Capítulo 11 – Aqui e Agora (Parte 01)

4255 Palavras
- Eu odeio tanto vocês... Edward riu da voz falsamente irritada de Kate, enquanto mantinha Bella aninhada em seus braços, observando-a ler, bastante concentrada, na biblioteca dos Denali. Era notável como observar sua parceira ficar completamente entretida com um livro era incrivelmente fascinante. Mas, na verdade, não havia nada sobre ela que não o deixasse absolutamente fascinado. Era realmente quase engraçado como ele parecia literalmente hipnotizado por Bella, especialmente quando olhava a cena dos dois aninhados pela mente de Kate. Claro, para ela, os dois pareciam também um casal de adolescentes humanos patéticos, mas Edward não se importava. Ele provavelmente também seria bastante ranzinza se fosse um vampiro solteiro com mais de mil anos vivendo em uma casa com dois casais perdidamente apaixonados. Por isso, com um sorriso zombeteiro na direção de onde Kate estava, parada na porta da biblioteca, os observando, Edward se inclinou para deixar vários beijos molhados e sonoros no pescoço exposto de Bella. - Edward! – sua companheira riu, a voz bem-humorada sugerindo que ela estava tentando repreendê-lo, mas rapidamente fechou o livro em sua mão e se remexeu em seu colo até ficar de frente para ele, selando os lábios nos dele enquanto Kate fingia vomitar. - Tudo bem. – a amiga de Bella reclamou, enojada – Hora de caçar, meninas. Mais cinco minutos disso e eu vou ser a primeira vampira com diabetes. Ele e Bella gargalharam, enquanto a voz de Irina soou no andar de baixo, alta e clara. - Oh, deixe-os em paz, Kate! Tanya que é a invejosa entre nós três. – ela riu. - Querem parar de me provocar por isso? – Tanya choramingou, parada ao lado da porta, esperando as irmãs – Eu prometi que ia deixa-lo em paz e deixei, não é, Edward? – ela perguntou um pouco alto demais, claramente querendo que ele a defendesse - Eu não sou do tipo que gosta de homens comprometidos. Com um suspiro, Edward apenas afundou ainda mais o nariz no grosso cabelo de Bella, aspirando seu perfume enquanto ela dava uma suave risadinha diante da reação de Tanya. De fato, assim que ambos voltaram para a casa dos Denali após se tornarem parceiros oficialmente, ela havia sido a primeira a encontrar-se com eles, parecendo verdadeiramente arrependida e pedindo mil desculpas por sua teimosia em tentar conquistar Edward, mesmo estando bastante claro que ele estava apaixonado por Bella. Desde então, a vampira havia sido nada mais do que absolutamente respeitosa perto dos dois, esforçando-se ao máximo para ganhar um pouco mais da simpatia tanto dele quanto de Bella. Naquele dia, por exemplo, Tanya havia planejado uma viagem de caça com as irmãs, aproveitando que Carmen e Eleazar haviam saído há alguns dias para terem algum tempo romântico sozinhos, e assim poder dar um pouco mais de privacidade aos dois. É claro que "privacidade", na cabeça de Tanya, tinha um significado muito específico... De fato, nas duas últimas semanas de beijos e carícias, desde que ele descobrira que Bella retribuía seus sentimentos, ele tinha travado várias batalhas contra si mesmo para se manter respeitoso com sua amada. Ela era sua vida, seu coração e sua alma. Por isso, merecia infinitamente mais do que simplesmente ser alvo dos desejos ardentes dele logo naqueles primeiros dias. Ele queria dar a ela o tempo necessário para se sentir confortável com a i********e e, talvez, se ela assim quisesse, também tornar a relação deles mais oficial. É claro, ele tinha consciência de que os humanos haviam mudado bastante de concepção sobre o que era adequado em relação à primeira noite de um casal... Ainda assim, sua parte sonhadora havia prosperado bastante desde que se mostrara correta, e ele não podia deixar de pensar se Bella gostaria de seguir as tradições da maneira convencional, como ele sempre pensara que seguiria, quando era humano... Cortejo, amor, casamento... E só então i********e. É claro, jamais haveria nada de muito convencional entre um casal de vampiros como eles, mas, ainda assim... Ele queria dar aquilo à Bella. E, sendo franco, queria aquilo também para si mesmo. Alianças, véu e grinalda, dar a ela seu sobrenome... Vê-la de branco, andando