CAPÍTULO 28

2514 Palavras
Já estávamos em casa. Ele quase não falou à viagem toda. O pouco que conversamos foi porque eu puxei assunto sobre algo aleatório, e quando vi que ele não queria conversar, me resignei à ficar quieta e esperar o tempo dele. Ele foi para o escritório e eu fui tomar um banho. Depois desce para comer algo. Gail estava na cozinha, e eu peguei um pedaço de bolo que ela havia feito. - Eu vou tomar um banho e descansar um pouco. Christian fala atrás de mim. Me viro e apenas assinto. Você vai para à Fundação? - Não. - Você não dormiu à noite, não vai descansar? Ele pede tirando sua camisa. - Vou, mas vou comer primeiro. Você não quer comer? - Não. Só quero tomar um banho e descansar. - Ok. Ele sobe e eu me viro para acabar de comer. As aulas da faculdade vão começar daqui duas semanas. Eu teria que me organizar entre à faculdade e à Fundação. Acho que como Carla está lá ela pode suprir qualquer coisa pela manhã. Acabo de comer e pego meu celular. Tem ligação de Kate, cinco ligações de um número que desconheço, mas vem de Portland, e Elliot também. Ligo primeiro para Kate. Ela me atende no segundo toque. - Oi Ana, tudo bem? Ela diz assim que atende. - Tudo e você? Indago. - Bem. Mas eu te liguei porque Elena está internada e o hospital estava te ligando. Disse que ela estava depressiva, e que ela precisava de um parente. - Eu não sou parente dela Kate. Você não é parente, então não tem parente. Se o hospital te ligar diga que ela não tem parentes. - Eu disse isso. Porém Elena acordou e disse que tinha uma filha, e que era para eles ligarem para você. Deve ser esse monte de chamadas aqui. - Por mim que continue ligando. Eu não vou atender e também não vou vê-la. - Ok. Você já voltou para Seattle? - Sim. Estou em casa. - E conseguiu o que você queria? - Pelo menos ele está aqui né Kate. Ele não quer conversar, está abalado pela morte da menina. - Sério? À menina morreu? Kate questiona me fazendo entender que ela sabia. - Você sabia que ele estava em New York com Leila à filha? - Sim. Ele ligou para Elliot no dia da viagem para que Elliot fizesse um favor para ele. - Entendo. Você está em Portland? - Sim. Mas vou para Seattle mais tarde. À minha sogrinha quer dar um jantar na casa dela. - Que bom. Eu preciso de um favor seu. Indago. - Fale. - Trás uns livros de administração que está no meu quarto. As aulas começaram daqui duas semanas, e eu vou precisar desses livros. - Tudo bem. Eu pego pra você. Mas alguma coisa? - Não, é só isso. Obrigada! - De nada. - Até mais Kate. Até Ana. Bjs. - Outro. Desligamos e eu ligo para Elliot. Ele atende também no segundo toque - Oi irmãzinha, tudo bem com você? - Tudo Elliot. Você havia me ligado. - Queria saber como você estava. - Estou bem. - Que bom. Mamãe disse que você não tinha ido trabalhar na Fundação, então ela ficou preocupada também e eu acabei lembrando de Portland. - Eu estou bem. Eu só não fui porque tive que resolver outras coisas. - Que bom então. Mamãe vai fazer um jantar hoje, porque você não vem?   - Acho melhor não Elliot. Acabei de chegar de viagem e tenho que organizar algumas coisas. - Tudo bem. Eu não vou forçar. Só quero que você saiba que estamos te esperando. Quero muito que você faça parte da nossa família, e queira estar aqui com à gente. Mamãe e papai não vem à hora de você se abrir e querer conhecê-los. - Tudo no seu tempo. Digo passando as mãos no meu cabelo. - Sim, tudo no seu tempo. Deixa eu ir então. Te amo muito Ana. Eu nem sei o que responder. - Eu também gosto muito de você, e eu só quero tempo. - E você terá. Até mais. - Até. Desligamos e eu me sentei no sofá. Não estava com sono, queria ver se Christian havia dormido já. Então subir até o nosso quarto e ele está lá deitado somente de cueca box. Suspiro olhando para todo aquele corpo. Esse homem é um pecado. Saio do quarto e fecho à porta. Desço e vou para à biblioteca ler um livro. Escolhi um livro sobre administração e fiquei lendo, porém o sono foi me tomando e eu fui me ajeitando no sofá. Acabei dormindo. Acordo com uma carícia no meu rosto. Abro os olhos e vejo Christian sério. Até quando ele vai continuar assim comigo? Bufo, porque sei que ele sofreu mais do que eu. - Seu celular estava tocando muito na sala. Era do hospital de Portland. Me sento arrumando meu cabelo. Elena não desiste. Elena está internada. Eles precisam de um parente lá. Christian indaga sério. - Eu não sou parente dela, então não tenho porque ir para