Sehun metia com força.
E eu gostava disso.
Gostava de sentir seu corpo ondulando sobre o meu, seus beijos no meu pescoço, sua pegada firme que me fazia revirar os olhos.
Apesar de ser sempre assim nunca era igual, me fazia sempre querer mais, ir à procura daquele prazer indescritível que era tê-lo dentro de mim.
Ele caiu ao meu lado tão exausto quanto eu, nossas respirações falhas e ofegantes.
— Obrigado. — ele disse assim, do nada, o que me fez ficar muito espantado, Sehun nunca disse obrigado, Sehun nunca diz nada que demonstre carinho ou respeito.
— Como assim?
— Obrigado por fazer o dia aqui parecer melhor, por me fazer esquecer e sentir que alguém ainda se importa comigo.
Então ele virou sua cabeça para o meu lado, olhando em meus olhos.
— Eu te amo. — foi a única coisa que eu consegui dizer antes dele me puxar para um beijo.
Eu subi sobre seu corpo e o abracei fortemente, ainda com meus lábios grudados aos seus, e assim ficamos por longos minutos.
(...)
— Pra que todo aquele barulho ontem à noite?! Queria chamar minha atenção? — ChungHo falou entre dentes.
— Não sei do que está falando. — Sehun respondeu sem dar muita importância.
— O Senhor passou m*l, senhor Lu? — Kwangdae era muito fofo e inocente, tinha apenas seis anos. Vi que Sehun colocou mais comida na boca para não ter que responder aquela pergunta, mas eu não sabia o que falar, já sentia meu rosto arder de vergonha.
— Não esquenta maninho, eu já cuidei dele. — Sehun deu uma piscada.
— Que horas você vai embora, Sehun?
— Depois do almoço!
— Por que tão tarde?
— Eu quero ir alimentado, oras.
— Urrrgh, só não me atrapalhe, tenho muito trabalho a fazer e não desvirtue meu filho.
Sehun começou a mastigar mais lentamente depois daquelas palavras, se eu senti o peso das palavras, imagine Sehun.
(...)
— Não fica abalado com o que seu pai disse, ele não sabe o cara incrível que você é, meu amor.
Sehun continuava dirigindo sem falar nada, seu rosto sem expressão alguma.
Ficamos em silêncio assim por longos minutos e aquilo já estava me deixando desconfortável, então decidi quebrar o silêncio mais uma vez.
— Hmm, tu não quer mesmo ter filhos?
— Não!
— Nunca?
— Nunca. — isso me deixou bem abalado, porque eu queria muito ter filhos, mas eu não posso ter filhos se Sehun não os fizer comigo então... eu jamais sentiria a sensação de ser omma.
— A gente é sempre tão opostos né?! Meu sonho sempre foi ver meus filhos correndo pela casa.
Depois daquilo aquele silêncio voltou a reinar. Andamos mais alguns quilômetros e paramos em um posto de gasolina, eu comprei uma barra de chocolate e voltamos para a estrada.
Eu já tinha comido meu chocolate, já tinha contado as árvores da estrada, já tinha contado os segundo dez vezes, contado as pedras da rua e quantos cachorro eu via por aí, eu estava com muito tédio.
Comecei a acariciar a coxa de Sehun, um sobre e desce, vez ou outra apertando a carne farta daquela área.
Subi ainda mais a minha mão e comecei a cariciar seu m****o, sentindo ele enrijecer e pulsar na minha mão.
A respiração de Sehun ficou mais rápida. Mas ele não abria a boca nem pra soltar o ar da sua respiração acelerada.
— p***a, nem pra gemer você abre a boca, fiquei puto agora.
Tenho a leve impressão que ele pensou que eu fosse me afastar — até pela forma que eu agi, que era completamente diferente do meu normal, doce e agradável —, mas eu fiz bem o contrário, abri o botão da sua calça, puxei o zíper e tirei seu m****o da cueca. Engolindo de forma afoita, sentindo seu m****o ir fundo da minha garganta, fazendo aqueles barulhos altos de sucção.
Sehun se ajeitou no banco de uma forma que eu tivesse ainda mais facilidade em engolir seu m****o, suas mãos apertavam o volante com força e eu ria de encontro ao seu m****o.
Não demorou e ele estava gemendo em alto e bom som, feliz que tinha ganhado a guerra, larguei seu m****o e votei a sentar direito no banco.
— Lu, eu ainda tô duro, eu quero gozar.
— Me deixou entediado por muito tempo, é seu castigo. — falei sério.
— Lugeee, eu vou ter que me aliviar e pra fazer isso vou ter que parar o carro, o que significa que chegaríamos muito tarde em casa, então continua chupando, eu não fico mais sem falar com você.
— Não!
— Por favor!
Ok, me senti abalado com o "por favor", foi a segunda vez que ele disse uma das palavras mágicas, então achei justo voltar a chupá-lo.
E sem duvida eu amava os seus gemidos.
No final das contas acabamos chegando tarde em casa, porque chupando Sehun eu acabei ficando muito e******o, então ele teve que para o carro para que nos aliviássemos juntos, com ele metendo do jeito que eu gostava.
Nós estávamos no banco de trás, eu revirava meus olhos e me agarrava ao estofado preto, minhas unhas quase penetrando o tecido. Eu não conseguia conter meus gemidos e o carro balançava no ritmo dos nossos corpos, delatando, para qualquer um que passasse por aquela estrada, o que fazíamos ali dentro.
Mas eu não pensava em mais nada a não ser no quanto eu queria gozar sentindo suas estocadas gostosas.
A viagem apesar de ter sido um completo desastre, ainda teve aquelas partes que valeu muito a pena.