17 - Luhan

1096 Palavras
Eu já estava com oito meses e meio de gravidez. E tem sido o mês mais chato. Na Yoon é uma beta, Sehun aceitou isso melhor do que eu esperava, ou ele só está fingindo, tem certas coisas sobre Sehun que eu ainda não sei decifrar, mas espero que ele tenha aceitado bem, eu não conseguiria viver com a culpa de, além dele não querer um filho, esse filho não ser nada do que ele deseja, mas eu acredito que Sehun vai amá-la demais. Eu creio nisso. (...) Eu estava "dormindo" agarrado ao meu travesseiro de grávido, mas não tem como realmente dormir quando você sente alguém te olhando e passando a mão em ti, por mais de leve que seja, não tem como. E Sehun faz isso toda manhã. Suspirei alto e me estiquei para tirar a preguiça do corpo, logo ouvindo sua voz rouquinha me desejar bom dia, acontece que eu estava com uma preguiça dos infernos, eu não queria levantar, apenas puxei a mão dele e o fiz me abraçar, me aconchegando mais no calor se seu corpo. — Lu? — Hum? — Eu tava pensando de a gente tomar café no parque hoje. — Uhum. — Então vamos. — Me deixa dormir, Sehun. Eu não entendo porquê você acorda tão cedo, eu não tenho essa disposição. — Mas amor, já são quase dez horas. — E eu com isso? Me deixa dormir. — soltei sua mão e o empurrei com a b***a, agarrando meu travesseiro novamente, aquela minhoca me entendia melhor. — Ah, Hannie, não faz assim. — começou a beijar meu pescoço — Eu sempre faço tudo o que quer, até o quarto da Na Yoon eu decorei do seu jeito. — agarrou minha cintura e colou nossos corpos novamente, sugando a pele do meu pescoço — Eu faço tudo por você, eu só quero que hoje saia pra tomar café comigo. — Eu não to afim de levantar, quer me animar me chupa. — eu falei isso para que ele parar de encher o saco. Mas Oh Sehun, é Oh Sehun. Nem meio segundo depois eu já estava sem minha cueca, sentindo ele me chupar com vontade, me fazendo gemer desesperado por ter aquela boca quentinha me acolhendo logo "cedo". (...) — Já passa das onze, Sehun, poderia ter me deixado dormir, a gente não tomou café no horário de qualquer forma. — estávamos sentados numa mesa no centro do parque, era um local muito gostoso, cheio de árvores e cheirinho de grama. — Se você não quisesse trepar a gente teria saído as nove. — Cara de p*u, ainda mentiu o horário pra me acordar cedo. — Aqui é gostoso bem cedinho, Lu. — falou dengoso. — Não vem fazer manha não, Oh Sehun, a culpa foi sua, quem começou me chupando foi você e... — parei ao ver que a garçonete que trazia nossos pedidos nos olhava assustada — Aish! Sehun deu uma risadinha fofa, mostrando as suas presinhas e agradeceu a menina com um simples balançar de cabeça. O sorriso dele era tão fofo que já tinha me derretido todo, mas ele não precisava saber. (...) — Ai, Sehun, cada vergonha que você me faz passar, eu nunca mais vou voltar naquele lugar, aquela garota vai me olhar feio pra sempre. — Ah, amor, não fica assim. — ele me abraçou por trás e depositou beijinhos no meu pescoço e eu sabia que ele estava louco para rir. — Só não te n**o sexo agora porque logo a bebê vai nascer e você não vai poder t*****r de qualquer jeito. — O quê? Como assim? — Nunca ouviu falar em resguardo, amor? Não posso t*****r por mais ou menos um mês. — dito isso comecei a tirar a minha roupa e me encaminhar ao banheiro para tomar um banho bem relaxante. — Então é melhor é aproveitar né?! — disse esbanjando seu ar malicioso e tirando a roupa, me seguindo até o banheiro, onde mais uma vez naquele dia transamos até cansar. (...) Depois de sair do banho, Sehun e eu fizemos algumas guloseimas para assistir a um filme que passaria na TV. Ele montou uma caminha cheia de cobertas e almofadas no chão e sentou, eu sentei-me entre suas pernas, aproveitando dos docinhos e do calor de seu corpo. Vez ou outra Sehun parava um pouco para beijar meu pescoço, fazer um carinho na minha barriga ou coisas do tipo. Eu tenho que admitir que amava demais esse carinho todo. Amava saber que ele tem medo de me perder. Porque o Baek tinha me falado o que fez ele ficar assim, o que faz meu coração se encher de uma alegria sem tamanho, aproveitando de todo esse amor. Sehun realmente me amava. (...) — Hunnie, to cansado de ficar em casa. — fiz bico. — M-mas foi você que disse que queria ficar em casa. — Mas eu fiquei demais, não quero mais. Quero ir numa balada. — Luhan, tu nem vai conseguir passar pelas pessoas com essa barriga enorme. — Por favor, Hunnie. Nunca te pedi nada. — Você sempre me pede tudo. — revirou os olhos — Te levo num barzinho com música, nada mais que isso. — Mas eu queria uma festa. — cruzei os braços em protesto. — Grávido não vai. Quem sabe depois. Se quiser ir ao bar se arruma e a gente vai. Saí bufando da sala em direção ao banheiro. (...) Já eram 20h quando saímos de casa. Sehun me levou a um barzinho no centro da cidade. O lugar era legal, estava bem movimentado, mas não demais, era meio escuro e tocava músicas dançantes no volume certo. Poucas pessoas estavam dançando, a maioria estava no bar bebendo e se esfregando. Sentamos em uma mesa mais ao canto, observando a multidão. Sehun pediu um Whisky para si e um drink de coco sem álcool para mim. Ficamos conversando sobre assuntos aleatórios, aproveitando aquele clima agradável, até que tocou uma música que eu amava, eu precisava dançar. A música era sexy e envolvente. — Vamos dançar, Hunnie. — Com essa barriga, Luhan? — Aham, vem. — puxei sua mão e fomos para o centro da pista. Sehun agarrou a minha cintura, minhas costas colada ao seu peito, eu rebolava sentindo a música passar como uma corrente elétrica pelo meu corpo. Ao final da música Sehun me virou de frente para si e me beijou, aquele beijo envolvente que faz sentir as pernas bambas e tudo mais. Mas eu senti mais uma coisa na minhas pernas. — Sehun.... A bolsa estourou.
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