Nikolai
Passei horas no armazém, conferindo todo o processo. Até marcamos de encontrar com o Dominic Grego, mas o miserável não apareceu. No caminho, paramos em uma boate, segundo o Giovanni, o melhor lugar para se conhecer na cidade.
— Você vem sempre aqui? — Falei por cima da música alta.
— Eu sou um homem casado, Nikolai. Se você está perguntando se eu traio a minha esposa com mulheres aleatórias, a resposta é não.
— Sua esposa é uma mulher muito bonita e muito jovem.
— Sim, quando nos casamos ela tinha apenas 17 anos. Eu, 15 anos mais velho. Esse é meu segundo casamento. A Ana também engravidou bem rápido da Graziella.
— Vocês não quiseram mais filhos?
— Teríamos tido, se ela não tivesse quase morrido ao dar à luz a Graziella. — ele tomou um gole do uísque. — E você, já passou da idade de se casar, não acha?
— Isso é relativo, Giovanni. Casamento para mim é apenas um contrato de negócio e posso fazer isso a qualquer hora. Eu prefiro mesmo curtir a vida e trans@r com o máximo de mulheres que eu puder e couber na minha cama. — ele me analisou.
— Vocês russos não conseguem se contentar com uma mulher só?
— Não quando podemos ter várias. Você já trans0u com mais de uma mulher ao mesmo tempo, Giovanni?
— Talvez, na minha juventude.
— Você se sente completo. — sorri.
— Eu acho que você só pensa assim até se apaixonar.
— Isso não vai acontecer. Amor, paixão, estragam tudo.
*****
Voltei para a casa do Giovanni Greco e fui direto para jacuzzi, relaxar um pouco. Acabei cochilando e perdendo a noção da hora. Já eram quase duas horas da manhã, quando voltei para o quarto.
Tranquei a porta atrás de mim e fui surpreendido com o reflexo de alguém no espelho. Agi rapidamente, interceptando o suspeito e torcendo suas mãos nas costas.
— Ai! Calma! Você está me machucando! — a voz feminina gritou.
Eu a arrastei até o canto da parede, ligando a luz do quarto. Entrei em choque ao ver que era Graziella Greco.
— Mas que porr@... — A virei, olhando para ela. — Mas que porr@ você está fazendo aqui, garota? — esbravejei irritado. — Eu podia ter te machucado ou até te matado. O que você está fazendo no meu quarto, porr@? — Ela piscou incessantemente e seu rosto ficou vermelho. — FALA! — gritei e ela se assustou.
— Não grita! Alguém pode escutar.
— É isso que eu estou falando, alguém pode nos ver. Você quer nos matar? Imagina se seu pai ver a filhinha dele, no meu quarto? Que desespero vai ser.
— Por isso você tem que ficar calmo e falar baixo. — Ela falou com aquela voz doce, que me irritava pra c*****o.
— O que você está fazendo aqui?
— Eu... Eu só... — Ela mordeu o lábio e segurou a barra do roupão. Daquele ângulo ela até era atraente, se ela não fosse apenas uma menina. — Eu vim ver você. — Ela continuou.
— Você veio o quê?
— Eu vim ver você. — a olhei incrédulo. Foi a minha vez de piscar sem parar. Eu estava tão confuso, que estava em dúvida se estava acordado ou sonhando.
— Você tem algum problema? Não, você com certeza tem algum problema. — passei as mãos nos cabelos, em desespero. E olhei pela janela para ver se vinha alguém no jardim.
— Ninguém vem. Estão todos dormindo. Ninguém me viu entrar aqui e eu tenho uma câmera no meu quarto. — Ela mostrou a tela do celular. Se alguém bater, eu vou ver e ouvir. E vou inventar alguma coisa. — ela deu um passo em minha direção, mas eu estendi a mão para que ela parasse.
— Você ainda não me disse o que veio fazer aqui.
— Eu já disse, eu vim te ver.
— Já me viu, agora saia!
— Não. Não é assim. Eu... Eu tenho uma coisa para você.
— Eu não quero nada. Saia!
— Espere. — ela parou por um instante, depois segurou o laço do roupão e soltou, o deixando cair no chão e relevando estar só de calcinh@.
Caralho! Porr@! Por todos os deuses da face da terra.
Fiquei sem reação pela primeira vez na vida. Só fiquei ali, olhando os belos seiios nuus daquela garota. A diab@ tinha um corpo lindo, magra, mas com curvas nos lugares certos e seiios fartos e durinhos. Do jeitinho que eu adorava me deliciar.
Travei os punhos ao lado do braço, estancando o desejo que me acometeu. Fiquei instantaneamente de p@u duro e exitand0.
