Quando eu estava no colegial eu era o tipo de cara considerado popular da forma inversa.
Todos me conheciam, mas não por eu ter vários amigos e ser líder do time de basquete. Não, não.
Eu era conhecido porque era um baderneiro. Do tipo que está sempre na sala do diretor e tem uma namorada gostosa pra c*****o só porque ela quer dizer pras amigas que doma um cara como eu, mas na verdade era eu que ganhava comendo ela e dispensando depois, o que não é nada legal, mas naquela época eu não fazia nada certo na minha vida, então...
Para completar o currículo de imperfeições eu tinha péssimos melhores amigos, do tipo que minha mãe odiava e mandava eu mater distância.
Ah, como eu queria ter ouvido minha mãe naquele tempo. Hoje em dia não faz mais diferença alguma os concelhos dela, mas ainda finjo escutar.
Esses meus "amigos" me deram uma ideia de gênio de assaltar um banco. Até ai tudo bem. Éramos adolescentes idiotas, quase dezoito anos na cara, espinhas, tatuagem maneiras, coisas de criança.
Mas então, pouco depois do meu aniversário de dezoito anos eles resolveram por em prática o tal do plano de merda.
Eu me vi sobre o muro entre continuar ser o cara fodão ou ser o medroso que não encarava algo tão fácil de se fazer. Tsc.
Fui contra todas as regras de minha mãe e fui até a p***a do assalto. Era tudo moleza, eu deveria ficar no beco atrás do banco com o carro ligado e meter o pé quando eles chegassem com a bolsa.
Mas aí vem a parte que todos querem saber: p***a Chanyeol, o que isso tem a ver com a história?
Tem a ver que o merdinha do Sehun não estava atrás do dinheiro do banco e sim de um dos bancários. Não quero saber que tipo de dívidas eles tinham, não quero relembrar o passado, mas atrás daquele banco foi ele e o viadinho dele que mataram a p***a do cara.
Eu queria ajudar, nada demais.
Mas como diz o ditado: quem tem pena se despena. Foi assim que ganhei lindos vinte cinco anos na cadeia. Felizmente recorri ao processo e ganhei. Mas o cinco anos que passei naquele inferno não tem volta.
Muito menos ter ouvido falsamente as pelavas "meu amor" novamente. Isso é quase um carma em minha vida.
Mas tudo tem um lado bom, vamos dizer que sou um cara até que positivo.
Depois de ter transado com a SooHae, o que foi bom eu admito –ainda mais que faziam bons anos que não comia ninguém e ela é linda pra c****e –, veio a luz da vinha vida. Kyungsoo tinha oito meses quando eu o conheci.
Eu entrei em casa irritado e ao mesmo tempo levantando as mãos para o céu por ter saído daquele lugar, então assim que jogo minha mochila no chão vejo minha mãe amamentando um bebê lindo e gordinho de olhos fofos e boca ainda mais fofa, dando uma vontade interminável de morder.
— Da onde saiu essa criatura? — perguntei bravo e minha mãe arqueou a sobrancelha.
— Do seu saco.
— Do que está falando? — perguntei enquanto assaltava a geladeira.
— Bom, faz dois meses que uma tal de Kim SooHae trouxe ele pra cá e disse que não tinha mais como cuidar dele e que ele era seu, então...
Cuspi o pão que estava comendo a olhando com os olhos arregalados.
— Não é meu! Não pode ser meu.
— Transou com ela?
— Transei, mas...
— Então é seu. Já que é seu, cuide dele você! — me entregou o bebê e a mamadeira — Um já foi demais pra mim.
— Omma! Não faz isso comigo! Eu não sei cuidar de criança!
— Olha na internet, eu tenho um encontro. — ela deu um beijo na minha bochecha e saiu de casa.
Foi nesse dia, há quase cinco anos atrás, em que tudo começou a mudar para mim.
Depois teve os primeiros paços do Kyunggie, a primeira palavra, a primeira vez que ele disse Appa, a primeira vez que me envergonho na frente das pessoas, a primeira vez que ficou de castigo, a primeira vez que disse eu te amo... Muitas coisas feitas pela primeira vez. Algumas não foram boas, mas eu o amo tanto que não guardaria nenhuma momento como r**m.
Kyungsoo é como um raio de sol em minha vida. Ele me curou de certa forma. Foi por ele que não busquei vingança, foi por ele que não me afoguei na bebida ou voltei para a cadeia por coisas idiotas.
Mas com certeza, eu nunca mais deixaria alguém pronunciar as palavras "meu amor" para mim novamente. Eu jamais seria enganado ou subjulgado outra vez. Kyungsoo fez de mim um homem mais forte que não seria usado pelas pessoas que disseram me amar em minha vida.
Mas então, eis que eu resolvo tirar um dia de folga, tomar umas bebidas a mais, reclamar sobre meu emprego horrível para um total estranho. Nesse dia eu conheci o moleque que virou a minha vida de cabeça para baixo e que deu razão aos olhares desconfiados de minha mãe.
