Acordei e se sentir falta de uma pessoa nessa cama. Ainda mais depois de ontem. Ela me disse que me ama. Ela me disse que me ama. E eu estava nas nuvens. Eu ganhei o coração dela, e não iria mais perdê-la. Nunca mais.
Me levantei e fui para o banheiro, onde ouvi barulho de água. Entrei já nu dentro do box. Ela estava lavando seus cabelos, então não quis atrapalhar. Só fiquei ali admirando seu corpo, seu rosto e todo seu jeito. Eu amava essa mulher mais auê tudo. Eu não cansava de dizer isso. Estava mega feliz de tê-la tão bem para mim, tão bem comigo.
- O que você faz aí me olhando? Ela questiona assim que abre seus olhos e tirando o excesso de água do cabelo.
- Estava admirando minha mulher. Digo me aproximando dela. À abraço e olho em seus olhos. Sentir sua falta na nossa cama. Digo e ela sorrir para mim. Nunca admirei tanto o sorriso dela quanto agora.
- Tenho que ir para Fundação. Carla quer reformar as instituições e vai precisar de mim.
- Entendo. Mas podemos namorar um pouquinho. Peço fazendo biquinho.
- Só um pouquinho? Assinto com à cabeça e ela sorrir mais.
Beijei sua boca, e à mesma retribui com mesmo fervor que eu, nossas línguas percorriam nossas bocas, minha mão deslizando pelo seu corpo. Ela se ajoelhou, já pegando no meu m****o. e colocou na boca. Começou a chupar, chupava a cabeça, mordiscava, colocava meu p*u todo dentro da sua boca quente, lambia, e eu indo a loucura segurando em sua cabeça.
A levantei e foi minha vez de ajoelhar. Levantando à perna e chupando sua i********e recém depilada. Eu amei isso. Chupei até sentir ela tremendo e enfiando a mão na minha cabeça me empurrando contra sua b****a. Gozando e tremendo gostoso, dizendo chupa mais, lambe minha i********e. Me faz gozar.
Pouco tempo depois levantei com meu m****o duro, a virei de costas, pincelei meu p*u em sua i********e. Ela estava tão molhada que foi fácil entrar tudo de uma vez. Comecei um vai e vem gostoso, apertando seus p****s, puxando seus cabelos e metendo e tirando gostoso. Apertei seus p****s que pulavam, seus biquinhos duros e grandes estavam sendo apertados pela minha mão.
A coloquei apoiada na bancada do banheiro e metendo cada vez mais forte, ela gemia gostoso. Trocamos de posição.. entramos novamente no box e ela veio por cima sentando no meu p*u enquanto eu estava sentado no chão. Chupava aqueles biquinhos, puxava seu cabelo e ela rebolava subindo e descendo do meu m****o. Não demorou muito, ela disse para ir mais forte. Ela estava delirando e eu também. Ela já estava para gozar e eu também estava no meu limite. Deitei ela no chão e estoquei com mais força e vontade. Ela começou à gozar. Seu corpo todo tremendo, rebolava embaixo de mim acompanhando meu ritmo.
- Eu te amo. Eu te amo. Ela gritava enquanto gozava violentamente. E eu não aguentando mais acabei derramando todo meu líquido dentro dela.
Estávamos esgotados, molhados com os corpos grudados. Nos levantamos e voltamos à nos ensaboar. Mas antes eu queria ouvir dela que à mesma me ama.
- Olha para mim. Peço. E ela me olha sorrindo.
- O que foi? Ela indaga passando à esponja no meu corpo.
- Me fala de novo que você me ama. Repete isso pra mim. Ela sorri e passa seus braços no meu pescoço.
- Eu te amo... Eu te amo... Eu te amo. Eu te amo… Eu te amo… Eu te amo. Ela diz encostando seus lábios nos meus sorrindo. Está bom pra você ou quer mais?
- Eu quero mais. Eu quero ouvir isso todos os dias. Eu quero te amar todos os dias. Eu quero que você seja minha todos os dias.
- Eu vou te amar todos os dias, vou dizer que te amo todos os dias, e que quero que você seja meu todos os dias. Avanço mais uma vez em seus lábios. Eu tenho certeza que seremos felizes e teremos nossos filhos futuramente.
Já estava no meu escritório depois de uma manhã bem gostosa com minha esposa. Eu não cansava de pensar em como nos estávamos bem e também em como resolvemos nossas vidas. Ela me amava. Parecia que ela ainda estava falando no meu ouvido essas palavras que tanto me fazia feliz. Porém era hora de voltar ao mundo dos negócios. Mas eu não podia deixar de arrumar alguma coisa para Leila. Pego meu telefone e ligo para Elliot.
- Fala Grey. Como você está? Elliot pede
- Ótimo e você? Indago.
- Bem, só estamos esperando nossa irmãzinha nos querer na vida dela.
- Dê tempo. Ela já não está mais tão iludida com Elena, então não acho que ela logo logo vai aceitar vocês.
- Espero amigo. É tudo que queremos e sonhamos. Papai e mamãe até queriam conversar com você para você dar uma ajuda.
- Eu não vou pressioná-la. Como disse vamos dar tempo à ela. Ela acabou de abrir seus olhos quanto à Elena, portanto devemos ter calma.
- Tudo bem. Eu vou conversar com meus pais. Mas você queria alguma coisa?
- Sim. Você não tem nenhuma vaga de assistente na empresa dos meus padrinhos ou na sua empresa e de Ethan?
