13 - Luhan

1027 Palavras
O rut de Sehun durou quatro dias. Quatro exaustivos dias, eu estava muito cansado. Eu não conseguia tomar um copo de água sem que ele estivesse metendo em mim – não conseguia mesmo, eu tive que tomar água enquanto estava de quatro, o sentindo meter com força. Na hora de pedir nosso café da manhã eu pedi que trouxessem também chá de Ginseng, disse para Sehun que era para amenizar minha ansiedade, mas na verdade é porque descobri que afrodisíacos naturais deixam o cheiro o ômega mais forte, eu queria que Sehun me mordesse, como aconteceu, mas eu nunca achei que ele ia querer t*****r o tempo todo, eu estava exausto. — Ah, Luhan... — gemia alto e se movia rápido — Como essa sua b***a pode ser tão gostosa?! p**a que pariu, eu não consigo para de te fuder, seu gostoso do c*****o. Ele segurava uma de minhas coxas em seu ombro e me fazia revirar os olhos de prazer. Não demorou muito e eu estava gozando fortemente, sentindo meu corpo inteiro relaxar. Logo depois veio Sehun, preenchendo meu interior com seu sêmen. Ele não tinha lembrado de usar camisinha da primeira vez e eu não fiz questão de lembrar depois. — Eu estou exausto. — disse ele ofegante, deitando ao meu lado na cama. — Imagine eu. Ainda bem que hoje é seu último dia de rut. — É, nós precisamos aproveitar a cidade, logo você entra no cio também e vamos ficar trepando por mais uma semana. — Você fala como se não gostasse. Me virei para encará-lo, Sehun tinha um sorriso sacana no rosto. (...) Passamos quatro dias visitando todos os pontos turísticos que existiam naquela cidade. Fomos em agências de turismo para que alguém especializado nos levasse em todos esses lugares. Tiramos mais de mil fotos para nossas recordações, seria um casamento memorável, já que agora que sou marcado, faço questão de mostrar ao mundo inteiro. Mas logo nossa diversão acabou e ficamos mais uma semana presos no hotel, transando de todas as formas possíveis, Sehun inventava posições. Quem estava no cio era eu, mas seu apetite s****l era insaciável. Sehun só não tentou t*****r no teto porque a gravidade não permitia. Mas até na varanda ele quis. E era o que estávamos fazendo agora. Completamente nus no ar frio da noite, eu arranhava a mureta do hotel com força, mordendo os lábios constantemente, se eu soltasse um único gemido, ecoaria por grande parte da cidade, pois eu gritaria, gritaria o quando ele fodia bem. — Ahn... Nossa… — disse um homem que apareceu na sacada ao lado, era um alfa alto, cabelos loiros e olhos verdes. Sehun sorriu para o homem e levantou minha pena, quase a apoiando sobre a mureta, e começou a se movimentar mais rápido, mostrando para o homem o ritmo que seu m****o entrava e saia de dentro de mim. Meu rosto estava quase roxo de vergonha, mas eu não conseguia dizer para ele parar, eu estava me excitando muito com aquilo. O homem apertou seu m****o e entrou para seu quarto. Eu voltei a olhar para frente e arranhei a mureta uma última vez antes de gozar em jatos fortes, que caíram em direção à rua lá embaixo, acabei por soltar um gemido rouco e manhoso e logo Sehun gozou, mas eu não pude sentir nada, pois ele estava usando camisinha, usou em todo o meu cio. Mas eu não diria para ele que era provável que fosse desnecessário. (...) Chegamos em casa três dias depois do final do meu cio, revelamos algumas fotos e colocamos em porta-retratos, ajudamos Baekhyun e Chanyeol com Hideki, que já estava bem grandinho e curtimos momentos românticos por um tempo. Mas para que tudo continuasse as mil maravilhas, quase um conto de fadas, eu tive que esconder o que realmente estava acontecendo, os enjoos frequentes, tonturas e toda aquela chatice de gravidez... Eu demorei um bom tempo até ter coragem de fazer o exame, eu já estava com dois meses quando eu recebi o resultado e contei a Baekhyun, descobrindo que ele também estava grávido. Mas os problemas começaram a surgir no terceiro mês de gravidez. — Tem engordado, Luhan? — falou Sehun passando a mão na minha barriga por cima da blusa, pois eu não deixava mais que ele a tocasse realmente, eu tinha medo dele descobrir — Seu cheiro anda tão doce. — Eu engordei sim, uns poucos quilos. — Estranho, eu nunca te vejo comer. — Mas eu como, como muito! Comi a última pizza quase inteira. — Não comeu não, comeu duas fatias e depois disse que foi escovar os dentes, ficou quinze minutos no banheiro e eu não ouvi som de descarga ou chuveiro, mas podia jurar que ouvi você vomitando. — Eu não vomitei, eu comi, e você deve estar enganado, eu comi bem mais. — Não tem nada pra me falar, Luhan? — perguntou sério. Eu sei que Baekhyun disse que eu deveria contar antes que fosse tarde, mas acabou que eu fiquei algum tempo olhando para Sehun para responder um: — Não. — Então vamos t*****r. — Não estou muito disposto. — Você tem dado essa desculpa a uns... Dois meses. É porque agora é marcado? Sabe que eu não posso t*****r com outros? Sabe que eu daria um jeito, não sabe? — disse levantando do sofá e saindo. — Eu sei, amor. – corri até seu braços e o abracei, selando nossos lábios. – — Prometo que amanhã a gente faz. (...) O amanhã teve que chegar, droga, mas eu acabei discutindo com Sehun e não dando pra ele, mas isso não ia durar pra sempre, eu precisava contar, mas eu não fazia ideia de como. Sehun sempre deixou bem claro que não queria filhos, mas esse era um dos meus maiores sonhos, eu não podia perder a chance de realizá-lo. Mas Sehun também é o meu grande amor e eu não quero correr o risco de perdê-lo. Fiquei entre a cruz e a espada e tinha pouco tempo para tomar uma decisão. Quando e como contar para Sehun que em menos de seis meses teríamos um bebê nessa casa.
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