pelo altar em direção a ele... Soava tão perfeito... - Vamos logo, antes que eles decidam se engolir. – Kate revirou os olhos, tirando-o de seus sonhos românticos, enquanto descia as escadas de encontro às irmãs. - Tenham um bom final de semana, queridos. – o duplo sentido era aparente na voz sorridente de Irina. Sozinhos?, Tanya pensou enquanto abria a porta principal, com uma gargalhada maliciosa, Aposto que eles vão ter um final de semana muito melhor que o nosso. - Tente finalmente dar um pouco prazer a essa pobre garota, Edward. – Kate disse, sendo a única do trio cujo tom de voz era totalmente sério – Eu consigo sentir a frustração dela daqui. Bella teve tempo apenas de arfar, terrivelmente envergonhada, antes das irmãs Denali, rindo entre si, dispararem porta afora, deixando-os completamente sozinhos. Por mais que aquele tipo de comentário vindo delas não fosse exatamente raro naquelas últimas duas semanas, ainda assim Edward se revirou um pouco, desconfortável. Ele não era t**o o suficiente para não levar em consideração as opiniões das Denali novamente: ele sabia que elas estavam certas em pensar que Bella o desejava também. E ele não era alheio àquilo, de maneira nenhuma. Quando ela estava em seus braços, ele reconhecia o desejo, a necessidade, o convite ardente... Não era por falta de desejo mútuo que eles não haviam se entregado ao prazer ainda. Era apenas porque ele ainda não tinha certeza se ela queria aquilo por completo: estaria ela se rendendo aos próprios desejos ou apenas tentando agradá-lo? Será que ela não queria algum compromisso, antes deles... Compartilharem a cama? Quem sabe eles pudessem conversar sobre aquilo naquele dia, já que estavam sozinhos... Vendo que ela continuava com aquela expressão mortificada, ele riu baixinho antes de traçar um caminho de beijos por sua testa até um dos cantos de sua boca, sentindo-a, aos poucos, relaxar em seus braços. Gentilmente, ele murmurou contra seu ouvido. - E então? O que a minha parceira gostaria de fazer hoje? – ele sentiu a pele do braço dela se arrepiar sob a ponta de seus dedos. Bella engoliu em seco, desviando os olhos para a enorme estante de livros diante deles, com uma expressão pensativa no rosto. Alguns minutos de puro silêncio se passaram e ele teve que morder a língua para não pedir que ela lhe mostrasse o que estava se passando em sua mente. Bella presava por sua privacidade mais do que tudo e Edward a compreendia e respeitava. Todavia, em momentos como aqueles, em que ela parecia preocupada e indisposta a compartilhar seus problemas com ele, Edward se sentia extremamente ansioso. Era sempre uma tortura não ver aquele sorriso lindo no rosto dela. - Eu... – ela finalmente disse, embora ainda parecesse insegura – Realmente gostei desse livro... Acho que quero guarda-lo no quarto onde estou ficando. Será que... – ela o olhou por cima dos cílios – Você quer vir comigo? Ainda sem entender o porquê de ela parecer tão nervosa, ele sorriu – Mas é claro, amor. Na velocidade humana, ela se levantou do colo dele, pegando sua mão antes de começar a subir as escadas com ele. E não lhe passou despercebido o fato de que, mesmo depois de quase 05 semanas com os Denali, Bella ainda não se sentira confortável o suficiente para chamar o quarto que eles haviam reservado para ela de "meu quarto". Mesmo que aquela família estivesse sendo nada mais do que incrivelmente hospitaleira com eles, era perceptível que Bella não considerava o Alaska seu lar – provavelmente por ainda sentir o peso da perda de sua vida em Forks. E, mais do que tudo, ele desejou poder dar aquilo a ela, também: um lugar que os dois poderiam chamar de lar, onde ele poderia ouvi-la dizer "nossa casa", "nosso quarto". Nossa cama. Engolindo em seco, ele tentou se concentrar somente na nova ideia se formando em sua mente. A vida nômade poderia ser um pouco solitária, mesmo quando em par, e ele simplesmente não imaginava Bella nela. Mas ele podia vê-la em uma bela casa, com uma decoração simples e requintada e uma enorme biblioteca... Talvez até mesmo um piano, no qual ele poderia voltar a tocar... Lutando para desviar os olhos do movimento cadenciado dos quadris dela bem em frente a ele, enquanto