Satan narrando
Continuação
— c*****o! Que delícia! Sua diabinha... — rosnei no ouvido dela, a minha voz saindo rasgada.
Olhei para baixo e vi o rastro do sacrifício: o sangue dela melando todo o meu p*u, sujando o lençol branco, aquela visão fez uma onda de possessão passar por mim isso era o troféu da minha conquista, a prova de que eu tinha sido o primeiro, o único a entrar naquela b*******a, ela me olhou com os olhos marejados, uma mistura de dor e desejo eu a encarei de volta e, naquele segundo, senti um choque percorrer todo o meu corpo, uma conexão que eu não queria balancei a minha cabeça em negação, tentando afastar qualquer sentimento que não fosse puro t***o.
— Satan... — ela sussurrou, a voz carregada de carência. — Me beija!
O pedido dela foi como um tiro de advertência, meus lábios travaram, eu queria, p***a, eu queria muito sentir o gosto da boca dela, mas a regra era clara: beijo é entrega, e eu não entrego nada. Desviei o meu rosto e ataquei o pescoço dela com mordidas e beijos brutos, marcando minha posse ali mesmo.
Eu estava insano, ela era apertada demais, continuei me movendo com força, sem delicadeza agora, e ela começou a gemer alto, o som ecoando pelas paredes daquela casa vazia.
— Ah! Ah! Satan... — os gemidos dela eram música para os meus ouvidos.
Caralho, como ela geme gostoso, essa mulher vai ser a minha perdição, pensei enquanto mordia o ombro dela.
— Gostosa!... — Murmurei baixinho, e parece que a b*******a dela entendeu o elogio, porque apertou ainda mais o meu p*u, quase me fazendo chegar ao limite ali mesmo.
Eu precisava de mais, tirei o p*u de dentro dela, e a posicionei de lado, abri as pernas dela e entrei novamente ela soltou um gemido alto de surpresa e prazer que fez meu p*u vibrar, comecei a me mover nela com um ritmo frenético, eu estava louco por essa garota, fiquei ali, socando nela, sentindo o suor misturar nossos corpos, até que eu não resisti mais, Manuela também atingiu o orgasmos, o corpo dela tremendo sob o meu, e juntos gozamos ali, num prazer que pareceu durar uma eternidade.
Saí de dentro dela devagar, sentindo o peso do que tinha acabado de acontecer, enquanto recuperava o fôlego, meu cérebro voltava a funcionar no modo sobrevivência, eu olhei para ela, deitada ali, frágil e entregue, e meu lado sombrio tomou as rédeas.
Eu vou usar essa garota durante um bom tempo, pensei, um sorriso cínico brotando nos meus lábios, não vou dividir essa ela com ninguém, e nem vou liberar para a favela ela será minha p**a particular, eu sabia que não podia ser mole com ela mulher nenhuma ia me fazer baixar a guarda, eu precisava restabelecer a hierarquia antes que ela achasse que aquele momento significava algo mais.
— O que foi? — ela perguntou, sentando-se na cama e me olhando com aqueles olhos que ainda brilhavam de prazer.
Eu me levantei, a frieza voltando para o meu rosto como uma máscara de gelo.
— Levanta e vai embora, Manuela — sentenciei, a minha voz seca. — Já deu por hoje, você já fez o seu papel de v***a.
O brilho nos olhos dela sumiu instantaneamente, substituído por um choque profundo.
— O quê? — ela sussurrou, a sua voz trêmula.
— É isso mesmo que você ouviu, agora você é a minha p**a particular, e se eu ficar sabendo que qualquer homem chegou perto de você, ou que você deu trela para algum arrombado, eu mato ele e mato você, você é minha agora, entendeu a visão?
— Esse não foi o nosso acordo, Satan! — ela disse, levantando-se e tentando cobrir o corpo com o lençol sujo.
Dei uma risada rasgante enquanto pegava minhas roupas no chão.
— O acordo mudou no momento em que eu entrei em você. Enquanto eu não me cansar dessa b****a, você é minha. Agora se veste e rala.
Manuela começou a recolher as roupas dela, as mãos tremendo tanto que ela m*l conseguia segurar o sutiã, eu caminhei até a minha carteira em cima da mesa, tirei cinco notas de cem reais e joguei na cara nela, o dinheiro flutuou e caiu sobre a cama.
— Não quero esse dinheiro! — ela gritou, os olhos cheios de lágrimas de raiva.
— Pega essa p***a! esse é o seu pagamento, no meu morro, eu pago pelos serviços das putas quando eu quiser você de novo, eu te chamo, agora pega o dinheiro e some da minha frente eu disse, mantendo o tom frio e calculista.
— Eu não vou aceitar esse dinheiro! — ela disse, terminando de vestir a blusa com pressa. — E essa foi a primeira e última vez que você me tocou! Você é um monstro!
Eu dei uma gargalhada alta, uma risada que ecoou de forma sinistra pelo quarto.
— Bem-vinda ao inferno, Manuela e você vai dar essa b****a para mim quantas vezes eu quiser, então para com essa p***a de marra para o meu lado se não quiser apanhar, aqui a ordem é minha.
— O que eu te fiz? — ela soluçou, desesperada. — Eu já me entreguei para você! Por que você está me tratando assim? Eu não vou aceitar seu dinheiro!
A paciência que eu já não tinha se esgotou, saquei a minha arma da cintura e apontei para a direção dela, não para atirar, mas para mostrar quem é que manda naquela p***a sou eu.
— Eu mando nesse c*****o! Pega essa p***a de dinheiro agora! — vociferei. — E fica ligada: eu vou atrás do noia do seu irmão hoje mesmo e vou recuperar a p***a do celular que eu te dei e é bom você estar com ele ligado 24 horas por dia, se eu te ligar e você não atender, o bicho vai pegar.
Ela olhou para a arma, depois para o dinheiro, e com a mão trêmula, pegou as notas.
— Posso ir agora? — ela perguntou, a sua voz quase sumindo.
— Já deveria ter ido há muito tempo! — respondi, pegando meu cigarro de maconha e acendendo, a fumaça subindo enquanto eu a observava.
Ela não esperou mais nada, saiu correndo do quarto e ouvi a porta da frente bater com força. Fiquei ali sozinho, tragando o baseado, sentindo o gosto dela ainda na minha boca e o sangue dela secando no meu corpo. Eu tinha vencido. Tinha a Manuela nas mãos. Mas, por algum motivo, aquele silêncio na casa parecia mais barulhento do que nunca.