CAPÍTULO 32

3610 Palavras
Eu pedi à Andreia que deixasse Leila entrar. Não queria que ela pensasse que não quero falar com ela, mas também não quero ter problemas com Ana. Leila entra parecendo ter chorado. Eu vejo que ela está muito triste. - Desculpe vir te atrapalhar aqui, mas não queria problema com sua mulher na sua casa. Ela diz toda tímida e triste. - Tudo bem. O que você deseja? Indago sendo solidário. - Você me deu até hoje para ficar no seu apto, mas eu não tenho condição de sair de lá hoje Christian. Eu hoje o dia todo procurando o trabalho e até mesmo uma pensão que eu pudesse ficar, mas não achei nada. As pensões aqui só aceitam pessoas quando pagam o primeiro mês. Ela diz sem jeito. - Tudo bem Leila, pode ficar no apto. Eu vou te dar um dinheiro para você se manter esse mês. - Você não vai arrumar um emprego aqui? Vejo seu olhar de tristeza e súplica. - Não tem nenhum cargo disponível. Ela dá um meio sorriso. - Sua mulher não me quer aqui né. Eu não queria trazer tantos problemas para você. - E não trouxe. Eu me entendo com ela. Mas neste momento não temos nada disponível aqui, porém eu pede à um amigo meu, na verdade meu cunhado que arrumasse um emprego para você na empresa dele ou do pai dele. - E você acha que dará certo? - Creio que sim. - À empresa dele é igual à sua? - De publicidade à do pai dele que é meu padrinho e à dele é transporte. Ambas tem serviço administrativo, e vai ser melhor para você. - Assim sua esposa fica tranquila. Ela sorrir e eu fico pensativo. Espero que Ana não veja problema. À empresa é do pai dela, automaticamente é dela. Você ficou pensativo. - Não ligue. Mas estávamos resolvido assim?  Digo me levantando. - Claro. E mais uma vez obrigada pela sua ajuda. Ela levanta e me abraça apertado. Retribuo o abraço. - Não precisa agradecer. Faço isso por Jack, tenho certeza que ele faria o mesmo por mim. Digo e ela me olha sorrindo. Deixa eu pegar um cheque para você. Digo e ela me solta. Faço um cheque no valor de 20 mil dólares e acho que isso dará para ela sobreviver esse mês. Dou à ela. Se você precisar de mais, me liga. Eu pedirei à Taylor ou um dos meus funcionários para levar pra você. - Você não sabe o quanto te agradeço. - Não precisa. Agora vamos, porque já estava de saída. Digo pegando à minha pasta. Saímos os dois da minha sala. Dei boa noite para Andreia e Leila e eu fomos pelo elevador principal. - Esse seu amigo ficou de dar resposta quando? Vejo que ela ansiosa. - Ele disse que iria olhar. Não precisa ficar tão ansiosa. Tudo vai dar certo. - Tenho receio de não conseguir nada e ter que voltar para Vancouver. Eu trabalhava em um café lá e eles me mandaram embora assim que souberam da doença da minha filha. Ela chora. - Não fica assim Leila. Tudo vai dar certo. - Mas é que ainda dói. Ela olha para mim com seus olhos cheio de lágrimas. Me abraça de novo me pegando de surpresa. Eu sinto um vazio. Sinto falta de Linda e de Jack. Eu não tenho ninguém Christian. Eu não tenho ninguém. Fico com pena dela e à abraço. - Não fique assim. Eu não posso dizer que essa dor vai passar, porque é e será difícil. Mas você tem que se manter firme. - Eu vou fazê-lo, mas está difícil. Ela diz e me olha triste. Desculpe molhei seu terno. - Tudo bem. Chega no primeiro andar e ela desce. Me despeço dela e vou para garagem. Taylor está já está com à porta aberta para mim. Entro no carro e ele já se encaminha para o seu lugar de motorista. Estou louco para chegar em casa. Queria ver Ana. Estava morrendo de saudades. Cheguei em casa depois de meia hora e já fui procurando por Ana. Gail estava na cozinha. Questionei se Ana não havia chegado. Ela me disse que sim e que estava no quarto. Subi as escadas de dois em dois degraus. Estava ansioso. Não sei o que tinha direito, mas era como se não tivéssemos