Bella subia as escadas, Edward se perguntou se ela gostaria da melodia que estava se construindo em sua mente a muito tempo: uma canção inspirada nela, cujas as notas eram um ode à sua resplandecência... Ele ficou quase agradecido quando eles finalmente entraram no quarto e Bella o guiou até a cama de casal que havia no quarto, - uma das únicas que havia na casa fora do quarto de Carmen e Eleazar e que, até onde ele sabia, servia muito mais como sofá do que para sua função original - movendo-se ainda na velocidade humana para guardar o livro que carregava na pequena estante perto da janela. Naquele primeiro mês, ele havia notado que Bella desenvolvera a tradição de tirar seus livros favoritos da biblioteca, com a permissão de Carmen, e guarda-los no quarto em que estava, mas não tinha se dado conta do porquê, até finalmente entender que ela simplesmente não gostava de descer, por mais veloz que fosse, e arriscar encontrar Tanya insinuando-se para ele. E, mesmo agora, que aquele problema não existia mais, ela continuava colecionando seus livros naquela estante. E ele já havia decorado o nome de todos eles, para compra-los para ela e coloca-los em sua nova casa, quando fosse possível. Assim que Bella se virou, ele ficou surpreso ao notar o quanto ela parecia nervosa, andando lentamente - quase temerosamente, na verdade – até ele e sentando-se timidamente em seu colo, antes de se tornar uma perfeita pedra aconchegada nele – demonstrando como ela estava tensa. - Está tudo bem, meu amor? – ele colocou várias mechas do cabelo dela atrás de sua orelha, para ver melhor seu rosto - Parece nervosa. - N-não... – ela gaguejou, obviamente não melhorando em nada suas preocupações; todavia, conforme ela o fitava fixamente e ficava cada vez mais claro que algo a estava incomodando profundamente, ele estava prestes a implorar que ela lhe dissesse o que havia de errado, quando Bella finalmente falou novamente, parecendo mais temorosa do que nunca – Edward... Se eu fizer uma pergunta... Você me responderia de maneira sincera? - Mas é claro. – ele acariciou seu rosto, angustiado – Por favor, me diga o que está errado. - Você... – ela engoliu em seco - Me acha atraente? - Mas é claro. – Edward assentiu, pasmo; aquela era a pergunta que a estava deixando tão aflita? – Você é a mulher mais esplêndida que já conheci, Isabella. – ele afirmou com veemência, selando os lábios apaixonadamente sobre os dela, demorando-se ali vários minutos, antes de continuar – Como pode pensar o contrário? – ele questionou, atônito. - Se é assim porque você... – ela se interrompeu de repente, hesitante – Quer dizer, por que nós nunca...? – parando novamente, ela passou um longo momento em silêncio, antes de reerguer a cabeça, parecendo determinada, e puxá-lo com firmeza para um beijo apaixonado. Ainda confuso, mas rapidamente se deixando envolver pelo prazer de seu beijo, Edward envolveu seus braços em sua cintura com mais força, deixando escapar um gemido ao senti-la pressionar-se com afinco sobre o peito dele, permitindo que ele sentisse o formato perfeito de seus s***s mesmo sobre as camadas de tecido. O som pareceu ter um efeito afrodisíaco sobre Bella, que enterrou ambas as mãos em seu cabelo antes de puxa-lo para si com avidez, aprofundando o beijo e intoxicando-o com seu gosto doce. Completamente alheio a tudo que não fossem as sensações de seus lábios e de suas mãos passeando sem qualquer pudor por seus ombros e costas, Edward permitiu que suas mãos fizessem o mesmo, percorrendo desde seu pescoço, até seu quadril e as coxas, repentinamente odiando o maldito tecido que o impedia de tocá-la por completo... E ele só se deu conta do que havia feito ao ouvir o tecido de seu jeans rasgar-se audivelmente, deixando um grande buraco que revelava a pele alva da coxa esquerda. Pasmo e sobressaltado pelo que tinha feito, Edward imediatamente afastou-se do beijo, sem perceber que Bella ainda estava aninhada a ele, obviamente não querendo interromper aquele momento. - Eu... Eu sinto muito, Bella. – ele balançou a cabeça, olhando para sua pele exposta, desorientado – Eu não queria fazer isso... - Por que não?! – a explosão entristecida e frustrada de Bella o deixou ainda mais