Eu conheci alguém que fez eu novamente me apaixonar aquele jeito e******o, amar de um jeito cego...
{•••}
— Sentiu minha falta, Chanyeol?
— Pelo jeito você sentiu a minha. — sorri malicioso — Estava pensando que talvez dessa vez eu fosse te querer? Hmm eu ainda não gosto de você. — disse com descaso e sacudi os ombros antes de dar outro soco em sua boca.
Sehun caiu no chão e eu fiquei sobre seu corpo, segurando seu queixo com força.
— Eu só não arrebento essa tua cara aqui porque não é o lugar mais adequado e nem acho que Baekhyun mereça uma visão dessas. Mas... Ah Sehun, o que é seu está guardado e você não vai gostar quando eu brincar com a sua carinha bonita. — disse em tom sussurrado ainda sorrindo para ele.
Senti seu olhar vacilar por um momento e então ele se soltou.
— Você não sabe com quem está lidando.
— Eu sei... Você é que mexeu com a pessoa errada. E quem brinca com fogo... Se queima. Eu aprendi umas coisas legais na prisão, vou adorar te mostrar... mas não hoje. — depois disso segurei Sehun pelos cabelos o tirando do quarto e trancando a porta. Andei a passos vagarosos até Baekhyun que estava sentado na cama com os olhos marejados e um bico nos lábios.
Passei a mão no rosto e andei de um lado para o outro antes de me ajoelhar em sua frente.
Baekhyun me olhou novamente com aquele olhar, o mesmo de antes de sairmos de casa, e me deu um selinho. Fechei meus olhos sentindo meu corpo relaxar e ele me deu um beijo. Deitei a cabeça em seu colo e senti ele fazendo carinho em meus cabelos.
— Eu não quero mais você perto desse merda, não me importa se vocês tiverem há um quilômetro de distância, eu não quero você perto desse merda.
— Por que, Yeollie?
— Eu não estou pronto pra falar agora. Você só precisa saber que ele não é alguém bom. — passei a mão em sua coxa apertando a carne, foi quase instintivo quando levei meus lábios e mordi por cima da calça jeans.
— Yeollie. — Baekhyun riu puxando meus cabelos e me trazendo pra cima — Por enquanto eu vou esquecer isso, mas depois você vai me dizer tudinho. Entendeu bem? — Baekhyun me puxou e beijou meus lábios, não de um jeito meigo como da primeira vez, mas voraz como antes — Agora você vai fazer o que eu quiser por ter me assustado com esse briga.
— Isso é uma chantagem? — tirei a blusa e sentei sobre seu quadril o vendo sorrir e seu sorriso é tão maravilhoso.
— Hmmm vamos ver de forma diferente, como uma troca.
— E que tipo de troca você propõe? — perguntei beijando seu pescoço e chupando a pele sensível o vendo arfar e passar a mão por minhas costas.
— Ahm, depois de ter me deixado assustado o mínimo que você pode fazer é me beijar todinho. Não acha? Quem sabe chupar um pouquinho.
— Onde você quer que eu chupe? — perguntei tirando sua blusa — Aqui? — perguntei sugando seu mamilo direito.
— Ahn de verdade Yeollie... Eu quero que chupe o meu bumbum. — ele disse em tom inocente enquanto desabotoava minha calça e colocava sua mão dentro de minha boxer me fazendo arfar.
— Não faz isso Baekkie.
— Mas eu quero Yeollie. Eu preciso sentir você. Voce é tão quente.
— Moleque, você não tem ideia de como me descontrola, não é? — perguntei o agarrando e levando para o centro da cama, praticamente arranquei sua calça juntamente com a boxer — Você sabe que me deixa louco? Eu tenho vontade de te apertar até esmagar. — disse pegando sua perna esquerda e a beijando todinha até chegar em seu pé, o que fez Baekhyun rir e puxar o pé.
— Você me deixa sem graça. — ele disse e passou o pezinho por meu peito até chegar ao meio de minhas pernas e roçar ali — Eu quero isso aqui. Eu quero dentro de mim Yeollie. Tira essa calça agora!
— Você está mandando?
— Estou! E você vai tirar.
— Claro, tudo que vossa majestade quiser. — dito isso levantei da cama e tirei as calças ficando nu como ele.
Baekhyun mordeu os lábios quando olhou para meu m****o necessitado. Voltei a subir na cama e fiquei de joelhos entre suas pernas, as afastando e passando meu m****o em sua entradinha.
— Sabe, eu gosto muito de comer você. De verdade, eu nunca achei alguém que me deixasse constantemente com t***o e eu nem era gay antes de te conhecer... Você foi o primeiro cara que eu comi e, c*****o, eu não me imagino sem a sua b***a. — disse e apertei as coxas dele. Do nada Baekhyun levantou, ficando de frente pra mim e me olhando de uma forma que eu não sabia decifrar.
Até sentir seus lábios sobre os meus em um beijo beirando o desespero.
