A respiração de Fergus estava ritmada, constante, como se o próprio ato de manter-se consciente fosse um esforço calculado, meticulosamente controlado. Ainda sentia a mão fria de Tayla entrelaçada à sua, um toque que, mesmo sem palavras, revelava mais do que ela mesma ousaria admitir: preocupação, posse, alívio. Mas ele não podia mais se dar ao luxo daquele conforto. Tinha uma missão. E, por mais que parte de si desejasse permanecer ali, sob a vigilância silenciosa daquela vampira de olhos intensos e alma marcada, Fergus sabia que havia algo ainda mais importante o esperando. Com um suspiro contido, ele soltou devagar os dedos de Tayla, separando-se dela com a mesma delicadeza que se abandona uma memória querida, mas imprópria para o presente. Ela demorou a perceber, tão envolta no pr