perplexo – Como quer que eu acredite que me acha atraente... Quando é óbvio que não me deseja? – ela suspirou, desapontada. - Não desejo você? – ele repetiu, incrédulo – Bella, porque diabos acha que eu acabei de literalmente rasgar suas roupas? - Por que não continua rasgando então? – ela o desafiou, inflando as bochechas daquela maneira adorável que ele tanto amava – Se realmente me deseja, por que sempre para em momentos como esse? Por que não quer fazer amor comigo? – ela questionou, obviamente magoada. - É isso o que você pensa? – estarrecido, Edward colocou ambas as mãos em seu rosto, obrigando-a a olhá-lo novamente, para assim absorver a verdade em suas palavras – Bella, não há nada que eu queria mais no mundo do que você. E, por mais que eu não me orgulhe disso, tenho desejado o seu corpo desde a conheci. – ele suspirou. – Desejo tanto que às vezes me sinto louco, fora de mim, como agora... – ele correu os dedos pela carne nua e macia de sua coxa, fazendo os dois se arrepiarem. - Se isso é verdade, por que não podemos continuar? – ela arregalou os olhos, exasperada – Eu quero você e você me quer... Por que ainda não fizemos isso, se você realmente me deseja? - É justamente porque eu não sou o único que tem que querer isso, Bella. – ele balançou a cabeça, tentando se explicar – Não quero que pense que posso lhe oferecer apenas isso... – ele acariciou seu rosto carinhosamente – Porque, Bella... Se você quiser mais, eu darei. - Mais? – ela questionou, absolutamente confusa – O que mais pode haver? Ele riu de sua expressão – Estou falando de tradições um pouco mais... Humanas, Bella. – ele percorreu suavemente sua mão com a ponta dos dedos, concentrando-se no dedo anelar da mão esquerda – Você... Gostaria de se casar, amor? – ele perguntou impulsivamente, imediatamente se arrependendo do pedido abrupto; um momento como aquele devia ser romântico e inesquecível, não repentino. - Casar? – Bella perguntou, não encantada ou revoltada, apenas... Horrorizada? Sua reação quase de pânico chegou a surpreendê-lo – e também magoá-lo um pouco - por alguns instantes, até que ele se recordou de tudo o que ela havia lhe contado sobre o relacionamento de seus pais e, repentinamente, sua reação adquiriu bastante sentido: durante sua vida, diferente dele, Bella não tivera quaisquer exemplos de relacionamentos bem-sucedidos. Para seus pais, o casamento fora apenas um ato impetuoso que resultara em mágoas e dificuldades, ao invés de felicidade. Sendo racional, ele compreendia porque Bella separava o amor da instituição do casamento. Ele lera sua mente, então jamais duvidaria da profundidade de seus sentimentos por ele. Ainda assim, não pôde conter a pequena parte em seu coração que se partiu um pouco ao saber que ela provavelmente jamais aceitaria se casar com ele. - Acho que isso é um não, certo? – ele tentou rir, não querendo perturba-la, mas, ao ver sua expressão tornar-se terrivelmente arrependida, Edward soube que não havia sido bem sucedido. - Não, Edward, não é que eu não queira me casar com você. Por favor, não fique magoado. – ela implorou, acariciando suavemente suas têmporas – É só que... – ela mordeu o lábio, obviamente desconcertada – Eu... Eu apenas nunca pensei que me casaria um dia e... Não sei. Tudo nessa vida vampira é tão intenso e eterno... – ela deu um pequeno sorriso – E um casamento é tão... Humano. – ela torceu o nariz, como se aquilo fosse algum r**m – Eu apenas... Não pensei que uma coisa teria a ver com a outra. Somos um do outro para sempre, não é? – ela questionou, olhando-o amorosamente – Por que precisamos de algo tão formal como um casamento? – era quase risível como aquela palavra saía da boca dela no formato de rosnado, como se fosse algo repugnante de se dizer – Ou no mundo dos vampiros a fornicação é algum tipo de crime e eu ainda não sei? - Não. – ele riu – E, até onde sei, a maioria dos vampiros realmente não recorre à instituição do casamento. Afinal, é um pouco difícil estar na presença de um padre humano sem querer mata-lo. – ele deu um meio-sorriso diante do humor n***o. - Então... – Bella questionou, confusa, como se ele estivesse dizendo algo incompreensível – Por que? - Bem, porque... – ele