Isabel Oliveira Despertei abrindo os olhos, sentindo-me dolorida e pesada. O silêncio da laje era absoluto, cortado apenas pela respiração ruidosa do Grego ao meu lado. Virei-me na cama devagar, com as molas rangendo como um aviso, e o observei. O peito largo, coberto por tatuagens que narravam cada guerra vencida, subia e descia em um ritmo denso. Ele dormia com a boca entreaberta e os traços brutos relaxados, mas a sentinela nunca baixava totalmente: a pistola estava ali, a centímetros de sua mão, brilhando fria sobre a cabeceira de madeira. Eu não sabia o que havia de errado comigo. p***a, sexo sempre foi sexo. Nunca fui de muita frescura; sentiu a cabeça tentando entrar, eu já ficava doida para sentir o preenchimento; no "tira e mete", eu já achava bom. Qualquer s*******m e eu já est

