E os altos e necessitados gemidos de prazer vindos de Bella apenas o estimularam a penetrá-la com ainda mais afinco, acariciando as paredes voluntariosas, que se apertavam avidamente em torno dele a cada investida, como se quisessem manter seus dedos enterrados dentro dela para sempre. Visivelmente perdida em prazer, Bella inclinou-se sobre ele, repousando o rosto gelidamente febril em seu ombro enquanto movia os quadris duramente contra os movimentos implacáveis de sua mão, enquanto gemia loucamente, tornando seus toques em seu pênis frenéticos e instáveis. Contudo, foi apenas quando ele intensificou, com uma velocidade inumana, as carícias ardentes de seus dedos dentro dela, que Bella literalmente rugiu e colocou ambas as mãos em seus ombros para poder atira-lo sobre a cama, montando em seu quadril logo em seguida, sua i********e pulsante deixando um rastro de umidade em sua coxa quando ela começou a se esfregar ali, parecendo terrivelmente ávida por alguma fricção, enquanto agarrava seu m****o novamente.
Perdido no mais profundo prazer, Edward a observou separar as lindas pernas alvas sobre seu colo, afastando as coxas carnudas assim que se sentou sobre ele, dando-lhe um visão delirante de ambas suas entradas excitadas e pulsantes, que pareciam quase implorar para que ele se enterra-se profundamente em cada uma delas. Lambendo os lábios, ainda com a expressão repleta apenas do mais incessante desejo, Bella lhe deu mais alguns golpes duros antes de começar a guiar aquela dolorosamente longa e espessa prova de sua necessidade por ela até as dobras cremosas e pulsantes... Até que ele estendeu os braços para apertar descaradamente a carne de suas coxas enquanto a ajudava a se posicionar sobre sua ereção colossal e os olhos perdidos de Bella repentinamente foram atraídos para a cicatriz de mordida em seu braço esquerdo.
Surpreso e, mais do que tudo, confuso, Edward a viu literalmente ficar paralisada no meio do caminho, literalmente a apenas alguns poucos centímetros de descer o quadril e deixa-lo deslizar dentro daquele pequeno paraíso apertado entre suas pernas. Engolindo em seco, ele teve que se conter para não ceder ao desejo desesperador de impulsionar o quadril para cima, tentando se concentrar apenas na preocupação que encheu seu peito conforme a tristeza tingiu a expressão de Bella, que tocou longamente a cicatriz em seu braço, antes de finalmente falar, a voz parecendo perturbada, mas, principalmente, culpada.
- Você... Você realmente quer isso? – ela perguntou-lhe lentamente, surpreendendo-o ainda mais.
- Do que está falando, Bella? – ele perguntou entre dentes, desviando o olhar para o gigantesco e palpitante m****o entre eles, perguntando-se se aquela evidência já não era suficiente para que ela percebesse o quanto ele estava literalmente doendo por ela.
- Não, não estou falando fisicamente... – Bella esclareceu, mordendo os lábios, obviamente tensa – É que... Droga, Edward, eu joguei você na cama e rasguei suas roupas, mesmo depois que você deixou claro que gostaria de se casar antes! – ela desviou os olhos dos dele, envergonhada, fitando novamente sua cicatriz – Você está sempre fazendo sacrifícios por mim, tentando fazer o que eu quero, o que me deixa feliz... Nosso relacionamento não pode ser assim! – sua exclamação tinha um tom desolado que fez o coração dele apertar - Não quero que faça amor comigo só para me agradar ou porque estou obrigando você. Eu amo você e quero que esteja feliz... – para seu total desespero, ela se afastou dele, sentando-se na ponta da cama e abraçando a si mesma, escondendo sua nudez o máximo possível – Quero que façamos amor porque ambos queremos, não apenas eu. Por isso... Se você quiser se casar e isso te fizer feliz... Eu aceito. – ela deu um sorriso triste, mas que também transbordava amor por ele – Posso esperar o tempo que for necessário até você sentir que está na hora de consumarmos isso.
Por um segundo, ele permaneceu tão absolutamente perplexo que sequer conseguiu responde-la. Finalmente, quando Bella, ainda claramente se sentindo muito culpada, perdida naquela ideia louca de que ela estava "forçando-o" a possui-la, Edward soltou um grunhido irritado – não com ela, mas com aquele pensamento terrivelmente absurdo – e, tornando-se um borrão, a alcançou antes mesmo que seus pés pudessem tocar o chão do quarto, prendendo-a entre seus braços novamente. A posição, que a forçou a envolver as pernas em torno de sua cintura e colar seu tronco contra o dele, acabou por pressionar os s***s dela contra seu peito e deixar sua i********e perfeitamente aninhada contra sua ereção. Enquanto ambos gemiam de prazer juntos, ele afundou o nariz em seu cabelo, respirando profundamente seu cheiro antes de mover o rosto para lamber longamente seu pescoço e erguer as mãos para provocar seus m*****s entre os dedos, o que fez sua parceira choramingar, além da nova onda de umidade que ele sentiu revestir sua v****a.
