Desejávamos muito fazer aquilo, mas antes decidimos que precisávamos tomar um banho depois desse doido dia e também daríamos uma espiada na casa, Fernando iria até o quarto de Cleiton e eu olharia o restante da casa, o que menos queríamos era algum enchendo o saco naquele momento. Me certifiquei que meu pai roncava estirado na cama de casal e voltei para o meu próprio quarto. Assim que entrei, Fernando foi até a janela e a abriu, uma lufada de vento entrou rapidamente, abrindo os livros sobre o criado mudo e os folheando. Com a luz apagada, a lua penetrou o quarto, clareando o rosto do meu gêmeo. “A barra tá limpa,” disse ele sem se mover, deduzi que Cleiton estava apagado. Fefe apenas olhava para mim, e eu fazia o mesmo, encarando o cara lindo do outro lado do quarto. Na insensatez, tal