lá. Me levanto. - Você está falando sério? Ele pede parando na minha frente. - Sim. Ele fica me olhando esperando eu falar mais. Respiro fundo. Eu fui à Portland à dois dias atrás. Elena estava em casa com uma amiga, sei lá. O caso é que elas estavam falando de mim, do meu sequestro. Elena e eu tivemos um briga, então eu não quero mais falar com ela. Não me interessa nada dela. E te agradeceria se você esquecesse essa mulher também. Ele me olha parecendo que tenho chifres. - Tudo bem, mas eles não vão parar de te ligar. Ele fala e eu pego meu celular da mão dele. Abro e pego o chip e quebro o mesmo. - Pronto. Não vamos mais ter esse problema. Estou com fome, você já comeu? Ele me olha desconfiado. - Não. Vamos comer. Ele fala e sai da biblioteca junto comigo. Nos sentamos e Gail tinha já colocado nosso prato na mesa com uma torta de frango. Começamos à comer em silêncio. E eu queria saber se ele vai aceitar tentar, se ele vai me querer da mesma forma que antes. - Você  não me disse se vai aceitar recomeçarmos. Digo olhando para ele. - Desculpe, mas eu não estava com cabeça depois que Leila deu à notícia. Ele ainda está abalado.   - Eu entendo. Mordo meus lábios. Como mais um pedaço da minha torta. - Mas vamos conversar agora. Ouvir tudo que você disse e espero mesmo que esteja disposta à ser minha em todos os sentidos e de corpo e alma. Não quero ficar brigando mais, não quero que à gente fique sem nos falar e nunca, nunca mais quero ter deixar nosso quarto. E se você pede o divórcio de novo, eu juro que não vou te dar tempo para pensar. No outro dia estaremos assinando os papéis. Engulo em seco e me bate um cala frio. - Eu prometo que isso não vai acontecer. - Espero mesmo. Sorrio para ele e assim acabamos de comer. Tiro nossos pratos e coloco na pia. - Daqui duas semanas começam as aulas da faculdade. Digo indo para sala. - E o que você pretende fazer? Você vai continuar na Fundação? Ele questiona se sentando. - Sim, algum problema com isso?   - Não quero você se desdobrando pra fazer nada. Quis que você trabalhasse na Fundação para se distrair. E agora que à faculdade vai começar, você pode se dedicar somente à ela. - Mas eu quero ainda continuar trabalhando lá. Eu gosto de trabalhar na Fundação. Gosto daquele lugar. Então eu farei de tudo para conciliar. - Tudo bem. Ele se levanta. Eu vou para o escritório trabalhar um pouco. Fico frustrada, mas eu não quero deixar ele ir. Podemos curtir o resto da tarde e resolver nossas diferenças de um jeito gostoso. - Eu tenho como mudar sua cabeça? Questiono indo devagar até ele. - Como assim? Ele se faz de desentendido.   - Eu acho que esses dias tudo você ficou sem trabalhar, e pode me dar mais esse resto da tarde sem olhar para o trabalho. Digo empurrando o mesmo para o sofá. Sento em seu colo. Eu quero que nos amemos, quero que você me ame. Me queira muito. - E eu te quero. Não espero ele terminar responder e ataco seus lábios. E pela primeira vez em muito tempo, me sinto bem nos braços dele. Beijando ele como se fosse arrancar os lábios dele. Fui descendo e explorando cada parte do corpo do meu marido,e quando cheguei naquela em seu m****o,abocanhei como se fosse um pirulito, chupei, o deixando louco. Ele me parou com uma cara de êxtase. - Vamos para o quarto. Ele disse me pegando no colo e me levando. No quarto ele me colocou deitada, começou a beijar inicialmente meus pés depois foi subindo para os meus tornozelos me acariciando de forma que a me atiçar a cada caricia, quando dei por mim já estava toda molhada e a essa altura ele já iniciava a beijar as minha coxas. - Amor, o que você está fazendo? Peço inebriada. Na verdade eu queria proporcionar prazer à ele. Fazer ele sentir que eu era dele e que estou com ele para tudo. - Só quero me redimir com você. Subo meu corpo um pouco não entendendo. Quem tem que se redimir aqui sou eu. - Mas… - Quietinha minha querida! Só relaxa. Fiz o que ele me pediu mesmo confusa. Por cima da minha blusa ele pegou na minha cintura e me fez olhar em seus olhos, depois disso ele voltou as minhas pernas e delicadamente retirou meu Short junto com à calcinha, fiquei nua aos seus olhos. Meu t***o já era tanto que eu m*l me aguentava.Mesmo deitada alcancei sua blusa de botões e a abri violentamente, ele tomou minhas mãos e disse. - Vai com calma ainda tenho muito pelo que me desculpar. Droga, ele estava querendo me dizer que me traiu? Meus olhos automaticamente encheram de lágrimas. - Parar