CAPÍTULO 29

2191 Palavras
Estava olhando aquela mulher entrar na minha casa como se ela fosse alguém para mim. Antes eu poderia dizer que eu faria de tudo para ela. Daria minha vida como dei para ajudá-la, mas hoje não. Ela não me engana mais. - Sra Grey. Um dos enfermeiros me cumprimenta. - O que vocês vieram fazer aqui? Indago olhando para essa bruxa que eu dia eu chamei de mãe. - Sua mãe… - Ela não é minha mãe. Digo antes dele continuar. - Ela disse no hospital que era sua mãe. Reviro meus olhos. Christian aparece devidamente vestido. - O que está acontecendo aqui? Ele questiona. - Essa senhora disse no hospital que eu era filha dela. - Sra, se a Sra é filha dela, ela não pode ficar no hospital sem um parente responsável. Ela chegou no hospital com overdose de remédios, e o médico constatou que ela está com forte depressão. Nesse momento ela precisa da família. Sorrio. - Ok. Deixa ela aí. Digo e Christian me olha. Os enfermeiros à deixam e saem. - Você vai deixá-la aqui em casa? Christian questiona parando na minha frente. - Taylor. Chamo sem responder ao meu marido. - Sra. Taylor aparece. - Arrume alguém para levar essa mulher para casa dela em Portland. Pode dizer à quem leva-la é para colocá-la lá dentro e pode vir embora. Ela se vira. - Tem certeza Ana? Christian indaga não acreditando. - Está com dó? - Não. Mas à uma semana atrás você à adorava e agora não está nem aí para ela. Estou com receio que você se arrependa. - Não vou. Não precisa se preocupar. Falo indo para sala e deixando Elena lá com à cabeça caída. Fingindo à doença. Lamento, mas ela não vai conseguir de mim nada. Agora eu quero ver o que essa Leila quer. Me sento no sofá.  E você Leila, o que veio fazer aqui? Peço cruzando as minhas pernas. Ela me olha com os olhos arregalados. Meu marido não meu amor. Ele não é para você. - Eu vim ver com Christian se ele poderia me arrumar um emprego. Meu marido agora é agência de emprego? - Mas você não mora em Vancouver? Questiono. - Quer um vinho Leila? Christian aparece com três taças e uma garrafa de vinho. - Não obrigada! Ela responde movendo suas mãos. - Então? Peço querendo à resposta dela. - Sim, mas eu não tenho nada lá para me segurar mais. E então quero um recomeço aqui em Seattle. Bebo um pouco do meu vinho. Sei o recomeço que ela quer. - Sra Grey. Taylor me chama. - Pode falar Taylor. Digo sentada. Eu não pretendo levantar daqui enquanto essa daqui não for embora da minha casa também. - Vamos levá-la. Mas ela não está com à bolsa e nem chave da casa. Me levanto à contra gosto e vou até meu quarto e pego a chave na minha bolsa. Desço e entrego à Taylor. - Resolvido. Digo e ele sai. Volto à me sentar no sofá do lado do marido. - E aí, perde alguma coisa? Peço. - Não. Estava só explicando à Christian sobre uma vaga de emprego. - Na empresa Leila, eu teria que ver. Posso conseguir um emprego de assistente lá dentro. Trabalhar com ele? Sendo assistente dele? Não vai rolar. - Porque não colocamos ela na Fundação? Indago e eles me olham. Podemos colocá-la para receber as pessoas que sofrem os abusos. Ela seria uma espécie de acolhedora. Uma palavra amiga antes de fazer à aceitação deles na Fundação e Instituições. - Não sei Ana. Leila acabou de passar por uma experiência traumática. Não sei se ela está em condição de acolher. Christian fala. - Mas eu não vejo problema. Ela estaria com pessoas que pode ter sofrido e passado o mesmo que ela. À Fundação acolhe todo tipo de pessoas com vários problemas, então Leila pode se sentir acolhida e também acolher essas pessoas. - Esse cargo já existe nessa Fundação? Leila se manifesta. - Temos uma pessoa que fica na porta para recebê-las e encaminhá-las ao atendimento para fazer à ficha. - Sei. Mas Christian você estaria lá para me ajudar? Sorrio sarcástica e Christian olha pra mim. - Não Leila. Meu marido não tem