nos visto hoje pela manhã. Não tivéssemos feito amor. Eu só queria tê-la em meus braços para ter certeza que ela estava comigo, que agora eu poderia chegar em casa e ter à minha esposa da forma que eu sempre quis desde quando casei. Cheguei no quarto e tive à imagem de uma deusa. Meu Deus, ela está linda. Mais linda do que já é. Estava babando na minha mulher. Ela estava vestida em uma camisola curta vermelha transparente que deixava suas coxas amostra e seu corpo. Somente seus s***s estão cobertos. Passo as mãos na cabeça louco para amá-la com essa camisola. Eu nunca tinha visto ela de camisola, e à mesma já tinha me confidenciado que nunca usara. E que bom, porque agora tenho ela para meus olhos, só para meus olhos. - Oi, terra chamando Christian. Minha mulher aparece na minha frente sorrindo. Estava tão apaixonado por ver ela vestida assim que nem percebi. Olho para todo seu corpo vestida com essa camisola que está me deixando louco. Você está me escutando? Ela pede de novo e eu olho para ela. - Eu só quero te amar com essa camisola. Não quero tirá-la do seu corpo. Quero te amar assim. Você está perfeita nela. Ela sorrir e me abraça me dando um beijo gostoso. Ela interrompe o beijo sorrindo e me abraça bem apertado. - Mas antes teremos que esperar o jantar, porque eu estou morrendo de fome. Quase não come na Fundação. - Humm, não podemos pular para à sobremesa? Peço e ela está cheirando minha roupa. - Que cheiro é esse? Não é seu perfume. Ela diz e eu me cheiro. p***a, p***a, p***a. - Calma, não é nada do que você está pensando. - Eu ainda não estou pensando nada, mas pelo seu jeito eu já vi que não vou gostar. Leila. À dona desse perfume é à fragilizada Leila. Respiro fundo. Não quero que briguemos. - Ela foi me procurar na empresa. Ela queria me dizer que não tinha como deixar o apto hoje, ela não tinha conseguido nada. - E você como bom amigo que é resolveu deixar ela te abraçar. Ela afirma. - Não foi assim? Ela vai parar à janela sem me olhar. - Olha para mim. - Eu não vou olhar para você. Merda. - Ana, ela me deu um abraço em agradecimento. Só isso. - Foi normal para você então? Essa pergunta pode ter duplo sentido. Eu não gostaria de vê-la abraçada com alguém que não seja eu.   - Eu sei que ela não deveria ter feito isso. Eu sei que deveria ter impedido, mas ela estava abatida, chorando. - Você não respondeu à minha pergunta. Indaga sem me olhar. - Não, não foi normal para mim. Mas entende. - Entende o que Christian? Entende que ela não vai parar porque você está dando corda para ela. Ela grita - Não é verdade. - Não é verdade? Ela sorrir. Eu nem acho que ela esteja tão fragilizada assim. Acho ela deu foi graças à Deus por não ter mais à menina atrapalhando ela. - Você não pode dizer isso. - Não posso? Posso e digo mais. Se ela estivesse mesmo fragilizada não estava aqui dando em cima de você. - Você não sabe o que você está falando. Digo com raiva dela por colocar à morte de Linda como algo banal. - Não sei mesmo, porque eu nunca tive filhos, mas acredito que se eu tivesse perdido um filho como ela perdeu, eu estaria na penumbra, estaria sofrendo muito, estaria agora na minha casa trancada não querendo saber do mundo, e não passeando em outra cidade tentando achar um i****a para me sustentar. Mas eu já digo uma coisa se você não tirar essa mulher das nossas vidas, eu vou tirar e você não vai gostar. Ela fala e tira à camisola. Não. Droga, não. - Não vamos brigar por favor. - Tira essa roupa. Ela diz e eu à olho sem entender. Ela joga à camisola no chão e vai para o closet. Tiro à gravata, o terno e à camisa. Coloco em cima da cadeira que tem no nosso quarto. Ela volta vestida em sua habitual roupa. Sendo uma calça de moletom e uma regata. Merda. - Não vamos estragar nossa noite. Eu peço. - Você já conseguiu