Dom Castilla
05/05| Barcelona, ES
O gosto de Atena era melhor do que eu imaginava — doce, viciante, quente como mel derramado na pele. Assim que minha língua encontrou o ritmo perfeito, senti seu corpo reagir de imediato, cada músculo tensionando como se ela estivesse prestes a desabar sob o pråzer que eu lhe entregava. Intensifiquei meus movimentos, mais rápidos, mais profundos, brincando com seu clitórïs como se ele tivesse sido feito apenas para a minha boca. Eu podia sentir o ponto exato onde ela começava a perder o controle. A cada gemidø, minha fome aumentava.
Atena estava perto — tão perto que seu corpo inteiro parecia vibrar contra minha língua. Segurei ainda mais firme suas cøxas, mantendo-a aberta para mim, mantendo-a vulnerável de um jeito que me enlouquecia. Mordi levemente seu clitórïs, alternando entre sucções fortes e carícias suaves. E então aconteceu: suas pernas tremeram, seus dedos agarraram meus cabelos com força e um gemidø alto, rouco, escapou de sua garganta. O som me atravessou como um golpe direto.
Ela gøzou na minha boca, e eu juro que nunca tinha provado algo tão delicioso.
Afastei-me devagar, apreciando a visão à minha frente. Atena estava ofegante, com os cabelos bagunçados, a pele quente e levemente suada, os lábios entreabertos em puro abandono. Era a própria definição de caos e perfeição. Eu tinha visto muitas mulheres em êxtase antes, mas nada chegava perto da beleza devastadora de Atena naquele estado.
Beijei sua virilha com suavidade, subindo devagar pela linha da barriga. Cada arrepio que eu provocava aumentava meu desejø. Quando alcancei seu ouvido, murmurei:
— O que você quer, piccola?
Ela virou o rosto na minha direção, os olhos azuis brilhando como se estivessem prestes a incendiar o quarto.
— Sentir você — respondeu, e sua voz estava tão carregada de tesãø que quase perdi o controle ali mesmo.
Meu membrø pulsou em resposta imediata. Parte de mim queria provocá-la mais, prolongar o momento, fazê-la implorar até perder completamente a razão. Mas a outra parte — a mais selvagem — só queria estar dentro dela, agora.
Afastei-me um pouco, me sentando enquanto tirava minha camisa. O olhar de Atena percorreu meu peito nū, descendo pelas tatuagens que cobriam boa parte da minha pele. Um sorriso travesso apareceu em seus lábios.
— Não esperava que um engomadinho tivesse tantas tatuagens — provocou, mordendo o lábio inferior.
Soltei uma risada rouca. Se você soubesse, minha querida...
— Bom saber que fui além das suas expectativas.
Ela arqueou uma sobrancelha, maliciøsa, quase predatória. Aquele olhar era perigosamente viciante.
Tirei minha calça, depois a cueca. Assim que fiquei completamente nū diante dela, Atena abriu as pernas ainda mais, sem vergonha nenhuma, me oferecendo a visão que eu — inferno — jamais esqueceria. Meu autocontrole vacilou. Eu queria invadi-la com força, encaixar-me profundamente, como se meu corpo tivesse sido criado apenas para o dela.
Mas respirei fundo. Peguei um preservativo na minha carteira e coloquei, mesmo meu corpo implorando para sentir seu interior sem nada.
Eu queria aproveitar cada pedaço daquela mulher.
Queria fazê-la perder a cabeça de novo — e de novo.
E eu faria.
Da maneira que ela nunca esqueceria.
Fiquei por cima dela, voltando a beijá-la com fome, como se a boca de Atena fosse o único lugar onde eu conseguia respirar. Suas mãos deslizaram pelas minhas costas e, sem qualquer cuidado, suas unhas rasgaram minha pele em arranhões ardidos e deliciosos. Meu corpo inteiro enrijeceu com o estímulo, e o autocontrole que eu ainda tinha simplesmente desapareceu.
Não pensei, apenas a puxei mais para mim, encaixando meu membrø contra sua entrada quente. O gemidø que escapou de seus lábios misturou-se ao meu no exato instante em que a penetrei. A sensação de Atena me envolvendo foi devastadora. Quente. Apertada. Perfeita de um jeito quase c***l.