nada haver com à Fundação. Se você quiser ajuda, posso pedi as meninas que trabalha lá e até minha secretária para isso. Respondo olhando para meu marido que faz cara de quem não está entendendo nada. - Eu preferiria trabalhar em uma das empresas de Christian. Olho para ela sorrindo de novo. - Achei que você gostaria de um trabalho, independente do que era ou onde for. Falo cruzando os braços. - Quero, mas eu quero algo dentro dos escritórios. Sei o que ela quer dentro do escritório. O meu marido em cima da mesa para ela se servir à vontade. - Leila, vamos fazer o seguinte. Deixa eu olhar algo para você e depois de te ligo. - Sra, Sr. Gail chama nossa atenção. O jantar está pronto. - Obrigada Gail. Agradeço. - Tudo bem… Mas… O que ela quer mais? Eu vim pra cá sem dinheiro, sem lugar estabelecido para ficar. Claro que veio. Achei que você poderia me deixar passar uma noite aqui ou até eu arrumar um emprego. Começo à rir. - Anastásia. Christian me chama e eu olho para ele. - Vou jantar porque estou com fome. Digo indo para à sala de jantar. É demais para minha cabeça. Eu espero que ele não concorde com isso, porque vamos ter uma tempestade aqui em casa. Me sento e coloco à comida em meu prato. Começo à comer reparando à conversa dos dois. Mesmo não ouvindo, eu estava prestando atenção. Os dois levantam e vem até à mesa. - Então, decidiram? Questiono pondo um pedaço de carne na minha boca. - Leila vai jantar com à gente. - E depois? Indago olhando para à falsa ingênua na minha frente. - Podemos conversar depois do jantar? Christian pergunta olhando para mim. - Ótimo. Agora, porque eu já acabei de jantar. Levanto indo para sala. Ele levanta e vem até à mim. - O que você tem? Ele questiona e eu sorrio de raiva. - O que eu tenho? Você me disse que ela não é nada sua, você à ajuda e dois dias depois ela está aqui querendo abrigo na nossa casa e trabalhar com você. - Ela está frágil Ana. - Ótimo, não quer dar nossa cama para ela deitar com você? Indago cruzando os braços. - Eu não acredito que você está com ciúmes. Eu já disse que nunca tivemos nada. Mas ela quer. - Ok Christian, me diz o que você vai fazer com ela. Ela vai dormir aqui? Vai passar uma temporada aqui? - Não. Vou pedir à Taylor para levá-la para um dos meus aptos. - E porque ela não pode ir para um hotel? E falta de dinheiro? Eu mesmo dou para ela. - Ela só vai ficar hoje no meu apto e depois vai procurar um lugar para ela. - Espero. Não quero você com contato com ela. - Anastásia. - Não adianta. Da mesma forma que você exige de mim que eu não tenha contato com John, eu não quero você com ela. - John era seu namorado. Leila nunca foi nada minha. - Mas parece que quer ser. E eu não estou afim de pagar pra ver, assim como você não quis pagar para ver eu voltar para John. Então vamos ser práticos aqui. Eu não quero ela na minha casa. Não quero ela nas nossas vidas. Se ela não aceitar o emprego na Fundação, eu lamento muito para ela, mas ela terá que rodar bolsinha em outro ponto. - Anastásia. - Nada de Anastásia Christian. Você me disse à dois dias atrás quando conversamos que me queria em todos os sentidos. Eu sou sua esposa e da mesma forma que você é meu marido e tem direito de me exigir as coisas, rasgar minha roupa por ciúmes, eu também posso. Então, ou você coloca Leila em seu lugar ou eu vou fazê-lo sem dó nenhuma pelo que ela passou à dias atrás. Ele me olha chocado. Não estava esperando à minha reação. Mas ele não me conhece, nós dois não nos conhecemos e agora teremos oportunidade para isso. - Ela sabe que vai ficar hoje no apto e depois terá que conseguir um lugar para ficar. E não é nada que você pensa ou está pensando. Eu jamais me envolveria com ela. Eu só quero ajudar pois ela não está bem. - Ok. Dê dinheiro à ela, faça o que tiver que ser feito. Só não quero ela em nossas vidas. - Tudo bem. Ele fala