31 - MAJU

1187 Palavras

Eu continuava com a cara fechada, sustentando o meu melhor olhar de poucos amigos, embora por dentro o meu coração estivesse sambando de um jeito que eu m*l conseguia controlar. Eu precisava manter a pose. O Rodrigo achava que só porque tinha saído daquela tranca podia chegar aqui no asfalto ditando as regras do meu espacinho. — Rodrigo, é sério, me solta! — reclamei, balançando as pernas, mas a verdade é que as pernas dele pareciam duas barras de ferro travadas ao redor do meu quadril, me mantendo ali, colada naquele peito nu e quente. — Você é muito abusado. Tirou a minha poltrona do lugar de propósito, só porque sabia que eu usava ela para sentar longe de você! Agora eu não tenho onde ficar. Ele deu aquela risada gostosa, o peito dele vibrando contra as minhas costas, os olhos escuros

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