Satan narrando
O silêncio na sala daquela casa era tão espesso que eu podia ouvir a batida descompassada do coração da Manuela, eu estava sentado, relaxado na aparência, mas por dentro cada fibra do meu corpo estava em alerta máximo, como um fuzil travado pronto para o disparo, o cheiro da maconha se misturava ao perfume doce que exalava da pele dela, uma fragrância de sabonete floral e medo que me deixava mais louco do que qualquer droga pura que eu já tivesse vendido.
Eu a observa, a luz amarelada de uma lâmpada solitária no teto criava sombras nas curvas dela, revelando e escondendo o que eu tanto cobiçava, quando eu dei a ordem, vi o tremor nos dedos dela, ela começou a levantar a blusa, centímetro por centímetro, o movimento era lento, quase uma tortura.
— Não me olha assim... — Ela sussurrou, a sua voz quase sumindo.
— Eu olho do jeito que eu quiser, Manuela, eu paguei por cada segundo desse show — respondi, minha voz saindo mais rouca do que eu pretendia.
Quando a blusa finalmente caiu no chão, meu ar sumiu por um instante, a pele dela era clara, imaculada, sem uma marca sequer da vida dura que a gente leva no morro, os s***s eram firmes, e estavam endurecidos pelo frio ou pelo pavor, eu não sabia dizer, mas a visão era um soco no meu estômago, ela cruzou os braços sobre o peito, tentando se esconder, um instinto de defesa que só servia para me atiçar ainda mais.
— Descruza os braços — ordenei, dando o último trago no baseado e esmagando-o no cinzeiro. — Quero ver tudo.
Ela obedeceu, os ombros caindo em sinal de derrota, Manuela era um anjo caído no meio do meu inferno particular, enquanto ela se livrava do short, revelando as pernas torneadas e a calcinha de renda simples, eu senti meu p*u latejar com uma força que chegava a doer, o irmão dela não tinha mentido, aquela aura de pureza não era fingimento, ela não tinha a malandragem das vadias que se jogavam no meu pé por uma linha de pó ou um kit de maquiagem importada, ela estava ali por sacrifício.
Eu me levantei da cadeira, meus movimentos eram calculados, predatórios, Manuela deu um passo atrás, mas parou quando suas costas atingiram a parede fria, eu caminhei até ela, parando a uma distância onde eu conseguia sentir o calor que emanava do seu corpo trêmulo.
— Você disse que não ia me amar — ela disse, os olhos castanhos transbordando lágrimas que ela se recusava a deixar cair. — E eu disse que não queria seu amor. Então... acabar logo com isso.
Eu dei um sorriso de lado, aquele sorriso que fazia meus inimigos tremerem, mas que para ela, naquele momento, era uma promessa de perdição.
— O problema, Manuela, é que eu não tenho pressa — murmurei, inclinando meu rosto para o pescoço dela, sentindo o pulsar forte das suas veias. — Eu esperei muito por esse momento, e agora que você é minha, eu vou saborear cada pedaço.
Eu levantei a mão, minha mão era grande, calejada pelo manuseio de armas e pelas brigas de rua, as juntas dos meus dedos marcadas pelas cicatrizes de quem nunca teve nada de graça, eu a levei até o rosto dela, mas não a toquei de imediato, deixei que ela sentisse o calor da minha palma a milímetros da sua bochecha.
Ela fechou os olhos, uma lágrima finalmente escapando e correndo pelo rosto.
— Por favor... — ela implorou, mas nem ela sabia o que estava pedindo: se era para eu parar ou para eu começar de uma vez.
— Você está tremendo, diabinha... — sussurrei contra o ouvido dela, minha barba por fazer roçando sua pele sensível.
— Eu já disse que estou com medo — ela respondeu, a voz embargada.
Segurei o cabelo dela com força, puxando sua cabeça para trás para que ela fosse obrigada a me olhar.
— Olha para mim, Manuela — ordenei. — Quero que você saiba exatamente quem está te possuindo.
Os olhos dela encontraram os meus, havia terror, sim, mas havia uma faísca de algo que ela não conseguia esconder: uma curiosidade perigosa.
— Eu te odeio — ela sussurrou, mas suas mãos, que antes estavam inertes, subiram para o meu peito, agarrando minha camisa como se eu fosse a única coisa que a impedisse de cair em um abismo.
— Ótimo — respondi. — O ódio é um ótimo combustível para o que a gente vai fazer aqui hoje.
Eu já vi muita mulher nessa vida, mulher de asfalto, as vadias mais cobiçadas das noites do Rio, mas nenhuma... nenhuma se comparava ao que eu tinha na minha frente agora, a Manuela era a coisa mais linda que eu já tinha visto, seus olhos castanhos transbordando uma inocência, seus lábios eram perfeitos, uma tentação que eu precisava ignorar, ela era pura, imaculada, um anjo que o destino jogou no colo do demônio.
Não perdi mais tempo, arranquei minha camisa, sentindo o ar frio bater no meu corpo logo em seguida, me livrei da bermuda, ficando só de cueca, o corpo dela estremeceu quando viu o meu, marcado pelas guerras que eu venci, fui empurrando ela devagar para o quarto, e com um movimento firme, a deitei na cama.
