Capítulo 6

1315 Palavras
P. O. V. Manuela... Entro pela recepção já dando bom dia para Regina, e subo de elevador. Hoje é um dia em que eu terei que trabalhar muito e pra fazer o dia render, já fui logo chegando e jogando minhas coisas de qualquer jeito mesmo na mesa, e ligando o computador. Não fui nem na sala do café, fui direto pra minha mesa. Comecei minha jornada pesquisando e desenhando, tentando fazer com que os panfletos realmente chamem atenção, penso nas frases de efeito que posso usar e começo a anotá-las, ao mesmo tempo, em que eu tento desenhar uma logomarca atrativa. — Bom dia, Manu. — diz Camila, chegando. — Bom dia, Camila. — Dou um sorriso fraco, pausando a caneta no papel pra olhar pra ela. — Aah, por isso que você não foi tomar café com a gente. — diz rindo. — Sim, estou bem atarefada hoje. — digo segurando a caneta, voltando a olhar para o papel. — Bom, deixa eu começar também. — diz se sentando na cadeira e mexendo nos papéis da sua mesa. Depois da nossa pequena conversa, continuo fazendo os desenhos e faço diversas opções. Também aproveitei o tempo que sobrou e ajudei as meninas, e ainda atualizei as pastas com várias opções prontas para cada nicho, isso facilitaria muito o meu trabalho, eu conseguiria ser mais produtiva e terminar tudo mais cedo. [...] Saí um pouco mais cedo da empresa, graças ao meu bom desempenho e o cliente aprovou os esboços que mandei, então já passei para nossa gráfica fazer o orçamento. Fui direto pra escola do Pietro e chegando mais cedo, acabei sentando na praça debaixo de uma árvore grande, e comecei a ler no aplicativo do celular enquanto esperava o sinal tocar. Pude observar o movimento de carros que foi crescendo faltando 5 minutos pra terminar a aula deles. Então já fui pra área mais perto do portão e esperei Pietro, que veio saltitando até mim. — Oi mamãe. — Abriu os bracinhos. — Oi meu filho. — Abraço ele. — Como foi a aula hoje? — Dou a mão pra ele. — Nós jogamos jogos. E o Bruno pediu pra você se ele pode dormir lá em casa. Deixa, mamãe, deixa? — Olhou pra mim com aqueles olhinhos pidões. — Eu vou pensar, tá bom? Aí, se eu deixar, tenho que falar com a mamãe dele também. — Abro a porta do carro pra ele, que entra e já senta na cadeirinha. — Tá bom. Depois que ele coloca o cinto, eu fecho a porta e dou a volta por trás no carro, indo para o volante. Ligo o carro e sigo pra casa, quando chegamos já era quase 18:00 horas, então eu sabia que o Alexandre não ia demorar pra chegar. — Vamos pro banho, Pietro. Seu pai deve estar quase chegando. — digo e olho pro lado, vendo que ele desapareceu. — Esse menino não tem jeito. — rio sozinha. Tiro os sapatos, calço um chinelo e subo até o quarto dele, onde o vejo brincando com seu tablet. Me abaixo pra ficar perto dele. — Filho, vamos lá tomar banho? — pergunto. — Ah, mamãe, tô com preguiça. — diz fazendo um biquinho. — Você não quer papar? — pergunto e ele balança a cabeça que sim. — Então tem que tomar banho, meu amor. — Tá bom. — Ele larga o tablet meio desanimado e se levanta, tirando a camisa. Faço o caminho até no banheiro e preparo o banho dele como de costume e o chamo. Ele vem e entra na banheira. Depois que terminei de dar banho e vestir ele, fui tomar o meu banho rapidinho, e desci com o Pietro, nos deparando com o Alexandre chegando. — Oi amor. — digo sorrindo. — Oi. — diz vindo me dar um selinho. — Tá tudo bem? — pergunto depois de ver sua resposta meio seca. — Tá sim, é só que não vou poder jantar com vocês. — diz chateado. — Eu