isso. Ela fala pegando à minha roupa e à camisola dela e junta as mesmas no chão. Vejo ela pega um isqueiro e colocar fogo nas roupas. - Você ficou louca? Indago com medo de um incêndio dentro desse quarto. Ela se levanta e nem olha para mim. - Isso é o que vai acontecer com você e ela se eu pegar vocês dois juntos. Ela fala saindo não se importando com o fogo se alastrando pelas roupas. Passo as mãos na cabeça e apago o fogo com os pés. Tudo para uma noite de amor, se transforma em um nada. Tiro à minha calça e vou tomar um banho de água fria. Eu tenho que contornar essa situação. Não posso deixar que cada vez que Leila aparecer minha mulher fique assim comigo. Tomo um banho e depois me visto. Desço e ela já está na mesa comendo. Nem me espero. Me sento. - Não vamos colocar Leila em nossas vidas. Pedi à ela pegando na mão da mesma. Ela tira sua mão da minha. - Foi você que colocou e não eu. Ela suspira. Eu entendo que ela precisava de você naquele momento da filha, mas agora, ela se vira. Ela tem que se vira. À não ser que você seja responsável por ela. - Claro que não. - Não é o que está parecendo. Se você não tem obrigação e nem é responsável por ela porque ela ainda está no nosso meio? - Ana eu só quero ajudar. - Ajudar ela à deitar na nossa cama? Ajudar ela à entrar na nossa casa como dona? - Parar, não é nada disso. - Christian, eu não vou discutir com você mais sobre isso. Aquelas roupas queimadas lá em cima foi só um aviso. Eu não estou aqui para pagar para ver nada. Então sugiro que você tome uma atitude, se não quer que eu tome. E lamento mais você não vai gostar. Ela se levantou sem acabar de comer. - Onde você vai? - Dormir. Boa noite para você. - Droga. Grito com raiva. Eu não posso estar fudendo com à minha vida desde jeito. Não agora que tenho o amor dela. Nem termino de comer. Vou para o escritório. Eu tinha que afundar à minha cabeça no trabalho porque senão eu vou surtar. Ela queimou à p***a da camisola. Fiquei louco com aquela peça  e ela queimou. É demais para minha mente. Espero que ela tenha comprado mais iguais aquela, porque eu ainda à quero vestida daquele jeito. Não vou conseguir dormir pensando nela vestida daquela forma. Depois de duas horas tentando concentrar na fodida papelada que tinha em minha mesa, pois eu não parava de pensar na minha mulher. Fui para o nosso quarto. Suspirei. Ela já estava dormindo. Eu preciso resolver as coisas com ela. Acordo e ela não está do meu lado. Quem sabe ela está no banho. Quem sabe não podemos fazer as pazes lá dentro. Levanto rápido e vou para o banheiro, mas não tem ninguém lá dentro. Mas o Banheiro está como se tivesse sido usado. Desço e vejo ela sentada na mesa. Chego mais perto e vejo que ela está bem vestida. - Bom dia! Digo me sentando. Ela se levanta e não diz nada. Ana por favor. Vamos conversar. Peço pegando no braço dela. - Eu preciso trabalhar. Olho para ela. - O que você quer que eu faça para você me desculpar? - Já disse. Tire Leila das nossas vidas. - Eu farei. Mas não quero você assim comigo. Ela me olha. - Tire Leila do seu apto. Diga à ela que à mesma tem que se virar. - Ana eu não tenho um coração tão r**m. O apto está vazio. Olha vamos deixar ela ficar até Elliot arrumar uma vaga para ela. - Elliot? Indaga olhando para mim surpresa. - Sim. Eu pedi à ele que arrumasse um trabalho para ela. - Então vou ter que avisar Kate que tem uma v***a procurando um i****a para sustentá-la. - Parar. Vamos esquecer isso. Assim que Elliot me disser que tem um emprego para ela, eu peço para ela sair do apto. - Enquanto isso ela terá liberdade de dar em cima de você. - Não. Eu prometo que não vou vê-la mais. Qualquer assunto que ela quiser, vou pede Andréia para cuidar. - Ok. Eu tenho que ir. - Me dar um beijo para ter certeza que estamos bem. Ela