Diogo Vitório A segunda-feira chegou com aquele cheiro de folga que a gente nunca sente por inteiro. Eu ainda rolava na cama, tentando tirar o gosto de Isabel da boca e o fogo que meus lábios ainda guardavam, quando o rádio gritou: invasão na Dez. Mesmo no banheiro, enquanto eu tentava esvaziar a bexiga, o filho da p**a, o meu p*u continuava duro como uma rocha na minha mão. Era uma traição do corpo, uma lembrança constante daquela mulher que estava me enlouquecendo, era preciso ir até aquele atêlie novamente, para esvaziar o saco de novo beijando aquela boca, agarrando aquele corpo. Me vesti na força do ódio, ignorando a ereção e a falta de sono. Eu sabia que o governo não ia me pagar as horas extras feitas no mês, mas não havia prazer mais inadiável do que presenciar a queda do Malhad