Ela deu um passo em minha direção, me fazendo prender a respiração.
— O que porr@ você está fazendo, sua garota maluca?
— Eu quero que você faça amor comigo. — Ela me olhou, seus olhos brilharam assustados. Ela falou as palavras, mas claramente não tinha certeza.
— Fazer amor? Mas que p***a é essa de fazer amor? Primeiro que eu não faço amor, segundo que o sex0 que eu faço você não vai aguentar.
— Mas eu quero. Eu quero, seja lá qual for o jeito que você faz.
— Você está completamente louca. De onde você tirou isso de repente?
— Não é de repente. Desde o momento que eu te vi, eu quis você. Eu quis... Trans@r com você.
— Você é louca. Não sabe nem se eu sou casado. Sem contar que eu tenho idade para ser seu tio, pai, irmão mais velho.
— Você é casado, Nikolai?
— Não!
— Ótimo. E a sua idade não me importa. Não deveria importar para você também. Olhe para mim. Eu pareço uma criança para você? — de fato ela não tinha nada de criança. Tinha corpo e atitude de mulher, ou de uma garota insana.
— Eu não me importo com o que você diz. Saia!
Me curvei diante dela, pegando seu roupão no chão. A cobri com o roupão e a arrastei pelo braço.
— Pare! Seu covarde! — Ela segurou meu braço, se chocando contra a parede e me levando junto. — Eu estou aqui semi nuaa, pronta para me entregar a você e você me rejeita? Que tipo de homem você é?
Espalmei as mãos na parede irritado. Ela me puxou para ela, tentando me beijar. Eu resisti ao beijo.
Ela passou as mãos pelo meu peito nuu, observando as minhas tatuagens. Sua mão desceu pelo meu abdômen, percorrendo o caminho até a minha viriilha e parando no meu p@u eret0. Ela segurou o meu p@u em sua mão, por baixo da toalha.
Seus olhos arregalaram ao sentir meu tamanho em suas mãos pequenas. Ela movimentou os dedos, descobrindo a gl@nde. Soltei um gemido na minha garganta. Estava tão excitad0 que poderia g0zar ali mesmo, em sua mão.
Encaixei minha mão em cima da dela, a ensinando a me massagear. Eu poderia ensinar tantas coisas a ela, até que ela ficasse no ponto que eu queria. Safad@ e pervertid@. Corajosa ela já era, por vim aqui em busca do seu desejo. Imagine o quanto iria ser corajosa na cama, aceitando tudo o que eu a daria de bom grado.
Tentei espantar os pensamentos em minha mente das coisas que eu poderia fazer com aquela garota atrevid@. O sobrenome dela era morte para mim. Se eu ficasse com ela, eu não sairia vivo daquele país.
Segurei suas mãos e prendi acima da sua cabeça com minha mão direita. Com a esquerda eu acariciei os seus seiios, brincando com o bico com o indicador. Ela abriu levemente a boca e gemeu. Desci o indicador por sua barriga, parando bem na sua b0ceta molhada. Senti meu indicador encharcar com a sua excitaçã0.
— Alguém já comeu essa sua b0ceta? — Ela gemeu e mordeu os lábios. — Responde! — Dei um tapa bem no meio de suas pernas.
— NÃO! — ela gritou. — segurei o meu p@u firme e esfreguei em sua entrada, por cima da calcinha. Ela gritou e gemeu, se contorcendo na parede.
— Agora imagina. Eu fod0 você até você sangr@r, depois você vai para o seu quarto toda dolorida e marcada. Sem m@l conseguir andar. Como você vai explicar para sua família? — ela gemeu e mordeu os lábios. — Responda!
— AI! EU NÃO SEI!
— Você é a porr@ de uma granada sem o pino! — eu a soltei. Ela me olhou confusa. — Saia do meu quarto!
— Mas...
— SAIA! — gritei e dei as costas para ela.
Ouvi ela batendo a porta do quarto e fiquei observando ela passando pelo jardim. Ela não olhou para trás, apenas marchou irritada para dentro de casa.
Tentei alinhar meus pensamentos e entender o que foi aquela confusão. A porr@ da garota era completamente doida, mas sua obstinação era de se admirar. Ela só veio aqui, sem medo nenhum e tirou a roupa diante de um mafioso e implorou para comê-la. Eu nunca precisei de tanto alto controle na vida, para não comer uma mulher.
Eu queira muito que ela fosse alguns anos mais velha, não fosse viirgem e nem fosse filha de quem era. Juro que ela só sairia daqui de cadeira de rodas.