- Você sente isso? – ele rosnou, esfregando a extensão maciça de seu pênis contra as dobras molhadas ao seu redor e fazendo-a gemer profundamente, contendo-se para não ceder ao desejo de penetrá-la – Como pode pensar que me sinto obrigado a fazer amor com você? – a palavra era tão exasperante que saiu de sua boca com um grunhido – Bella, eu posso ter sido criado com princípios diferentes e confesso que adoraria poder colocar um anel no seu dedo um dia... – ele suspirou, cruzando os dedos de uma mão com os dela – Mas isso não quer dizer que eu deseje você menos, Bella. Não percebe? – ele emoldurou seu rosto entre as mãos, garantindo que ela encontrasse seu olhar e percebesse o amor e a verdade em suas palavras – Antes de você, meu mundo era apenas escuridão. Nunca sequer ousei ter esperança de que um monstro como eu pudesse encontrar alguma felicidade ou razão para viver durante essa existência imortal. E então... – ele sorriu para ela, completamente encantado – Você surgiu. E tornou meu mundo tão luminoso que eu sequer soube como reagir: me sentia culpado, já que sabia que nunca poderia ser digno de você, mas ainda assim tinha medo de te perder e voltar para aquele terrível mundo de sombras novamente... Medo de nunca mais poder estar com a única mulher que eu amo e que sempre amarei. – ele acariciou seu lindo rosto deslumbrado – Acho que jamais vou conseguir compreender porque você também me ama ou porque fui merecedor de algo tão precioso quanto o seu amor, mas... Sei que, enquanto você me quiser, Bella, eu vou estar aqui, disposto a ter tudo o que puder com você. Quero ser seu noivo, seu marido, seu amante... E não importa em que ordem essas coisas aconteçam. – ele roçou os lábios nos dela gentilmente – Eu apenas quero você. Aqui. E agora.
Ele só foi capaz de admirar o brilho maravilhado nos olhos dela, diante de suas palavras, por um rápido segundo, antes que Bella o puxasse para perto, envolvendo-o em um beijo quente e instigante que acendeu a chama da paixão novamente. Deitando-se na cama enquanto permanecia apertando-a contra si, Edward desceu seus beijos para seu pescoço, ombros e s***s, enquanto os gemidos dela enchiam o quarto.
Ainda deliciando-se com cada parte do corpo nu de sua parceira, Edward soltou um gemido, que praticamente fez o quarto tremer, ao senti-la correr os dedos por seu pênis enquanto o alinhava contra sua i********e, usando a cabeça inchada, de onde o líquido pré-seminal escorria mais do que nunca, para percorrer todo o caminho desde o c******s sensível até finalmente chegar na entrada trêmula de desejo, abaixando-se o suficiente para permitir que a ponta de seu pênis a penetrasse, esticando apenas brandamente a carne úmida, mas que ainda assim os fez quase gritar de tanto prazer.
Centímetro por centímetro, os dois se perderam lentamente em seu crescente êxtase, enquanto Bella o acolhia no calor apertado e enlouquecedoramente acolhedor de sua i********e. Em determinado momento, ele sentiu a pequena barreira dentro dela se romper diante de sua penetração, o hímen um pouco mais firme do que ele imaginava ser o de uma humana, mas que obviamente não causou qualquer dor a Bella quando foi desfeito. Por fim, quando ela finalmente sentou-se sobre seu quadril, com seu m****o totalmente enterrado dentro dela, eles permaneceram alguns segundos apenas desfrutando da sensação indescritível de i********e, de estarem literalmente ligados como um, enquanto suas paredes macias se apertavam ao redor dele, provocando cada terminação nervosa que o corpo dele tinha.
Após passar vários momentos – que foram ao mesmo tempo longos como anos e curtos como um piscar de olhos – ele cravou os dedos firmemente na carne de seus quadris, agarrando-a e estimulando-a a se erguer sobre ele, retirando-o de dentro dela novamente lentamente, antes que Bella, após um gemido sôfrego e cheio de desejo, descesse sobre ele em ímpeto, empalando-se contra ele com força.
A partir ali, eles se perderam em movimentos selvagens, buscando apenas saciar seu prazer enquanto ele saia e entrava com força de dentro dela, gemendo e delirando a cada momento em que seu m****o, cada vez maior e mais e******o, esfregava-se avidamente contra suas dobras úmidas e deliciosamente sensíveis, apertando-o intensamente enquanto os sons perversamente eróticos de prazer lascivo e de carne contra carne os rodeavam.