— Eu não me vejo sem você, eu te amo. — Baekhyun disse baixinho e voltou a me beijar de forma sedenta, me tirando de órbita com seus lábios macios e gostoso. Caramba, Baekhyun tinha um gosto único, um cheiro único ele era... O único capaz de me fazer amar depois tudo que aconteceu — Yeollie, agora você disse que não vive sem a minha b***a, e sabe o que você vai fazer? Vai chupar bem direitinho.
Baekhyun disse e virou de costas para mim, ficando a b***a bem empinada.
Ele nem precisou repetir, eu afundei meu rosto entre suas nádegas, começando a chupar sua entradinha e o vendo arfar.
— Aahn Yeollie... Você... Hmmm — disse apertando os lençóis enquanto eu, além de sua entrada, chupava também suas bolas.
Apertei suas nádegas com vontade, me aproveitado de todo seu corpo deixando chupões em suas coxas e b***a, além de chupar bem sua entradinha a deixando bem molhada.
— Eu quero você gemendo bem alto quando eu estiver metendo em você. Eu quero que saibam que você é meu. — disse dando um tapa forte em sua b***a e o ouvindo gemer.
Segurei meu m****o e comecei a esfregar em sua entrada sem penetrar, sentindo Baekhyun contrair ainda mais, ansioso para que enfim eu terminasse com aquela tortura, e foi o que eu fiz, metendo de uma única vez.
Comecei a estocar lentamente o vendo gemer baixinho e se agarrar aos lençóis, sua cabeça apoiada no travesseiro, enquanto sua b***a estava bem empinada na minha direção.
Apertei suas coxas e dei tapas aproveitando de seu corpinho gostoso.
Comecei a estocar forte e Baekhyun gemia mais alto, suspirando e falando coisas que eu não entendia, mas para ele parecia fazer muito sentido.
O puxei pelos cabelos e o deixei sentado no meu p*u, de costas para mim.
— Me diz Byun, diz que sabe que seu r**o tem dono. — falei em seu ouvido, ainda segurando seus cabelos, deixando o pescoço exposto para que eu abusasse — Diz que só um pode meter aqui.
— A-ah só você, amor. Só o Chanyeol pode me comer... — disse de olhos fechados, rebolando calmamente e me levando a loucura.
— Repete... Você fica tão gostoso dizendo isso... — sussurrei e passei a mão por seu peito, levando entre suas pernas e masturbando seu m****o necessitado.
— Yeollie é o único que pode me comer. Ele é meu daddy. Pode me comer toda hora.
— Sendo assim, a gente não saí desse quarto tão cedo bebê. — o joguei de volta na cama voltando a estocar e o vendo gemer mais alto.
— Vai abusar de mim até amanhã? Ainda é cedo Yeollie... — disse com a voz entrecortada pelos gemidos.
— É tarde demais pra mim. Eu fiquei tempo demais sem você.
Me retirei de seu interior e Baekhyun fez bico enquanto virara de frente para mim e abria as pernas.
— Você é tão lindo, tão gostoso. — disse e beijei desde sua barriga até seus lábios, iniciando um beijo calmo enquanto voltava a adentrar seu corpo.
Baekhyun trocou nossas posições e ficou por cima, seu cotovelo direito apoiado ao lado de meu corpo e seu braço esquerdo em meu peito enquanto ele rebolava devagar.
— Park Chanyeol, quando você vai me pedir em namoro, droga?
— Eu tenho mesmo que pedir? — perguntei acariciando suas costas e o ajudando a rebolar mais e mais daquele jeito torturante e gostoso — Eu achei que o único pedido que ia precisar fazer fosse o de casamento.
— E você vai me pedir em casamento?
— Você ainda dúvida?
Baekhyun pareceu paralisado, parando os movimentos e me olhando nos olhos, ele fez uma coisa que eu realmente não esperava naquela momento, que foi far um tapa na minha cara – não foi forte, mas me assustou de certo modo – e puxar meus cabelos.
— Se você estiver mentido pra mim eu vou até o inferno e corto seu p*u fora. — dito isso ele me beijou por um longo tempo, eu já nem sentia a minha boca quando ele finalmente me soltou — Eu te amo, Yeollie.
Baekhyun apoiou as duas mãos em meu peito e começou a cavalgar rápido, me levando me embriagando nas sensações de prazer.
Eu queria realmente continuar sendo o cara i****a e grosso que eu sempre fui – que foi algo que sempre me "defendeu", me deixou seguro –, mas com Baekhyun isso parece ser uma tarefa difícil. Ainda mais quando ele é assim... impulsivo e... Fodidamente gostoso.
Ele voltou diferente, eu noto isso até em sua forma de respirar.
Ele não demorou a gozar gemendo meu nome de uma forma incrivelmente sexy e passou a desacelerar os movimentos, rebolando em sobre mim e me apertando ainda mais.
Segurei sua b***a e estoquei forte por algum tempo até gozar em seu interior e ter de volta um bebê exausto deitado sobre meu peito.
— Yeollie, eu não sinto minha bunda...
— Só fiz o que você mandou, bebê. — beijei sua testa e o abracei com toda a minha força antes de começar aquele assunto — Sehun foi o culpado pela minha prisão.