— Não pense que assim vai resolver as coisas e...
— Eu te amo!
Aquelas palavras mexeram comigo, eu não esperava, na verdade já a muito tempo que eu não acreditava que Sehun um dia diria isso, mas ele disse, de súbito, nossos lábios m*l tinham se desgrudando e então ele disse que me... ama...
— Eu te amo. — repetiu — Me desculpe pelas inúmeras idiotices que eu fiz, eu nunca quis te magoar, mas eu também nunca quis te agradar demais e sentir seu pleno amor, sentir-me dependente de você, pois tu poderia ir embora a qualquer minuto.
— Você já tinha me marcado, Sehun, eu não iria a lugar nenhum, até mesmo sem marca, eu sempre disse que te amava, porque eu te amo, isso não vai mudar, meu amor, eu juro. Eu sei que você foi criado por pais complicados, mas eu não sou como eles. Eu te amo e sempre vou amar. — peguei seu rosto com as duas mãos e olhei no fundo de seus olhos — Sempre, entendeu?
Ele assentiu e agarrou minha cintura, tomando meus lábios com fervor, sugando minha língua e me fazendo gemer ao sentir suas mãos apertarem minhas nádegas. Eu estava necessitado de seus toques, eu queria Sehun como se ele fosse a água que mataria a minha sede depois de dias no deserto.
Ele agarrou minhas coxas de forma firme, fazendo-me as entrelaçar na sua cintura, me prensou contra a porta novamente, tomando meus lábios de maneira ainda mais afoita.
Sehun deu um jeito e arrancar a minha blusa e distribuir beijos pelo meu pescoço e clavículas.
— S-sehun, melhor ir pra c-ama... — disse entre gemidos.
E ele foi, a passos trôpegos, com seu rosto ainda na curva do meu pescoço, sugando a minha pele.
Sehun me colocou na cama e terminou de tirar a minha roupa, deixando minha ereção molhada e pulsante livre do aperto da cueca.
Ele ficou entre as minhas pernas e voltou a tomar meus lábios de forma selvagem, passando as mãos por todo o meu corpo, inclusive na minha barriga, que até que não era muito grande, eu estava arrecem com quatro meses, grávido de uma menina.
Sehun desceu os beijos pelo meu peito e deixou vários selares amorosos na minha barriga e então desceu mais um pouco, colocou uma de minhas pernas apoiadas em seu ombro e começou a beijar e sugar a pele, deixando traços levemente avermelhados. Eu amava ver a boca de Sehun me beijando, sua língua abusando da minha pele, isso me deixava a ponto de explodir. Eu sentia minha entrada pulsar desesperada, querendo muito que seu m****o quente e gostoso me preenchesse por completo.
Sehun beijou minha virilha e ignorou meu m****o brevamente, seguindo para minha entrada, começando a passar sua língua bem molhada pela área, me fazendo gemer e agarrar os lençóis da cama com devoção, cravando minhas unhas ali, quase rasgando o tecido fino.
Sehun apertava minhas coxas e lambia com vontade, sugando e deixando bem molhado. Logo depois senti dois de seus dedos me invadirem, eu estava tão concentrado em gemer desesperado que nem notei quando ele sugou os dedos para adentrá-los no meu corpo, mas eu sabia que ele tinha feito, pois deslizavam fácil.
Ele esperou passar aquele desconforto inicial e passou a mover seus dedos, fazendo com que eu abrisse ainda mais as pernas e rebolasse no seus dedo, sentindo ele ir fundo e gostoso.
— Eu senti saudade dos seus gemidos, muita saudade, geme mais alto. — começou a fazer movimentos ainda mais rápidos, eu revirava os olhos e rebolava de encontro aos seus dedos.
— Sehuuun... Por favor, anda logo, eu quero te sentir dentro de mim. — falei entre afares.
Sehun tirou seus dedos do meu interior me fazendo gemer desgostoso e ficar rebolando contra o colchão macio, desejando ter aquele prazer novamente.
— Calma neném, eu vou só tirar a roupa e você vai ter algo muito melhor. — deu aquele sorriso safado que só ele tinha.
Sehun tirou toda a roupa em um piscar de olhos, masturbando seu m****o e vindo em direção a cama.
— Espera...
— O que foi?
— Deixa eu chupar antes, faz tanto tempo.
Sehun deu aquele seu típico sorriso malicioso e parou na beirada da cama, esperando que eu o chupasse, o que eu fiz sem cerimônias, o engolindo com vontade, sentindo seu m****o chegar a minha garganta.
Ele segurou meus cabelos e guiou a minha cabeça ao seu ritmo, me fazendo gemer por ter alguns dos fios puxados com mais força.
— Já está bom. — puxou meus cabelos, fazendo com que eu soltasse seu m****o deixando aquele barulho erótico no ar.
Me deitei na cama com as pernas abertas, esperando Sehun se posicionar entre elas e adentrar meu corpo. Ele ficava brincando com a minha sanidade, passando seu m****o em minha entrada e ameaçando finalmente entrar, para então não fazer nada.
— Sehun, por favor, eu preciso de você... Hmm
— O que você quer?
— Quer que me f**a bem gostoso! É isso que quer ouvir não é? Me fode bem gostoso!
Sehun adentrou meu corpo de uma única vez, me fazendo gemer alto e arranhar seus braços.
Ele agarrou as minhas coxas e se movia rápido, saindo quase que por completo para entrar com força, Sehun me fazia ir as nuvens, seus movimentos me enlouqueciam e me inebriavam, eu estava quase gozando, mas então ele saiu do meu interior, antes mesmo que eu abrisse a boca pra reclamar, senti um tapa forte na minha coxa, ele queria que eu virasse de quatro e foi o que fiz, deixando minha b***a bem empinada para si, não demorou muito e eu senti ele adentrar meu corpo outra vez, indo fundo e me fazendo gemer ainda mais rápido, até que eu tivesse me desmanchado, sentindo ele chegar ao seu limite logo depois de mim.
Sehun tirou seu m****o e me virou na cama, tomando meus lábios daquela forma selvagem outra vez, deixando o beijo lento aos poucos.
— Eu te amo! Eu te amo! Eu te amo! — disse deixando selares nos meus lábios — Eu vou dizer isso mil vezes, eu te amo.