Os cabelos dela, aquela cascata escura e cheirosa, se espalharam pelo travesseiro e caíram sobre o seu peito, cobrindo parcialmente os s***s, ela olhou para o volume na minha cueca e o espanto nos olhos dela foi nítido, a garota estava apavorada, mas o desejo também estava ali, escondido sob camadas de medo.
Aproximei-me, sentindo o calor dela e comecei beijando seu pescoço, subindo um rastro de fogo pela sua pele, ela mordeu os lábios, soltando um suspiro trêmulo eu fui descendo, meus lábios mapeando cada curva, até que minha boca encontrou um de seus s***s, quando comecei a sugar, ela soltou um gemido baixinho, um som que foi direto para a minha cabeça.
— Ah!... — Ela arqueou as costas, as mãos perdidas nos meus ombros.
Eu não ia parar, abri as pernas dela com cuidado, mas com a autoridade de quem é dono, como ela era virgem, eu estava alucinado para prová-la, eu precisava saber o gosto daquela b*******a, quando minha língua encontrou a i********e dela, senti que ia enlouquecer, ela era uma delícia, doce e quente, a pele daquela região ficou toda vermelhinha com o meu toque, e ver aquilo me deixou ainda mais insano.
— Ah, isso é muito bom!... — Ela sussurrou com a voz embargada, a inocência dando lugar ao prazer que eu estava ensinando.
Comecei a sugar seu c******s com força, trabalhando com a língua até que ela não resistiu mais, o corpo dela arqueou, os dedos enterrados nos lençóis, e ela deu uma g****a violenta, eu não perdi uma gota, chupei tudo, saboreando a minha vitória, quando ela finalmente parou de tremer e relaxou, subi beijando seu corpo, parando perto do seu rosto.
— Seu gosto é maravilhoso!... — Eu disse, e vi um sorriso tímido surgir nos lábios dela.
Olhei para aquela boquinha e, por um segundo, a vontade de me perder naqueles lábios foi quase incontrolável, mas eu me recuperei na hora, beijo na boca é algo que p**a nenhuma nunca terá de mim, o beijo é a entrega do coração e isso não tenho mais, e a minha alma morreu faz tempo, eu nunca vou beijar ela, nem mulher nenhuma, nunca vou ser fraco a esse ponto, meu pai foi fraco, se apaixonou, entregou o coração para quem não devia e terminou morto por quem ele amava, eu aprendi a lição, no crime, o amor é a primeira bala que te acerta pelas costas.
Sorri com esse pensamento amargo e tirei minha cueca de uma vez, ela arregalou os olhos, o susto estampado no rosto ao ver o tamanho do meu p*u, eu sabia que se eu trepasse com ela sem camisinha, as consequências podiam vir pesadas, um filho com uma "santinha" dessas seria um problema que eu não precisava agora, mas, olhando para ela ali, tão vulnerável e quente, eu decidi tentar a sorte, eu queria f***r com ela sem o plástico, eu precisava sentir a quentura real daquela b*******a, a pressão da carne sem nada no meio.
— Não vou dar conta disso aí não... — ela murmurou para si mesma, e eu não aguentei, acabei rindo da sua sinceridade.
— Você vai dar conta, sim, morena, ele vai caber direitinho, só confia, não fica nervosa... — falei, posicionando a cabeça do meu p*u na entrada dela.
Caralho, ela era apertada demais, ela era quente e já estava molhadinha por causa do que eu tinha feito antes, tentei me conter, mas o prazer de estar ali era quase insuportável.
— Aí! Tá doendo... — ela reclamou, as lágrimas começando a brotar nos olhos.
— Relaxa, morena... confia em mim — eu disse, segurando o olhar dela, Inclinei-me e beijei a testa dela, um gesto de carinho que eu nunca tinha.
Fiquei parado, tentando me concentrar para não machucar ela mais do que o necessário, o corpo dela estava tenso, cada músculo vibrando.
— Tá doendo! — ela repetiu, a voz carregada de pavor.
— Olha para mim, Manuela, vai doer para c*****o no começo, eu preciso romper a sua barreira, mas eu te prometo, depois disso vai ficar gostoso para nós dois eu estou louco de desejo por você, estou no meu limite, confia em mim, eu vou fazer ficar bom...
Ela mordeu os lábios, hesitando por um segundo que pareceu uma eternidade.
— Faz ficar gostoso... — ela sussurrou.
— Diz que confia em mim! — exigi.
— Eu confio em você... — ela disse, fechando os olhos.
Foi o que eu precisei ouvir, entrei de vez, sentindo a resistência do hímen e o momento exato em que a barreira se rompeu, Manuela soltou um grito abafado contra o meu peito, na mesma hora, a b*******a dela começou a apertar meu p*u com uma força absurda, fiquei parado, congelado, quase enlouquecendo de t***o de tão apertado que a b****a dela era, era como se a carne dela estivesse me abraçando, me reivindicando.
— Por favor... diga que posso me mover — implorei, o suor escorrendo pelo meu rosto, o controle escapando por entre os meus dedos.
— Pode se mover!... — Ela sussurrou no meu ouvido.
No segundo seguinte, eu perdi a linha, o Satan que todo mundo temia deu lugar ao homem dominado pelo desejo, comecei as estocadas, sentindo cada centímetro dela, me perdendo naquela "b****a de ouro" que agora tinha o meu nome gravado.