preciso resolver umas coisas no meu escritório hoje. — Ah, tudo bem. Deve ter sido um dia bem estressante. Nós vamos jantar e eu vou passar um tempinho com Pietro assistindo desenho. — digo abraçando ele e dou um beijo demorado nele. — Eu te espero pra dormir. — Sussurro. E depois disso, Pietro e eu fomos pra mesa e hoje Suzana havia feito lasanha, que por sinal estava deliciosa. Então nem alimentados, subimos pro quarto do Pietro, onde assisti vários desenhos com ele até ele pegar no sono, em seguida, fui pro quarto e fiquei esperando por Alexandre. [...] Era de madrugada quando Alexandre entrou no quarto e eu ainda não tinha pegado no sono, eu estava muito tensa com todo o projeto e precisava me aliviar, e só uma coisa podia me ajudar. — Oi. — digo o surpreendendo. — Oi, não sabia que estava me esperando. — diz tirando a camisa. — Não consigo dormir. — Me levanto indo na direção dele. Olho pra ele desejando seu corpo, e mordendo os lábios. Acaricio seu peitoral musculoso e ele não me para. Chego mais perto, passando a mão ao redor do pescoço dele. — Me beija. — Murmuro. Ele me segura firme com suas mãos, e me beija. Um beijo que começa lento, saboreando cada momento, até que eu decido aumentar o ritmo e a língua dele invade minha boca e fico rebolando na frente do m****o dele. — p***a Manuela, você tá me deixando louco. — diz me agarrando mais um pouco que até sinto seu m****o encostando. — Eu quero você! — digo e vou abaixando uma mão até o m****o dele. Depois de ouvir essas palavras ele me pega no colo e me joga em cima da cama, ele vai tirando sua calça, ficando apenas de cueca na minha frente. Ele vem subindo por cima de mim e continua me beijando enquanto aperta meus s***s por cima da blusa, mas ele não demora muito ali, sua mão desce mais um pouco e entra no meu short. Começa a fazer movimentos circulares na minha i********e e eu arfei sentindo seus dedos maravilhosos me dando prazer, enquanto ele suga um dos meus s***s. — Alexandre! — Gemo seu nome. — Gostosa. — Ele tira a mão de lá e chupa seus dedos. — Quero te chupar. — diz tomado pela luxúria. Ele vai descendo meu short e minha calcinha ao mesmo tempo em que desce seu rosto. Eu já estava ofegante, com expectativa. Ele então chega na minha i********e e primeiro passa a língua devagar, debaixo para cima. Ao notar que fiquei molhada ele enfia um dedo dentro de mim e começa a me chupar ao mesmo tempo, com tanta vontade que tive que pegar um travesseiro pra esconder meus gemidos. Que homem gostoso, que língua gostosa! Depois de gozar, fui pra cima dele e inverti nossas posições, pra poder chupar seu m****o. Arranquei sua cueca e comecei meu trabalho fazendo um vai e vem com a mão, e ele já gemia meu nome. Quando comecei a chupar, então, não demorou quase nada pra ele gozar na minha boca e eu engoli tudo. — Agora vem, eu preciso estar dentro de você! — ele diz e eu chego perto deixando ele inverter as posições de novo, me deixando por baixo dele. Gememos juntos quando ele entrou em mim, deslizando facilmente. Ele começa uma sequência de vai e vem bem lenta, mas conforme eu vou gemendo pra ele aumentar o ritmo, ele faz. E não demoramos a chegar no ápice, gozando juntos, ele deita do meu lado ofegante. — Foi maravilhoso. — Foi mesmo, eu te amo. — beijo ele. — Vamos lá tomar um banho e dormir. — Ele diz se levantando da cama, e me puxa em seguida. Repetimos tudo no banheiro e depois de colocar uma roupa, dormimos de conchinha.
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