- Não sei Christian, mas porque?
- À viúva de um amigo está precisando.
- Viúva? Cara, minha irmã sabe que você está querendo arrumar emprego para essa mulher? Cuidado hein, ela pode não gostar. Ele fala com seu jeito brincalhão.
- É por isso que estou de ligando Elliot. Sua irmã é uma possessiva assim como eu. Não estou reclamando. Mas o fato é que essa mulher está precisando de um emprego. Não posso colocá-la aqui se não vou ter uma DR com aquela ciumenta lá em casa. Estou evitando problemas com ela.
- E porque não coloca na Fundação? Aquele lugar emprega muita gente diariamente. Ou será que Ana também não quer?
- Ela ofereceu, mas essa mulher não quer, pois ela acabou de perder à filha de três anos. Está frágil.
- Você está falando da esposa de Jack Hyde?
- Sim. Você à conhece?
- Não. Mas Jack conheci uma vez. E estou te perguntando se é ela porque fui em Vancouver ontem e lá tinha uma nota do falecimento da menina. Eu Nem sabia que Jack tinha uma filha.
- Ele morreu deixando Leila grávida.
- Que situação, e ela ainda perdê à filha. Que tragédia.
- Sim. Por isso me ajuda. Coloque ela em qualquer das suas empresas. Ela está frágil, abatida e muito abalada.
- Eu não me importo, contanto que você conte para sua mulher que é minha irmã que você está querendo mandar essa mulher para uma das empresas da família dela.
- Acho que Ana não vai se importar. Pelo menos espero.
- Eu espero que não.
- Ela só precisa achar seu lugar e ocupar à mente.
- Tudo bem. Eu vou ver aqui e te falo.
- Obrigada cara. Te devo essa.
- Tudo bem. Mas alguma mulher que tenho que te livrar para não apanhar da minha irmã.
- Tchau Elliot. Até mais. Desligo sorrindo.
Eu não quero problema nenhum com Ana por causa de Leila e nem mulher nenhuma. Quero acordar e dormir todos os dias venerando à minha mulher.
Enfio à cara no trabalho, pois tem muitas coisas para resolver. São vários contratos em cima da minha mesa. Começo olhando um por um. Leio e assino. Depois do almoço tinha duas reuniões para participar. Queria voltar à dois dias atrás que Ana e eu nos resolvemos e ficamos trancados em casa sem ver ninguém. Era só nós dois em nosso mundo. Meu interfone toca e Andreia me avisa que a Sra Kavanagh estava querendo me ver. Estranhei, porque ontem mesmo Elena estava m*l, em uma cadeira de rodas e hoje está aqui. Será o que ela quer? Digo à Andreia para deixar ela entrar. À mesma entra com toda sua pose, vestida de preto e um óculos escuros.
- O que te traz aqui Elena? Peço friamente. Você não estava doente?
- Eu quero que você me ajude com Ana. Olho para ela e sorrio.
- Ajude com Ana? Você ficou louca? Indago.
- Ela é à minha filha, e você me deve isso. Afinal de contas te ajudei à se casar com ela. Me levanto.
- Primeiro Elena, Ana não é sua filha. Se eu tivesse mandado investigar suas vidas mais à fundo nunca teria feito o trato com você. Ganharia ela devolvendo para à família verdadeira dela. Segundo, eu não te devo nada. Digo sentando na borda da mesa.
- Se você não me ajudar, eu vou fazer um escândalo dizendo para mídia toda que você à comprou.
- É mesmo? Interessante. Se eu comprei, é porque você me vendeu. Estamos os dois perdidos com à justiça. À única diferença aqui é que eu tenho dinheiro suficiente para me livrar da prisão ou até mesmo de um processo e você, felizmente pagará na cadeia por esse crime e também pelo crime de sequestro. Porque eu só não te denunciei ainda porque não sei como Ana vai reagir. Mas como ela tem de tratado nesses últimos dias, acho que não terá problemas
- Você não pode fazer isso comigo. Eu dei à minha vida por ela. Te ajudei casar com ela. Sua obrigação era me ajudar.
- Não Elena. Eu não tenho obrigação nenhuma com você. E se você quiser pode fazer o escândalo que você achar melhor. Mas eu não vou te ajudar com ela. Ela não quer te ver e por mim vai continuar assim.
- Você vai me pagar. Eu vou tirá-la de você e aí eu quero ver você com esse sorrisinho na cara.
- Cuidado com suas ameaças. Eu não entendo muito bem ameaças. Principalmente suas. Então se eu fosse você ficava quieta no seu canto. Minha esposa está fora do seu alcance.
- Você vai me pagar. Ela fala saindo e eu me sento. Ela não é doida mexer comigo. Eu moveria céus e terra para Ana não sair da minha vida. Elena não me conhece.
Volto à minha atenção para o trabalho e me concentro, pois à tarde tenho duas reuniões. Queria ligar para Ana, mas esqueci que ela quebrou seu chip. Ligo para Taylor providenciar outro pra ela. Não quero passar nem um dia sem ouvir à voz dela e saber que ela está bem.
No final do dia eu já estava exausto. Estava louco para chegar em casa e beijar minha mulher, sentir que ela é só minha toda minha. Meu interfone toca de novo e Andreia me avisa que à Sra Hyde está aqui. Que Merda é essa? O que ela faz aqui.E pior logo agora que vou embora. Dupla Merda.