Ela foi tomar um banho e eu entrei no banheiro logo depois de me acalmar. Essa mulher estava me tirando à sanidade, e eu precisava recuperar tanto minha mulher e à sanidade. Assim que entrei no no box, ela saiu.
- Ana, eu quero tomar banho com você. Pedi assim que ela pegou à toalha para se enrolar.
- Estou com fome. Não demore. Passo as mãos no rosto. Que mulher é essa que arrumei.
Me enfio na água gelada para me acalmar mais. Eu já disse que vou ficar louco com essa mulher. Espero que durante o jantar ela esteja mais receptiva e depois do jantar possamos nos acertar sem castigo nenhum. Eu quero amá-la, tocá-la, sentir que ela é só minha e que estamos bem. Acabo de tomar banho e me visto e desço. Ela já está sentada à mesma me esperando. Pelo menos isso. Me sento. Ela começa colocar sua comida e depois eu coloco à minha.
- Amanhã vamos os dois conversar com Leila. Olho para ela e quando acho que esse assunto acabou, ele parece que vai permanecer por muito tempo.
- Não podemos esquecer Leila hoje? Indago chateado.
- Vamos apagar Leila das nossas vidas amanhã. Ela não existirá no nosso meio depois que tirarmos ela do apto.
- Não precisa de você ir. Eu mesmo posso falar com ela sozinho. Eu sou capaz de fazer isso. Ela sorrir.
- É mesmo? Pois eu não acho. Olho para ela incrédulo. Ela vai te enganar com lágrimas, vai se fazer de ingênua e frágil. Então eu irei com você cedo. Depois podemos trabalhar.
- Você não vai descansar né? Ela olha para mim.
- Sabe quando John me procurou? Eu não quero falar desse cara.
- Eu não quero falar dele. Digo firme.
- Então, quando ele foi me procurar, queria que eu fosse embora com ele, queria que eu me divorciarsse de você para ficar com ele. Comecei a pensar nas palavras dele. Comecei à pensar nas ofensas que ele havia proferido contra mim. Ele me disse com o dinheiro do divórcio viveríamos bem. Aquilo foi como uma bomba na minha cabeça. Essa bomba estava me avisando que John não prestava. Ele e Elena só me viam como um bote salva vidas. E ainda com dinheiro que não é meu. E aí eu mandei John embora. Ele insistiu, mas eu disse que não. Que não queria vê-lo, não queria nada mais com ele. O que quero colocar aqui para você é que Leila já fez várias coisas para atinar seu sexto sentido. Ela não é quem ela fala, ela não está sofrendo Merda nenhuma. Ela só está procurando alguém que à mantenha como seu amigo à mantinha. Você me disse que os sogros dela nunca gostaram dela. Porque?
- Eu não sei te dizer.
- Alguma coisa tem, ainda mais quando eles não apoiaram nem à neta. Você não acha estranho que eles odiando ela, pelo menos teriam um pedaço de Jack no meio deles que era à Linda? Linda seria a ponte de Leila e eles. Eles amariam essa menina como nunca amaram ninguém, porque não tem mais o filho aqui com eles. Nem no enterro da menina eles estavam. Portanto eu te pergunto de novo. Você não acha estranho essa fragilidade toda? Não acha que ela deveria está acabada por perder uma filha? Pensando por esse lado ela tem razão.
- Ana, as pessoas podem agir diferente. Ela revira os olhos. Mas eu te dou razão em relação aos pais de Jack. Eles deveriam ter deixado o ódio por Leila de lado e ter focado na neta. Digo.
- Olha eu não quero ficar brigando. Eu sou quero virar essa página da nossa vida, e ter certeza que Leila não vai será um problema nas nossas vidas. Assim como John não existe no nosso meio, porque eu dei um fim em qualquer investida. Amanhã vamos sim tirá-la do apto e que ela que se vire. Pego na mão dela.
- Deixa eu resolver sozinho. Eu prometo tirá-la das nossas vidas. Não quero que ela e Leila se encontrem. Não sei o que poderia dar esse encontro.
- Ok. Eu vou deixar você fazer do seu jeito, mas se não surtir efeito, eu mesmo vou colocá-la em seu lugar. Ela diz e eu assinto.
