Priscila narrando Depois que o pessoal foi embora, a casa ficou em silêncio. Um silêncio bom, sabe? Daqueles que abraçam. Eu e o Md trocamos um olhar cúmplice, e ele falou com aquele sorrisinho de canto que só ele sabe dar. — Bora tomar um banho, amor? Relaxar um pouco ... .- Assenti devagar, sentindo o corpo pedir descanso, mas o coração ainda tão cheio de tudo que a gente tinha vivido naquele dia. Fomos pro banheiro devagarinho, rindo à toa, e quando a água quente caiu sobre a gente, foi como se o mundo lá fora tivesse desaparecido. Ele me abraçou por trás, com aquele carinho que só ele tem, as mãos deslizando devagar pela minha barriga, que já estava tão redonda, tão cheia de vida. — Olha só isso… — ele murmurou, com a boca colada na minha nuca. — Dois seres humanos crescendo aqu