Christian. Digo e ele me olha confuso. - O que foi? - Você está querendo se redimir, me pede desculpas, porque me traiu? - Jamais faria isso. Dizendo isso ele me beijou tão vigorosamente que não sabia se prestava mais atenção ao seu beijo ou a sua mão que já chegara ao meu sexo e brincava com o meu c******s. Quando ele chegou com sua quente e habilidosa língua no meu sexo mordiscando e beijando eu não consegui mais formar um pensamento coerente até que gozei em seus lábios, ele se deliciou com meu prazer até a ultima gota. Nessa hora nem ele mesmo se aguentava mais, mesmo assim tirou calmamente suas calças, que havia colocado lá embaixo para subirmos e seu maravilhoso m****o a muito rijo se livrou de sua prisão, como era grosso e grande aquele m****o. Ele sentou na cama de frente pra mim e me colocou cuidadosamente sobre seu m****o vigoroso. Que prazer sentir todo aquele t***o dentro de mim. Depois de cavalgar sobre ele até gozar novamente, ele me parou e me colocou curvada sobre a cama e por trás de mim ele reiniciou o vai e vem de puro prazer! Gozei feito louca. Com o m****o totalmente envolvido em meu prazer ele segurou meu quadril e de uma estocada só me penetrou pelo meu ânus, foi tão bom que gozei simultaneamente, mesmo não tendo experiência em sexo anal, já que fizemos uma fez, e ele foi tão carinhoso. Ele retirava e colocava diversas vezes de uma estocada só, até que não se aguentou e gozou bem dentro de mim. Caímos exaustos sobre a cama. E eu estava feliz por estar nos braços dele. Feliz por ele ter aceitado à ficar comigo, à recomeçarmos. Porém algo estava me tirando à tranquilidade. Eu queria saber do que ele estava se redimindo comigo, sendo que era eu que deveria estar fazendo isso. Estava com à cabeça no abdômen dele e eu queria tirar isso à limpo. Ele me disse que não me traiu, então o que foi? - Christian. - Uh. Ele responde meio mole ainda devido ao êxtase. - Porque você tinha que se redimir? Eu que deveria está fazendo isso. Peço apoio meu queixo no abdômen dele e olhando para o mesmo. Ele olha para mim. - Você terá muito tempo para se redimir comigo, posso dizer que o resto da vida. Sorrio, mas ele ainda não respondeu à minha pergunta. Linda não era minha filha. Ele diz e eu me levanto para encará-lo mais. Ela era filha de um amigo meu Jack Hyde que morreu na guerra anos atrás. Ele deixou Leila grávida, e os pais de Jack não gostam de Leila e não acreditaram que à menina era filha dele, portanto ela ficou desamparada. - E você tem ajudado ela até agora? Quero saber se eles estavam tendo contato. - Não. Leila nunca me procurou até aquele dia. Ela estava desesperada porque não tinha recursos para fazer os exames e dar um tratamento adequado à filha. Ela já tinha implorado para os pais de Jack, mas eles não quiseram saber. - Coitada. - Sim. E por isso eu ajudei. Fiquei com ela até ontem. - Vocês nunca tiveram nada? Eu não sei, mas fiquei insegura da forma que ela se apoiou nele. - Não. Leila não é nada minha Ana. Ele me puxa para seus braços e me olha. Eu só fiz por amizade à Jack, e também porque não desampararia uma criança nunca. - Me desculpe. Mas é que… - Shiii. Ele me impede de falar. - Não me importa. Eu amo você e não quero nada entre nós. Ele me beija e fizemos mais uma vez amor como se não tivéssemos amanhã. Ficamos bem em casa quietinhos por dois dias. Aproveitando um ao outro e curtindo cada momento só nosso. Tinha acabado de tomar banho para jantar com ele. Estava sorrindo atoa. Vestir uma camiseta e um short. Eu precisava pensar nele, tinha que comprar umas camisolas bem sexy para os olhos dele. Farei isso amanhã. Na hora do almoço irei ao shopping. Desce as escadas animada e pensativa nisso. Ele já deve estar me esperando. Assim que chego no último degrau, vejo Christian sem camisa conversando com Leila. O que ela veio fazer aqui? Desço chegando na sala. - Boa noite Leila. Ela me olha. - Boa noite. Ela diz sem graça. - Christian eu acho melhor você vestir uma camisa para receber à visita. Falo e ele dar um sorrisinho. - Licença Leila. Eu já desço para conversarmos. Ele fala e sobe. - Sra Grey. Taylor me chama tirando os meus olhos de Leila. - Oi. Olho para ele. - À Sra sua mãe está sendo trazida pelos enfermeiros. Fico atônita com isso. Vejo Elena entrando em uma cadeira de rodas sendo acompanhada por enfermeiros. Maldita. Ela acha mesmo que vou ceder as chantagens dela? Vamos ver.
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