana de bruços na mesa de vidro do salão do barco. Do rosto dela enquanto sentia prazer. Da pele macia e da forma que ela rebolava. Lembrei do cabeludo nu na porta da casa dela. Só de pensar nos dois transando eu quase vomitei. ― m***a! Saí de Laís abruptamente e ela me olhou assustada, ao passo que eu me dirigia ao banheiro. ― Está tudo bem? ― não respondi. Estava puto! Fechei a porta e tirei o p**********o. Que m***a eu estava fazendo? Olhei para o meu reflexo no espelho e me apoiei na bancada da pia. Eu estava bêbado. Muito bêbado. ― Está tudo bem, querido? ― ela bateu na porta, repetindo a pergunta.  ― Eu só bebi demais. ― respondi seco, dando uma desculpa esfarrapada. ― Vem cá, amor. Eu vou cuidar de você. ― abri a porta sem ânimo, enquanto fechava a calça. ― Está tudo bem, Laís! Eu perdi a linha hoje. Preciso ir... ― Está cedo, Amor. Eu adorei esse seu lado arisco. ― ela fez uma careta esquisita. Achou que eu estava falando do s**o. Não esclareci. ― Vem, amor. Senta aqui. Vou preparar um chá para você. ― ela me levou até o sofá e entrou na cozinha. ― Você não prefere café? ― gritou lá de dentro. ― Poder ser. ― respondi indiferente. ― Você vai amar o meu café. Ele é importado. ― eis mais um motivo para eu querer distância dessa p*****a: ela é esnobe! Peguei o telefone para mandar uma mensagem para o Tomás. Você Já voltou? ✓✓ Tomás Estou por perto. ✓✓ Você Ok. Estou descendo. ✓✓ Juliana teve a audácia de me enviar mensagem. Eu não podia acreditar no que eu estava lendo. Ela era muito descarada! Juliana Oi. Como você está? ✓✓ Juliana Sinto muito que você tenha descoberto de um jeito r**m. ✓✓ Juliana Eu queria te contar durante o almoço, mas nem tudo acontece como a gente gostaria. ✓✓ Juliana Não fica triste comigo, não. Vamos conversar pessoalmente. ✓✓ Juliana Eu estou na faculdade, quando eu sair daqui te aviso. ✓✓ Juliana Bjos ✓✓ Quem diria que aquela moça com cara de pura seria capaz de tamanha desfaçatez? Ela achou mesmo que eu iria ficar com ela depois dela dar para o cabeludo? v*******a era elogio. Fiquei indócil depois de ler aquilo. Sai sem que Laís me visse. Desci um lance de escada, para não correr o risco dela perceber minha ausência e vim atrás de mim enquanto aguardo o elevador. O s**o não me ajudou em nada. Eu ainda estava bêbado e puto!
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