olha para mim e me dar um selinho. - Estou atrasada. Ela foge e espero até mais tarde possamos resolver isso. Mal trabalhei direito. Liguei para ela duas vezes e à mesma não me atendeu. Eu vou ficar louco se não fizermos as pazes. Ela precisa acreditar em mim. Precisa saber que eu nunca mentiria para ela, e vou cumprir à minha promessa. Cheguei em casa sete da noite. Gail não estava na cozinha, achei estranho. Subir para o quarto e me deparei com minha mulher trajando um conjunto de lingerie preto, corset, meias e cinta-liga, salto alto, e segurando uma corda e uma venda.  Quando a vi vestida daquele jeito, fiquei paralisado, sem saber o que fazer, completamente sem ação. - Sabe Christian, hoje durante o dia todo fiquei pensando como eu iria dar meu recado sobre Leila. Mas eu achei que isso estava resolvido. - Achei que já tinha resolvido isso… - Shiii… Eu não quero suas explicações agora. Ela não me deixa continuar falando. Entre. Vamos brincar um pouquinho. Ela pede e eu entro ainda sem reação. Tenho certeza que meu m****o já que está ali dentro dela. Sente-se. Me sento. Ela pega à venda e colocar nos meus olhos. Começa à tirar meu terno e camisa. Estou nu na parte de cima. Coloque suas mãos pra trás. Ela não vai me deixar tocá-la. - Ana.   Coloca suas mãos para trás. Ela pede com calma. Suspiro. Coloco à contra gosto. Ela vai me punir da pior forma. Detesto não poder tocá-la, de não reivindica-la. Então Sr Grey, eu fiquei pensando em como podemos deixar nosso casamento mais interessante à cada vez que Leila e você se encontrarem. - Eu já disse que isso não vai mais acontecer. - E eu já disse que não quero ouvi-lo. Ela sussurra no meu ouvido. Eu vou querer meu prazer, sem te dar prazer. - Eu não quero brincar disso. Digo e ela tira à venda dos meus olhos. Acho melhor à gente nem começar, porque eu ficarei puto. - É mesmo? E você acha como eu fiquei quando sentir o perfume da vagabunda em você? Você acha como eu fiquei quando esperava te fazer uma surpresa com aquela camisola e você simplesmente quis esfregar o perfume da outra na minha cara. - Não foi assim. - Você quer t*****r ou não? - Quero fazer amor. Quero te sentir. Quero sentir que estamos bem. Digo sendo sincero. - E você acha que estamos bem? - Achei que nossa conversa tivesse surtido efeito mais cedo. - Não surtiu, então o que você vai querer do meu jeito ou do seu? Lembrando que do seu vamos dormir. - Você não pode fazer isso comigo. Falo desesperado. Ela não pode levar Leila tão à sério assim. - Você pode ajudar sua amiga, abraçá-la, fazer tudo para ela e então eu tenho o direito de fazer o que quiser também, não é mesmo? - Me puna de outra forma, mas não assim. Eu sou louca o por você. Te amo mais tudo, e Leila não significa nada. - Você está demorando na sua decisão. Ela se senta no sofá à minha frente e vai soltando sua cinta liga. Vejo ela ela arredar sua calcinha para o lado e começar a se masturbar. Ela parecia excitadíssima, eu podia ouvir o som de seus dedos, roçando na i********e dela que estava bem molhada a julgar pelo som. Seus olhos cruzando com os meus e eu só queria me desamarrar e provar que nada importa, somente ela e eu. - Você quer ou não. Ela questiona movendo mais seus dedos dentro dela. Eu não me aguentei fui até ela e me abaixei e comecei a lambe-la. Eu ama seu gosto, tão saborosa, tinha um gosto especial, algo muito superior, e quando ela sentiu que eu estava tendo muito prazer, ela me puxou pelos cabelos, e me tirou daquele paraíso. - Você terá que dar prazer, e não tê-lo. Então ela ainda segurando pelos cabelos, me beijou à boca com violência. Meu tesao nessa hora era tanto, que eu já estava completamente dominado por ela, e faria qualquer coisa que ela mandasse. Ela se levantou e eu fiquei olhando para ela. Vi ela tirar sua calcinha e jogar em qualquer canto do quarto. - Deita na cama. Ela pede e eu faço. Mas estava sem jeito devido às minhas mãos amarradas. Ela percebe e vem me desamparar. Se você me tocar eu paro e vamos dormir. - Merda Ana. - Você aceitou quando me chupou. Eu vou ficar louco com essa mulher. Eu juro que essa é à primeira e última vez que ela faz isso comigo. - Eu não vou aguentar não te tocar. Amarre pra cima. Digo e ela sobe em cima de mim e amarra. Depois das minhas mãos amarradas, ela vem para perto da minha boca e me dar sua i********e para chupar.  