Capítulo 8

330 Palavras
- Ligação - - Você some assim sempre? - soltei uma gargalhada sem querer.  - Você tava bem ocupada. - rebati.  - Quando cê volta madame? - podia apostar que Ágatha estava com um sorriso maroto nos lábios. - Acho que depois de amanhã. - respondi. - Deu minha hora, beijo.  - Ligação - Fui pro restaurante combinado olhando pra todos os lugares, criando mil e uma rotas de fugas caso precisasse. Vi a Marcela, mulher que me ligou, sentada na mesa e dei um sorrisinho. Fui até a mesa e me sentei. - Ele tem que morrer. - falou. Dei um gole no gin e arqueei a sobrancelha. - Você bebe em serviço? - Cadê a foto dele? - rebati. Ela engoliu em seco, me passou uma foto e um pacote. Peguei os dois, abri o pacote ainda olhando pra ela, depois vi o dinheiro.  - Tem certeza disso? - perguntei, Marcela assentiu no ato.  Levantei e sai da mesa. Marcela não hesitou em me responder, tenho certeza que se pudesse, faria ela mesma.  Voltei pro meu hotel e me ajeitei, ia ser fácil.  Puxei a ficha dele. Que belo filho da p**a de m***a. Ia ser prazeroso fazer isso.  •••  Apertei o gatilho e observei o corpo cair no chão. Pronto. Mais um trabalho.  Ajeitei a arma na caixa e sai pela escada de incêndio do prédio.  Passei no hotel, peguei minhas malas, paguei tudo e fui direto pro aeroporto. Antes de entrar no avião, fui pro banheiro e me enfiei numa calça. Uma hora de voo, mais trinta minutos de transito. Desci do táxi com a pior cara possível.  Subi o morro quase me arrastando, cheguei em casa, tomei um banho e me joguei no sofá.  Acordei quando já estava escuro, com um ruído na janela. Levantei devagar, peguei uma faca na cozinha e esperei ao lado da janela.  Assim que a pessoa entrou, o imobilizei, e colei a faca no pescoço, prestes a m***r.
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