explicou, repentinamente tímido – Era como as coisas funcionavam quando eu era humano. Foi como eu fui ensinado. Quando um homem amava e respeitava uma mulher, ele a desposava, antes de se deitar com ela. Ultrapassado, eu sei. – ele suspirou – Mas, depois que me separei dos Cullen, nunca me preocupei em aprender os novos costumes... - Eu gosto do seu jeito ultrapassado. – ela o consolou com um sorriso divertido, erguendo o pescoço para beijá-lo amorosamente, mas logo seu rosto se tornou preocupado – Então... Você não quer fazer isso antes do casamento? - Só vamos nos casar se você quiser, Bella. – ele a assegurou – A única razão para estarmos tendo toda essa conversa é por conta disso. Não quero que pense que eu não respeitaria essas tradições por você, se quisesse. Se você quiser esperar, esperaremos. Bella permaneceu congelada por algum tempo, visivelmente abismada, deixando-o no limite da preocupação, pronto para perguntar-lhe o que estava pensando que parecia tão terrível, quando ela finalmente perguntou, com voz vazia. - Está me dizendo que não fizemos amor até agora porque você achou que eu queria me casar? - Sim. – ele confirmou, ainda sem entender sua reação – Tive medo de que pensasse que eu só a desejava fisicamente e que não atenderia seus desejos, caso quisesse um nível mais alto de compromisso. - O para sempre não é o suficiente? – ela perguntou, ainda lacônica. - É claro que é. – ele sorriu apaixonadamente – Mas eu gostaria de ter todos os tipos de para sempre com você, Bella. Quero que sejamos um do outro de todas as formas possíveis. E, se você também quiser, estou disposto a isso. - Você é tão impossivelmente perfeito. – ela mordeu o lábio, ainda parecendo incrédula – Eu amo você, Edward e também quero ser sua de todas as formas. Mas não temos como nos casar hoje, certo? Então, hoje, você vai fazer amor comigo. – ela proclamou, calma e determinada. - Você quer mesmo? Quer dizer, se casar? – ele sorriu, deliciado e ainda um pouco temoroso – Porque, se quiser esperar, nós não precisamos... Repentinamente, ele se viu sendo jogado com certa rudeza na cama, fazendo a armação de metal ranger audivelmente. Surpreso, ele viu Bella avançar para cima dele em um átimo, sentando sobre seu quadril e, para sua total surpresa e deleite, rasgar a camisa para fora do próprio peito, ficando apenas com um delicado sutiã azul-escuro que contrastava deliciosamente com sua pele cremosa, enquanto rugia, determinada. - Nós precisamos sim! – ela o olhou, lindamente irritada, antes de se inclinar e rasgar a camisa dele também, fazendo-a virar um monte de trapos em uma velocidade impressionante – Porque, se você continuar me negando isso, eu vou ficar louca! Agora, o que você me diz? – ela cruzou os braços sobre o peito, lindamente emburrada como sempre, o que fez com que seus s***s fossem pressionados juntos, quase transbordando através do material fino do sutiã, como se estivessem se oferecendo para ele... Com um grunhido de rendição que soou mais como um ronronar necessitado, em um piscar de olhos Edward estava sentando na cama, com a boca na dela, entregando-se completamente àquela fome devassa que vinha consumindo-o desde que a conheceu. Gemendo satisfeita contra ele, Bella desceu as unhas lentamente por seu peito, até chegar ao limite de sua calça e despedaçar seu cinto. Completamente perdido nas carícias dela, ele passou suas mãos por sua barriga, seus quadris, suas costas, dando-lhe afagos ardentes enquanto descia seus beijos por seu pescoço, seus ombros, o inícios do seios... E, assim que seus lábios alcançaram a pele sensível que a renda azul não cobria, Bella soltou um arfar quase choroso e, antes que Edward sequer percebesse seus movimentos, ela já havia destruído a parte de trás do sutiã e o arremessado para longe, deixando os s***s alvos nus, com os m*****s deliciosamente erriçados e completamente a sua mercê. Sentindo-se completamente feroz, quase como se não fosse mais capaz de raciocinar, ele deixou que suas mãos e boca descessem sobre cada parte do peito dela, afagando a pele macia, sentindo o formato de seus s***s se encaixar perfeitamente em suas mãos, - como se tivessem sido feitos para que ele os segurasse e acariciasse a carne