Acabamos de comer e ela se levantou retirando à mesma. Pedi para deixar com Gail, mas ela me disse que dispensou à mesma. Então ajudei ela arrumar tudo. Assim que acabamos, eu queria ela. Abracei à mesma por trás.
- Faz amor comigo. Sussurro no ouvido dela, apertando à mesma no meu corpo para ela sentir meu desejo por ela.
Sentir seu sorriso e à virei para mim. À beijei muitas vezes sentindo a língua dela entrar na minha boca e devolvendo a minha língua naquela sensação que os beijos proibidos nos dão. Foram beijos sedentos e abraços fortes enquanto um despia o outro.
Ela se ajoelhou e tirou minha box, lentamente e pegou meu m****o com as duas mãos e começou a lamber na cabeça e logo estava com meu p*u todo em sua boca. Nao sei como resisti aquela boca e consegui nao gozar na boca dela, Ela estava chupando com tanta vontade e sede que meu t***o estava no topo
Depois de chupar bastante ela me olhou e me pediu pra fazer amor com ela. Eu a fiz se levantar e fomos para o sofá nos meus braços a deitei. Voltei à beijar sua boca desci até seus s***s,seu ventre ,suas coxas e Não demorei para ter à minha boca naquela i********e deliciosa. Eu a chupava e acariciava seu corpo quando ela entre gritos e gemidos g**o na minha boca. Eu a coloquei de quatro e sedento de prazer a penetrei de forma forte e profunda. Era divino ouvir ela gemendo e me implorando para ser mais forte. Nao demorei muito e gozei dentro dela. Me deitei ao seu lado e com ela deitada com a cabeça sobre meu peito. Me acariciava o peito e meus braços me dizendo q ela era minha. Que me amava e ela só queria que nós tivéssemos sempre assim. E eu também. Queria muito que nossas diferenças acabasse. Amanhã mesmo darei um jeito em Leila para não termos problemas.
À noite nossa rendeu muito amor. E eu estava feliz com isso. De manhã fizemos amor antes de ir trabalhar. No caminho para o apto liguei para Elliot me ajudar. Ele atende no segundo toque.
- Fala Grey. Achei minha irmãzinha tinha tirado seu couro. Ele gargalha falando.
- Quase Elliot. Por pouco, tive que contornar à situação.
- Você está falando sério? Ele ainda está gargalhando.
- Elliot sua irmã é louca. Ela que não me escute falar isso, mas eu sou ciumento, porém ela é o extremo. Então eu preciso da sua ajuda.
- Não venha me colocar contra minha irmã. Não quero problema com ela. Elliot fala sério.
- Por favor, olha eu só preciso que você arrume um trabalho logo para ela. Vou ter que tirá-la do meu apto, mas já dei um dinheiro que ela possa pagar um hotel, pensão, sei lá. O caso que eu não posso ajudá-la mais.
- Tudo bem. Mas não quero que Kate saiba disso. Kate também tem o gênio do m*l. Ela não aceita muito bem amizades femininas.
- Droga. Me lembro que ontem comentei que Elliot iria arrumar um trabalho para Leila.
- O que foi cara?
- Comentei com Ana que você iria arrumar um trabalho para Leila, e à mesma disse que falaria para Kate sobre isso.
- Christian eu não quero meu couro esfolado pela Kate. Então sugiro que não comente mais nada com Ana. Vou mandá-la para Portland. Ela pode trabalhar na empresa de publicidade que somos sócios. Um dos sócios estão precisando de uma secretária. Vou ligar para ele agora, e você pede ela para me procurar hoje na empresa do papai.
- Ótimo Elliot. Muito obrigada. Vou ficar te devendo.
- Vai mesmo. Ainda mais de Kate brigar comigo por causa dessa mulher.
- Não vai cara. Se Ana me perguntar, digo que um amigo arrumou um emprego para ela em Portland.
- Ótimo. Depois nos falamos então. Deixa eu ligar para esse sócio.
- Vai lá. Desligo e ainda bem que tenho um problema a menos na mão. Mesmo que Ana tenha dito aquilo sobre Leila, eu não queria ser responsável se algo te acontecesse.
Eu já estava aqui na porta do apto para conversar com Leila, espero que ela me entenda. Não posso deixar meu casamento acabar por causa de Leila ou qualquer outra pessoa. Bato na porta e não demora muito ela atende vestida de robby.
- Christian. Que surpresa.
- Tudo bem? Posso entrar?
