14- CECILIA

1177 Palavras

CAPÍTULO 14 CECÍLIA NARRANDO Eu ainda estava segurando a mão do meu pai quando bateram na porta. O som ecoou leve no quarto silencioso. — Posso entrar? — a voz do médico veio junto com a a******a da porta. O doutor Henrique entrou com a prancheta nas mãos e aquele sorriso profissional que eu já estava começando a reconhecer. — Tenho boas notícias. Meu coração acelerou. — Seu pai reagiu muito bem aos medicamentos. Os exames melhoraram bastante. Se continuar assim… amanhã ele já pode ter alta. Eu senti o ar voltar para os meus pulmões. — Alta? — repeti, quase sem acreditar. Meu pai soltou um riso fraco. — Eu falei que não ia embora tão fácil. Eu ri também. Pela primeira vez em dias, ri de verdade. — Mas nada de exageros — o médico continuou. — Repouso, dieta controlada e nada d

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