suave – e torcendo e lambendo os b***s de maneira propositalmente branda, adorando e provocando o corpo dela até que Bella o empurrou para cama novamente, estourando o botão de sua calça e transformando o tecido em farrapos em menos de um segundo. No passado, quando ele ainda estava no início daquela nova existência e escutava Carlisle e Esme cogitarem em suas mentes como ele seria mais feliz se encontrasse o amor, – em todas as suas formas, desde a sentimental até a física – sempre imaginara que aquele momento de i********e seria extremamente vergonhoso. Afinal, um momento tão grande de exposição para alguém tão reservado quanto ele não poderia ser mais do que uma tortura, na teoria. Contudo, naquele momento, quando Bella o livrou da última peça de roupa que o cobria, deixando-o completamente nu diante dela, ele não se sentiu envergonhado. Diante do desejo e da admiração nos olhos dela ao percorrem-no de cima a baixo, ele se sentiu poderoso, selvagem, voraz... Livre. Afogando-se na necessidade que tinha por fazer aquela mulher sua de todas as maneiras. E, quando ela envolveu as mãos ao longo de sua extensão muito dura e começou a masturba-lo com movimentos lentos, ele sentiu tudo, menos vergonha. Por baixo do desejo expeço e do delírio do prazer, tudo naquele momento parecia natural, correto... Perfeito. Sentindo os olhos rolarem para trás diante daquela sensação inebriante, ele se forçou a manter-se concentrado para ver a expressão no rosto de Bella enquanto lhe dava prazer: com o lábio inferior preso entre os dentes e os olhos famintos focados em sua ereção, ela parecia ter abandonado as inibições tanto quando ele. Rosnando baixo ao senti-la passar as unhas delicadamente pela cabeça grossa, usando as frias gotas peroladas que começavam a escorrer dali para lubrifica-lo e facilitar seus movimentos enlouquecedores, ele impetuosamente se lançou para frente, envolvendo-a firmemente com os braços. Cantarolando de prazer contra sua boca, Bella manteve as mãozinhas atrevidas intensamente ocupadas, enquanto ele dilacerava o jeans, os sons graves de rasgos rapidamente dando lugar aos doces gemidos dela quando ele correu as mãos pelas pernas nuas sem demora, percorrendo cada centímetro da pele macia com a ponta dos dedos. Finalmente, após tomar seu tempo deleitando-se com as coxas carnudas, ele encontrou as bordas da calcinha de renda em seu quadril – o tecido delicado sentindo-se tão frágil quanto uma bolha de sabão contra as pontas de seus dedos. Ao senti-lo pulverizar a renda azul com apenas alguns suaves atritos entre dedos, Bella rompeu o beijo, aparentemente para poder observá-lo, com os olhos cor de âmbar nublados de prazer, enquanto Edward corria os olhos e as mãos em direção a sua nudez. Um rosnado primitivo, saído de seu peito tenso de desejo, encheu o quarto quando ele a viu afastar as pernas sob seu colo, avidamente oferecendo-lhe a pequena a******a encharcada. Sentindo sua boca encher-se de veneno, agora por uma sede muito diferente da habitual, ele usou uma das mãos para enlaça-la pelo quadril, enquanto a outra percorreu toda a extensão de seu corpo, demorando-se em seus s***s, passando pela pele sensível da barriga e do quadril, até finalmente permitir que dois de seus dedos acariciassem gentilmente a i********e pulsante, sentindo a textura macia e suculenta da delicada carne rosa pálido. Hipnotizado pela visão deslumbrante de Bella diante dele, - com a cabeça jogada para trás, os olhos fechados de prazer e suaves suspiros trêmulos e desejosos escapando dos lábios cheios, enquanto continuava a dar-lhe a melhor das sensações que já havia experimentado, com as mãos sedosas agilmente fechadas em torno de seu pênis, levando-o à loucura – ele lentamente mergulhou um dos dedos na entrada úmida, arrancando um gemido intenso de ambos. Tomado pela necessidade de ouvir aquele som delicioso novamente, ele se empurrou mais fundo dentro dela, grunhindo ferozmente ao sentir o quanto ela era apertada e convidativa por dentro, revestindo seus dedos com umidade, especialmente quando ele usou o polegar para provocar com círculos suaves o pequeno botão rígido bem acima de sua entrada.
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