Há semanas meu relacionamento com Luhan está muito melhor.
Não só no sexo, porque isso é uma coisa que a gente sempre faz e tal, mas na convivência.
Desde que voltamos da casa do meu pai Luhan está diferente. No começo eu nem desconfiei, Luhan sempre foi meigo, carinhoso e carente.
Mas então ele passou a me acordar toda a manhã com um boquete, foi aí que chegamos a essa situação.
— Então?
— Eu não sei...
— Sehun, só quero passar vinte dias na França para comemorar nossos aniversários.
— Qual a graça se a gente vai estar no cio?
— Vamos t*****r num lugar romântico, podemos até t*****r no banheiro de um dos restaurantes da Torre Eiffel, o que me diz?
— É por isso que tem me chupado toda a manhã?
— Talvez.
— Não precisava disso tudo, eu levo você.
— Não quer que eu te chupe mais?
— Adoro com você usa essa boquinha linda pra me chupar.
Ele sorriu safado e eu o puxei para um beijo, abraçando sua cintura com possessão.
Luhan foi me empurrando de encontro ao sofá, me fazendo sentar nele, se ajoelhou entre as minhas pernas e puxou minha calça e cueca para fora do meu corpo de uma única vez, masturbando meu m****o e o engolindo logo depois.
Luhan sabia usar a boca, e como sabia, eu seria persuadido a qualquer coisa enquanto ele faz isso.
(...)
Dez de abril bem cedo estávamos embarcando em um voo para Paris.
Luhan tinha um sorriso tão grande que era capaz de seu rosto rasgar de alegria.
Mas assim que entramos no avião ele ficou subitamente tenso.
— Que foi Luge?
— E-eu tenho medo de altura.
— Por que não me disse isso antes?
— Não achei relevante.
— Ta, toma um calmante e dorme, o voo vai demorar algumas horas.
Luhan afirmou e tomou um dos calmantes que tinha eu sua bagagem de mão.
Depois de alguns minutos no ar, Luhan dormiu. Eu fiquei ouvindo música por algum tempo e então peguei no sono também.
(...)
Acordamos faltava pouco para o avião pousar.
Trocamos alguns – muitos – beijos para Luhan se acalmar e logo estávamos em terra firme novamente.
(...)
Chegamos no hotel já era consideravelmente tarde da noite, então apenas largamos nossas mochilas e saímos para comer em um restaurante perto dali. Quem escolheu a comida foi Luhan, que já havia experimentado um pouco das variedades de pratos típicos dessa região.
Depois daquilo andamos um pouco pela cidade, admirando a beleza da cidade luz e então voltamos para o hotel.
Naquela noite trocamos muitos beijos e algumas carícias mais profundas. Mas não sexo realmente, mas não que isso fosse necessário, eu gostava quando Luhan me dava carinho.
(...)
Na manhã seguinte pedimos um café com tudo que tinha direito, frutas, torradas, sucos, croissants e um café bem forte.
Comemos tudo em meio aos risos e trocas de selares.
Mas eu sabia que essa viagem não duraria nessa felicidade por muito tempo.
Logo depois do café eu fui tomar um banho para que pudéssemos sair.
Foi então que começou os efeitos do rut.
Saí do banho rápido, sentindo meu corpo suar imediatamente depois de sair debaixo da água.
Meu corpo estava quente, meu m****o estava rígido e dolorido.
Luhan estava sentado na cama, com as pernas dobradas em borboleta, com apenas um fino lençol cobrindo suas pernas e com o peito nu.
— Já sabia?
— Senti seu cheiro.
Ele tirou o lençol de sobre as pernas e as abriu, flexionando os joelhos.
— Assim é maldade.
— Não é não, eu estou aqui... Esperando você me preencher da forma mais gostosa possível.
Não demorou um minuto para que eu estivesse sobre a cama, entre suas pernas, tomando seus lábios com fervor.
Luhan abria mais as pernas, me encaixando ali com perfeição, fazendo meu m****o se friccionar ao seu, ocasionando gemidos entre o beijo.
Luhan me empurrou para que ficasse com as costas no colchão.
Fez uma trilha de beijos do meu pescoço até meu m****o túrgido, o colocando na boca de uma única vez, engolindo com vontade, o deixando bem molhado para o que viria a seguir.
Ele sentou sobre meu m****o, vagarosamente, arfando a cada centímetro que o invadia.
Meu pequeno passou a dar leves reboladas sobre meu m****o, para então começar a subir e descer, tirando a metade do meu p*u de seu corpo para então sentar com força, o engolindo novamente.
Aquilo estava muito bom, mas eu precisava de um sexo mais selvagem, mais rápido.
O virei na cama começando a estocá-lo com vontade, fazendo o barulho de nossas peles preencher o quarto.
O cheiro de Luhan parecia estar mais forte e mais gostoso dessa vez, não consegui evitar o impulso e afundar meu rosto na curva de seu pescoço e sugar sua pele, o ouvindo gemer manhoso em meu ouvido.
Meus cotovelos estavam apoiados no colchão e minhas mãos enterradas em seus cabelos.
A cama rangia e eu ia cada vez mais fundo, sentindo que minhas bolas poderiam entrar naquele buraquinho quente e acolhedor.
Nossos gemidos eram altos e os poucos beijos que trocávamos eram afoitos, cheios de saliva e desejo.
O cheiro de Luhan parecia ser a chave para meu orgasmo.
Foi então que eu decido mordê-lo sentindo meus dentes levemente pontiagudos perfurarem um pouco da pele, sentindo o gosto ferroso se misturar ao doce de seu cheiro.
Então meu orgasmo veio forte, fazendo meu corpo todo tremer, o melhor orgasmo que eu tive em minha vida.
E logo senti o liquido quente de Luhan sujar nossos abdomens.
Fiquei um tempo dentro dele esperando o nó se desfazer, para então cair exausto ao seu lado.
— Sehun?
— Hmm?
— Você me marcou...
— Ahn?
— Amor, você me marcou!
Ele pulou meu corpo e começou a encher meu rosto de beijos.
— Eu te amo, eu te amo, eu te amo... – ele dizia entre os beijos.
Eu não queria que isso acontecesse, mas não posso dizer que estou arrependido.