Ávido por ouvir seus gritos e gemidos se tornarem cada vez mais altos, ele intensificou ainda mais sua penetração frenética, ignorando o ranger metálico da cama se retorcendo abaixo deles, enquanto suas mãos e boca passeavam pelo corpo dela, descobrindo os pequenos pontos sensíveis e eróticos que a deixavam impossivelmente mais encharcada conforme ela afastava as coxas ao máximo, convidando-o a invadi-la por completo. Sem qualquer pudor, ele beijou e lambeu seu pescoço, correndo as mãos por suas costas, nádegas e pernas macias. Torceu e sugou avidamente os pequenos m*****s entumecidos, ao mesmo tempo em que dedilhou impetuosamente o pequeno c******s endurecido de prazer.
Eles permaneceram naquela crescente infinita de puro prazer por um tempo que ele estava alheio demais para sequer mensurar quanto. O cheiro doce de sexo ao redor deles apenas serviu para tornar o momento ainda mais intenso, quase doloroso, conforme aquela sensação indescritível se construía dentro de seu ventre, e aparentemente também no de Bella, a julgar pela maneira como seu interior o apertava quase ao ponto de doer, sentindo-se como se estivesse querendo sugar seu g**o de dentro dele, faminta.
Por fim, quando o aperto dentro dela travou-se ao redor dele e as paredes úmidas e cremosas começaram a estremecer com força, arrancando dele um gemido quase sofrido de tanto prazer, Bella soltou um grito agudo e satisfeito, vindo do fundo da garganta, claramente uma catarse, enquanto tombava contra ele, gozando com tanta força que seu corpo espasmou por completo sobre ele. Tomado pela sensação indescritível do ápice do prazer dela, enquanto suas apertadas dobras tremulavam desesperadamente contra a dureza de seu pênis, ele soltou um grunhido estrangulado quando a sensação em seu ventre explodiu, fazendo-o sentir quase como se houvesse saído de seu corpo e sido mergulhado em uma dimensão de puro prazer, onde não existia nada além da sensação inebriante do corpo de Bella e de seu m****o revestindo suas dobras cremosas com g**o espeço e frio.
Após o que pareceu uma eternidade de pura satisfação, ele recuperou um pouco da consciência, voltando a sentir a sensação de seus membros aos poucos, ainda aproveitando os últimos vestígios de seu orgasmo e até mesmo um pouco chocado pela intensidade daquela experiência. Para seu enorme constrangimento, ele já ouvira na mente de outros qual era a sensação do auge do amor carnal e registrara, por alto, que o orgasmo era ainda mais intenso para os vampiros do que para os mortais, mas aqueles pensamentos ávidos sempre lhe pareceram exagerados, quase fantasiosos. A sensação parecia surreal demais em suas mentes e ele a tinha subestimado ao longo de seus anos solitários. Agora, porém, após viver aquela experiência sublime, ele sentia-se maravilhado e, principalmente, viciado.
Surpreendentemente, ele se sentiu quase como um recém-criado novamente, mas, ao invés de sangue, ele estava ardendo por Bella. Por seu corpo, por seu cheiro, sua pele, sua presença...
Por ela inteira.
Deliciado, ele observou sua companheira, com os cabelos revoltos sobre o rosto, revirar-se suavemente sobre seu peito, o grande sorriso satisfeito revelando que ela estava aos poucos começando a retornar à realidade também.
- Eu amo você. – foi tudo o que ele pode dizer-lhe, enquanto a apertava ainda mais entre os braços, ainda profundamente enterrado em seu interior encharcado e levemente trêmulo – Mais do que jamais vou poder expressar.
- Eu também amo você, Edward. Mais do que qualquer coisa. – ela sussurrou alegremente, erguendo os olhos brilhantes para encará-lo – E, à propósito, eu vou querer você para sempre.
Ele riu. É claro que ela havia se concentrado naquela parte específica de sua declaração. E, naquele momento sublime de puro amor e prazer, em que ele era literalmente um com ela, Edward não permitiu que nenhuma de suas inseguranças e temores malucassem aquele instante perfeito. Eles faziam parte de seu antigo mundo de escuridão e, mais do que nunca, com Bella ali diante dele, era difícil lembrar qual era a sensação de estar mergulhado nele – sendo parte dele, apenas mais um entre as sombras. Assim, ele se inclinou para beijá-la, deixando que apenas a alegria imensurável de amar e ser amado por aquela mulher inigualável preenchessem seu peito.
- Para todo o sempre, minha Bella.