simplesmente. Subo para meu quarto. Eu não queria brigar com ele. Não queria que ele ficasse chateado comigo. Juramos não ter brigas entre nós, mas é difícil quando se tem uma dissimulada dando de cima dele na minha cara. Fiquei arrumando à cama para me deitar. Eu não sei à que horas ele iria resolver vir para cama, mas eu não queria à cara de chateação para mim. Posso ter sido possessiva demais, mas ele é assim, então não vou ficar amenizando e me transformando em uma pessoa que não sou. Eu sou ciumenta ao extremo, só não demonstrava isso à ele, pois não gostava do mesmo. Porém agora meu sentimento é outro e tudo em mim ficou em alerta. Tiro à colcha na cama jogando no pé da mesma. Pego os travesseiros e coloco em seus lugares. Sinto braços rodearem minha cintura e beijos na minhas costas. - Está chateada comigo? Ele pede e era eu que deveria fazer essa pergunta. - Não. Mas eu não gosto dela. - Eu já disse que ela só está frágil. - Que ela vá caçar um porto seguro em outro lugar para curar sua fragilidade. Digo e ele me vira para ele. - Eu te amo. E não tenho olhos para outra mulher que não seja você. Acredita em mim?  Ele pede me olhando profundamente. - Sim. Eu acredito. Nisso eu me aproximei dele, segurei pela bainha da camisa, fui subindo para retirá-la, e o  beijei devagar e bem calmamente, então eu desci a mão e passei no m****o  dele, ele deu um suspiro profundo, fui descendo bem devagar beijando o peito dele, depois o abdômen, desabotoando sua calça e descendo à mesma com cueca e tudo. Beijei a pélvis, até que cheguei no m****o, fiquei de joelhos na frente dele, ai eu dei um selinho na ponta do pênis e olhei pra cima, ele sorriu com aquele sorriso de safado que só eu conheço, depois lambi da ponta até os ovos, voltei e enfiei todo o seu m****o na minha boca, claro que não coube todo, mas eu sempre me esforço para colocar o máximo que posso na minha boca, o p*u dele já estava duro igual a pedra. Comecei uma vai e vem com a boca bem devagar, ele segurava meu cabelo com muita força, então eu aumentei a intensidade com a boca, ele começou a gemer bem alto. Até que gozou na minha boca, engoli e olhei pra cima com a cara mais safada que consegui fazer, levantei e dei um beijo na boca dele. Ele arrancou minha blusa e o short como eu não estava com nada por baixo, me deixou completamente nua, ele me segurou com firmeza e me levou até a cama, abriu minhas perna, e começou a beijar minha coxa, primeiro uma depois a outra, até que ele chegou onde eu queria, ele lambia vagarosamente minha v****a, era uma tortura deliciosa, quando eu estava quase chegando lá ele interrompeu, me deixando frustrada. - Porque parou. Disse olhando para ele. - Fica de quatro. Obedeci sem questionar. Eu só queria ele dentro de mim. Eu levantei e me posicionei como ele queria. Ele enfiou o p*u com tudo na minha v****a de uma vez só, segurou no meu quadril e começo a estocar dentro de mim, primeiro devagar, eu rebolava no ritmo dele, e aos pouco foi aumentando, as estocadas, até que eu já estava igual uma louca querendo gozar. Ele deitou por cima de mim, gemendo no meu ouvido e falando bem baixinho no meu ouvido. - Eu te amo. - Eu te amo também e você é meu Foi com essa palavras que eu gozei muito forte, ele deu mais 5 estocada e gozou dentro de mim. Quando ele saiu de dentro de mim, estávamos os dois suados, ele me puxou para ele me fazendo ficar com a cabeça no peito dele. - Eu te amo. Ele diz e eu me agarro mais ao seu corpo. - Eu também te amo. Digo e ele me faz encará-lo. - Você está falando sério? Ele pede olhando nos meu olhos. - Sim. Estou. Seu sorriso é imensa. Só sinto seus lábios novamente em todo meu corpo, querendo e sentindo as sensações que só ele provocava em mim. Eu tinha certeza ali que ele era meu, só meu e de mais ninguém.
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