Pude sentir todo aquele gostoso mel de sua excitada b****a, chupei aquela i********e gostosa com muita vontade, seu liquido vaginal chegava a gotejar, aquilo estava me deixando louco de tesao. Enquanto eu a chupava nessa posição, ela virada para meu m****o. Desbotou minha calça e foi descendo à mesma com a minha ajuda após levantar o quadril.  Ela começou à me masturbar e à mexer em minhas bolas, aquilo estava muito excitante, pois ela abafava meus gemidos com a sua i********e em minha boca. Meu orgasmo estava presente. Eu já não estava aguentando mais, mas ela parou de me masturbar, e eu queria morrer. Eu estava no meu limite e ela não continuou.   Ela queria que eu tivesse uma frustração, então ela voltou com sua mão a punhetar maravilhosamente, ela apertava meu saco com força, a dor foi imensa, mas o prazer tambem nao tinha tamanho. E nessa aflição toda, ela falou que estava quase gozando, o que de fato aconteceu, eu pude sentir as contrações de sua i********e na minha lingua enquanto a chupava, e senti também ela despejar seu orgasmo na minha cara. Quando senti o gosto de seu néctar, não me contive e comecei a gozar também, meu p*u esguichou um jato de esperma fortíssimo, e atingiu os s***s de minha mulher. - Não era para você ter gozado, mas eu vou relevar já que você não me tocou. Ela fala se virando para mim toda suja. Eu ainda não acabei. Quero te mostrar que você é meu, e que qualquer mulher se ache no direito de deixar à marca dela em você pagará caro. Ela está me assustando. Ela começa à beijar meu pescoço, e morde. Sei que vai deixar marca. Ela passa unhas em todo meu corpo e meu m****o volta à dar sinal de vida. - Faz amor comigo. Peço olhando para ela. - Não farei até você saber que é meu assim como eu sou sua. Não admito mulher nenhuma te tocar e deixar o cheiro dela em você. Isso está me custando caro e eu aprendo rápido. Jamais vou querer outra mulher encostando em mim. - Eu já sei. - Quero Leila fora. Ela morde meu peito. Quero ela fora do Apto. Ela vai descendo mordendo e eu sinto dor pelas mordidas e um t***o enorme, querendo estar dentro dela. Quero Leila fora das nossas vidas. Continua já pegando no meu m****o semi ereto e colocando na boca. Morde de leve à cabeça. Você vai tira-la das nossas vidas? Indaga lambendo meu m****o. Ou vai querer ficar sem me tocar e sem enfiar sem amiguinho aqui dentro de mim?  Ela morde à cabeça de novo, porém com mais força. - Ana. Calma. - Estou esperando sua resposta. Pois se você optar por deixá-la no apto e em nossas vidas, porque enquanto você continuar ajudando à mesma, ela fará o inferno nas nossas vidas. E se isso acontecer pode ter certeza que todas as noites você terá um castigo. - Eu vou fazer o que você quer. Amanhã mesmo peço à Leila para sair do apto. Ela terá que se virar sozinha. Eu não queria, mas prefiro não ter problemas com Ana. Seu ciúmes chega ser mais impiedoso do que o meu. Ela sorrir para mim e se levanta. Desamarra minhas mãos e à hora que achei que poderia puxá-la para meu colo e fazer amor com ela à mesma sai da cama. - Vou tomar banho para jantarmos. Eu não quero jantar. Eu quero ela agora. Ela não pode me deixar tão frustrado dessa forma.
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