- Claro. O apto é seu. Ela fala e eu entro. Tem novidades do emprego?
- Sim. Meu amigo arrumou para você em uma das empresas dele.
- Que ótimo Christian. Ela fala querendo pular em mim, mas eu a paro. Ela me olha sem entender. Está tudo bem?
- Sim. Meu amigo disse para você procurá-lo hoje nesse endereço. Digo pegando um papel e uma caneta. Escrevo e passo para ela.
- Você não sabe como eu te agradeço. Ela fala com maior sorriso.
- Que bom. Hoje mesmo vou pedir à Taylor para pegar à chave do apto com o porteiro, então você deixe com ele. Ela me olha parecendo não entender.
- Como assim? Eu não vou poder ficar aqui até eu me estabilizar no trabalho? Ela me abraça novamente me pegando de surpresa. Não me desampare agora. Eu preciso muito de você. Eu só tenho você. Droga. Vou ser obrigado à jogar essa roupa no lixo.
- Leila. Peço tirando do meu corpo. Ela me olha chorando. Você não pode ficar aqui, primeiro que o emprego que meu amigo arrumou para você é em Portland. Ela limpa seus olhos.
- Em Portland? Ela limpa suas olhos com as costas da mão. Eu não conheceu ninguém lá.
- Leila, eu não posso fazer nada quanto à isso. Você me pediu ajuda e eu te ajudei. Te dei dinheiro, já arrumei um emprego. À partir de agora é com você.
- Você me disse que podia arrumar um emprego por aqui. Acho que Ana está certa. Ela não quer um emprego.
- Leila, você quer um emprego mesmo? Peço cruzando os braços.
- Sim. Claro que quero. Ela fala sem me olhar.
- Ótimo. O emprego está aí pra você. Deixe à chave com o porteiro, pois Taylor vai pegá-la. Te desejo boa sorte. Digo e saio sem dar tempo dela responder. Não me interessa mais nada sobre ela. Nunca vi fazer imposição para trabalhar.
Vou para à empresa. Cheiro à minha roupa dentro do carro. p***a de perfume que impregna. Peço à Taylor para ir em casa e pegar outro conjunto de terno e gravata para mim. Não quero outra DR hoje, e muito menos ser castigado daquela forma. Ana tem um lado dominadora que não conhecia, e eu não posso brincar com esse lado, porque posso me colocar no fogo. Ela não tem dó de fazer as coisas comigo para ter o que quer. E como disse ontem, eu não quero nunca mais esse castigo.
Chego na empresa e Andreia já vem me passar à minha agenda para hoje. Me sento e ela começa dizer que tenho duas reuniões agora de manhã e uma à tarde. E ainda tinha que ir na universidade em Washington Amanhã para dar uma palestra. Eu odiava fazer isso, só fazia porque era bem feitor da mesma, então teria que ir. Me concentro no meu trabalho logo após Andreia sair da sala.
Na hora do almoço eu já tinha trocado de roupa e colocado as outras no lixo. Mesmo que Ana me viu vestido para o trabalho, espero que ela não perceba. Já estava me levantando para sair para almoçar, quando ouvir uma batida na porta. Pede que entrasse.
- Andreia, vou sair para almoçar você pode deixar os papéis da próxima reunião na minha mesa. Digo sem olhar.
- Humm, achei que eu poderia ser seu almoço. Olho e vejo minha mulher parada na porta olhando para mim.
- Acredito que não terá almoço melhor. Digo me afundando mais na minha cadeira. Ela tranca à porta e vem até à mim. Senta no meu colo e beija meus lábios de leve.
- Nós temos pouco tempo. Ela fala com sua boca grudada na minha.
- Eu posso dar um jeito nisso. Digo e Aproveito e tiro a blusa e o sutiã dela já vou massageando seus s***s e m*****s. Ela começa a gemer baixinho.
Tiro minha camisa, calça e cueca e meia, fico completamente nu. Ela ao me ver nu também tira sua roupa ficando apenas de calcinha. Eu já mais que e******o a deito na mesa de pernas abertas. Venho beijando sua boca, em seguida, mordendo sua orelha, logo após beijando seu pescoço, fui descendo beijando seus s***s, lambendo e mordiscando seus m*****s, passando a língua em volta deles, vou passando a língua em sua barriga até chegar em seu umbigo, passo a língua dentro dele, vou descendo passo a língua em sua virilha ela se estremece toda, vou beijando sua perna esquerda até o pé, depois vou subindo pela direita, até chegar em sua virilha tiro sua calcinha com o dente, e começo a fazer um oral.
