11 - Luhan

939 Palavras
Sehun metia com força. E eu gostava disso. Gostava de sentir seu corpo ondulando sobre o meu, seus beijos no meu pescoço, sua pegada firme que me fazia revirar os olhos. Apesar de ser sempre assim nunca era igual, me fazia sempre querer mais, ir à procura daquele prazer indescritível que era tê-lo dentro de mim. Ele caiu ao meu lado tão exausto quanto eu, nossas respirações falhas e ofegantes. — Obrigado. — ele disse assim, do nada, o que me fez ficar muito espantado, Sehun nunca disse obrigado, Sehun nunca diz nada que demonstre carinho ou respeito. — Como assim? — Obrigado por fazer o dia aqui parecer melhor, por me fazer esquecer e sentir que alguém ainda se importa comigo. Então ele virou sua cabeça para o meu lado, olhando em meus olhos. — Eu te amo. — foi a única coisa que eu consegui dizer antes dele me puxar para um beijo. Eu subi sobre seu corpo e o abracei fortemente, ainda com meus lábios grudados aos seus, e assim ficamos por longos minutos. (...) — Pra que todo aquele barulho ontem à noite?! Queria chamar minha atenção? — ChungHo falou entre dentes. — Não sei do que está falando. — Sehun respondeu sem dar muita importância. — O Senhor passou m*l, senhor Lu? — Kwangdae era muito fofo e inocente, tinha apenas seis anos. Vi que Sehun colocou mais comida na boca para não ter que responder aquela pergunta, mas eu não sabia o que falar, já sentia meu rosto arder de vergonha. — Não esquenta maninho, eu já cuidei dele. — Sehun deu uma piscada. — Que horas você vai embora, Sehun? — Depois do almoço! — Por que tão tarde? — Eu quero ir alimentado, oras. — Urrrgh, só não me atrapalhe, tenho muito trabalho a fazer e não desvirtue meu filho. Sehun começou a mastigar mais lentamente depois daquelas palavras, se eu senti o peso das palavras, imagine Sehun. (...) — Não fica abalado com o que seu pai disse, ele não sabe o cara incrível que você é, meu amor. Sehun continuava dirigindo sem falar nada, seu rosto sem expressão alguma. Ficamos em silêncio assim por longos minutos e aquilo já estava me deixando desconfortável, então decidi quebrar o silêncio mais uma vez. — Hmm, tu não quer mesmo ter filhos? — Não! — Nunca? — Nunca. — isso me deixou bem abalado, porque eu queria muito ter filhos, mas eu não posso ter filhos se Sehun não os fizer comigo então... eu jamais sentiria a sensação de ser omma. — A gente é sempre tão opostos né?! Meu sonho sempre foi ver meus filhos correndo pela casa. Depois daquilo aquele silêncio voltou a reinar. Andamos mais alguns quilômetros e paramos em um posto de gasolina, eu comprei uma barra de chocolate e voltamos para a estrada. Eu já tinha comido meu chocolate, já tinha contado as árvores da estrada, já tinha contado os segundo dez vezes, contado as pedras da rua e quantos cachorro eu via por aí, eu estava com muito tédio. Comecei a acariciar a coxa de Sehun, um sobre e desce, vez ou outra apertando a carne farta daquela área. Subi ainda mais a minha mão e comecei a cariciar seu m****o, sentindo ele enrijecer e pulsar na minha mão. A respiração de Sehun ficou mais rápida. Mas ele não abria a boca nem pra soltar o ar da sua respiração acelerada. — p***a, nem pra gemer você abre a boca, fiquei puto agora. Tenho a leve impressão que ele pensou que eu fosse me afastar — até pela forma que eu agi, que era completamente diferente do meu normal, doce e agradável —, mas eu fiz bem o contrário, abri o botão da sua calça, puxei o zíper e tirei seu m****o da cueca. Engolindo de forma afoita, sentindo seu m****o ir fundo da minha garganta, fazendo aqueles barulhos altos de sucção. Sehun se ajeitou no banco de uma forma que eu tivesse ainda mais facilidade em engolir seu m****o, suas mãos apertavam o volante com força e eu ria de encontro ao seu m****o. Não demorou e ele estava gemendo em alto e bom som, feliz que tinha ganhado a guerra, larguei seu m****o e votei a sentar direito no banco. — Lu, eu ainda tô duro, eu quero gozar. — Me deixou entediado por muito tempo, é seu castigo. — falei sério. — Lugeee, eu vou ter que me aliviar e pra fazer isso vou ter que parar o carro, o que significa que chegaríamos muito tarde em casa, então continua chupando, eu não fico mais sem falar com você. — Não! — Por favor! Ok, me senti abalado com o "por favor", foi a segunda vez que ele disse uma das palavras mágicas, então achei justo voltar a chupá-lo. E sem duvida eu amava os seus gemidos. No final das contas acabamos chegando tarde em casa, porque chupando Sehun eu acabei ficando muito e******o, então ele teve que para o carro para que nos aliviássemos juntos, com ele metendo do jeito que eu gostava. Nós estávamos no banco de trás, eu revirava meus olhos e me agarrava ao estofado preto, minhas unhas quase penetrando o tecido. Eu não conseguia conter meus gemidos e o carro balançava no ritmo dos nossos corpos, delatando, para qualquer um que passasse por aquela estrada, o que fazíamos ali dentro. Mas eu não pensava em mais nada a não ser no quanto eu queria gozar sentindo suas estocadas gostosas. A viagem apesar de ter sido um completo desastre, ainda teve aquelas partes que valeu muito a pena.
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