Apoiei minhas mãos ao lado de sua cabeça e comecei a me mover devagar, num ritmo que acompanhava a lentidão do nosso beijo. Nossas línguas se encontravam como se tivessem sido feitas uma para a outra, dançando, provocando, e cada vez que eu empurrava um pouco mais fundo, Atena arfava dentro da minha boca, como se estivesse implorando por mais sem sequer precisar falar.
Quando aumentei a velocidade, ela cravou as unhas em minhas costas com força, arrancando um gemido rouco de mim. O ardor me incendiou ainda mais. O corpo dela, a respiração dela, o gosto dos seus lábios… tudo em Atena fazia meu autocontrole desmoronar como se nunca tivesse existido.
Eu a queria inteira. Não, eu a precisava.
Apoiei a testa na dela, respirando rápido enquanto meu quadril se movia em golpes mais profundos e intensos. O som da nossa pele se encontrando preenchia o quarto, junto com seus gemidøs baixos — gemidøs que me deixavam absolutamente selvagem.
— Assim… — ela sussurrou, com a voz falha e apertada de prazer. — Vicente… mais…
Meu nome — mesmo que ela nunca soubesse ser outro — caiu da boca dela como um pedido que eu jamais negaria. Um pedido que eu esperava ouvir há muito tempo, mesmo sem saber disso até agora.
Segurei sua cintura, elevando um pouco seu quadril para encontrá-la ainda mais fundo, e o grito contido que ela soltou quase me fez perder a cabeça. Atena era um incêndio vivo sob mim, queimando tudo que eu acreditava controlar.
Eu precisava vê-la. Precisava olhar cada reação dela, cada tremor, cada expressão.
Afastei meus lábios dos seus e encarei seus olhos azuis — totalmente tomados pelo desejo. Atena mordeu o lábio inferior, arqueando o corpo contra o meu, implorando silenciosamente por mais.
— Você é… — minha voz saiu rouca, descompensada — a coisa mais linda que eu já toquei.
Ela sorriu, um sorriso enviesado, carregado de luxúria.
— Continue me tocando, então.
E eu obedeci.
Desci minha boca para o seu pescoço, mordendo sua pele macia enquanto minhas mãos exploravam seus seiøs, apertando-os com avidez. Cada toque tirava dela um som diferente, e eu me tornei imediatamente viciado em todos eles. Atena puxou meu cabelo, me guiando até seu peitø, e eu não hesitei — envolvi seu mamilø na boca, chupandø com força suficiente para arrancar outro gemidø delicioso.
— Caralhø… — ela arfou, arqueando-se para mim.
Voltei a beijá-la enquanto meu quadril se movia num ritmo firme, cada estocada arrancando uma reação mais intensa dela. Atena era tão receptiva, tão entregue, que parecia feita sob medida para minha loucura.
Sua respiração foi ficando mais rápida, mais quebrada, e o corpo dela começou a tremer sob o meu.
— Vicente… — seu sussurro quase se perdeu — vou… eu vou…
Segurei seu queixo, forçando-a a olhar nos meus olhos enquanto eu continuava a penetrá-la com força.
— Isso… gøza pra mim, gostoså.
E ela desmoronou.
O orgasmø tomou Atena como uma onda violenta, arqueando seu corpo contra o meu, suas unhas afundadas nos meus ombros enquanto gemidøs doces escapavam sem controle. Senti-a pulsar ao meu redor, quente e apertada, quase me arrastando junto para o abismo. Apoiei minha testa em seu ombro, respirando fundo, tentando não perder completamente o controle.
Mas quando ela me puxou pela nuca e sussurrou no meu ouvido, ofegante e ainda trêmula:
— Eu quero sentir você gozar também…
Toda a minha força de vontade se foi.
Aumentei meus movimentos, perdendo o ritmo, afundando-me nela como se meu corpo respondesse sozinho. O pråzer subiu como um raio, forte e inevitável.
E, quando finalmente explodi, foi com tanta intensidade que precisei agarrar a cama para não despencar junto.
Caí sobre ela por um momento, respirando pesado, enquanto Atena envolvia minhas costas com um toque suave, completamente diferente do de antes.
Intimista.
Perigoso.