Começo lambendo os pequenos lábios, em seguida penetro minha língua até o fundo de sua i********e maravilhosa. Após começo a chupar apenas seu c******s, e começo a penetrar minha língua em sua v****a ela começa a gemer mais alto, tenta se controlar e não consegue. Nisso começo a sentir cada vê mais o seu melzinho.
Ela já louca de t***o, fico ali naquele oral por uns 20 minutos chupando lambendo e a deixando louca, tem alguns orgasmo já ficando meio mole. E eu com meu pênis duro que nem pedra. Ela pede para eu penetrá-la e eu não a penetro, apenas começo a penetrar meu dedo e massagear uma Esponjinha que tem dentro da cavidade vaginal da mulher e da muito prazer ao ser massageada. Ali fiquei por mais uns minutos e ela tem vários orgasmo.
Nessa hora ela se levanta meia bamba e me chupa gostoso olhando pra mim com cara de safada, eu quase gozando em sua boca, tiro meu pênis da boca dela e começo a penetrar em sua i********e, ela começa gemer e pedir mais forte e vou metendo cada vez mais forte e mais rápido, ela começa a pedir pra meter até o fim e eu metendo. Nisso ela se vira de 4 e pede pra meter forte. Faço o que ela me pede, estoco forte segurando em sua cintura, dando uns tapas em sua b***a. Estoco cada vez mais rápido e forte e pede pra eu parar e começa a rebolar no meu m****o, que sensação maravilhosa, e depois começa a apertar meu p*u apenas com sua v****a, que sensação maravilhosa.
Volto a meter e meter cada vez mais rápido e aquele adrenalina correndo na veia. Me empolgo mais e meter mais e mais. Não aguentando muito acabo despejando meu g**o dentro dela, e ela também acaba gozando depois de mim.
Recuperamos do nosso almoço s****l, e fomos nos deitar no sofá. Ela estava deitada com à cabeça no meu peito. Estávamos os dois serenos e bem relaxados.
- Amei nosso almoço. Digo alisando os cabelos dela. Podia fazer isso mais vezes. Sinto seu sorriso.
- Quem sabe você tenha mais sorte.
- É mesmo? Indago e ela se levanta.
- Eu preciso voltar para à Fundação.
- Mas você almoçou? Peço me sentando e acompanhando ela se vestir.
- Não. Eu sair para comprar uma pílula do dia seguinte, já que ontem eu esqueci de tomar meu remédio, então resolvi passar aqui e te fazer uma surpresa.
- Por mim você não precisa tomar remédio. Pode até parar. Eu gostaria já de pensar em filhos.
- Eu não quero ter filhos, você sabe disso. Olho para ela com preocupação.
- Achei que como estamos bem, você tivesse mudado de idéia.
- Não. Eu não me vejo sendo mãe. Eu não quero ter filhos. Estou incrédulo.
- Mas eu me vejo sendo pai Ana. Ela olha para mim e suspira.
- E como vamos fazer então? Porque eu disse desde o começo que não queria filhos. Será só nós dois o resto da vida.
- Achei que você tinha dito aquilo por raiva da situação, por achar que seria infeliz ao meu lado, mas nunca achei que esse fosse realmente sua vontade.
- Pois é à minha vontade. Eu não quero ter filhos. E vou fazer de tudo para evitá-los.
- Você está falando sério? Eu não estou acreditando no que ela está me dizendo.
- Sim. Muito sério. E te faço à pergunta novamente. O que vamos fazer então? Pois eu não quero e você quer.
- O mais lógico é um ceder.
- Então acho mais fácil você ceder, porque eu não vou abrir mão da minha decisão. Para se ter um filho precisa de duas pessoas, e se é eu que vou ter que gerar e carregar essa criança dentro de mim não quero, não vamos ter. Eu estou olhando para ela espantado. Será só nós dois o resto da vida. Ela não vai mesmo me dar à felicidade de ser pai. Eu vou ter que convencê-la com o tempo à mudar de idéia. Não sei talvez fazer ela conviver mais com Ben. Mas algo eu terei que fazer para realizar meu desejo de ser pai.