CAPÍTULO 19

2293 Palavras
Minha vida com Anastásia está de m*l à pior. Eu não sei mais o que fazer para ela me notar, para ela entender e ver o quanto eu à amo. Nossas brigas estão se tornando constante, e ela não ver que cada palavra dela me fere, me deixa magoado e ao mesmo tempo desiludido. Eu nunca imaginei que seria tão difícil conquista-la. Nunca imaginei que pensaria em divórcio, mas é isso que estou pensando. Eu não estou vendo futuro para uma relação onde somente eu esteja aberto e ela não. Ela não abre seu coração, não me deixa aproximar mais dela. Não me deixa conhecê-la e nem se permite me ver como eu sou. Ela é inacessível em todos os sentidos, menos na cama, porque ali eu consigo senti-la, consigo buscar tudo dela, porém para mim isso não é o suficiente. Eu quero ser o casal de namorados casados, quero ver à alegria em seu rosto, quero poder acordar e ver seu sorriso, porque sou eu que estou proporcionando isso à ela. No almoço na casa dos meus pais, estava animado, mas ver que José Rodrigues voltou para requerer à paternidade do meu sobrinho era o fim. Ele não tira direito nenhum disso. Ele abandonou Mia quando à mesma mais precisava com à desculpa de que não tinha como sustentar o menino, ele não queria se apresentar à minha família como um João ninguém. Porém para mim ele perdeu qualquer direito por fugir assim. Ben não precisava de um pai de merda igual à ele, nunca fez falta e eu e meu pai estávamos ali para suprir uma presença masculina. Raiva, ciúmes me consumiu quando vi ele chamando minha esposa e os dois se abraçando. Eles se conheciam. E isso me deixou mais puto ainda. Eu não conseguia abraçar minha mulher se não for para termos uma i********e, e o cara está cheio de dedos em cima dela. Fui grosso com ela, mas depois pede desculpas. Não queria passar à tarde toda brigado com ela. Essa semana ela iria para Portland e eu iria também. Eu não iria deixar ela ir sozinha e minha cunhadinha arrumar um encontro entre o bastardo e minha querida esposa errante. Enquanto isso na empresa já foi logo ligando para Welch investigar à vida da minha sogrinha e do seu marido. Queria tirar qualquer dúvida da minha cabeça. E Welch e seu pessoal também estavam investigando o paradeiro da filha dos meus padrinhos. Alguma coisa tinha que ser encontrada, nem que se fosse para falar que ela estava morta, ou era mesmo minha esposa. E era disso que eu tinha medo, porque se for verdade que Ana é à menina dos meus padrinhos, Elena e o marido dela foram os sequestradores e pagaram caro por isso, na verdade só Elena, e pela infelicidade dela isso é crime para prisão perpétua. Espero, torço que eu esteja enganado. Anastásia gosta muito de Elena e se algo viesse à se confirmar, ela sofreria muito mais. Quinta feira chegou e fomos para Portland brigados como sempre. Ela tinha um encontro com os amigos dela e eu não queria que ela fosse. Posso está sendo egoísta, mas enquanto eu não ver que ela me ama, que me queira, eu não vou permite que ela saia sem mim para encontrar com ninguém. Eu não posso permitir que ela se apaixone por alguém que não seja eu. Mesmo cansado das nossas brigas, eu à quero, e não queria que nosso casamento acabasse. Fomos para Portland e nenhuma palavra foi dada entre nós. Ela realmente estava chateada comigo, mas eu queria resolver isso. Estava cansado disso. Estava cansado desse tratamento de merda que ela me dar. Eu não sou nenhum cachorro para viver de esmolas, e eu não quero continuar vivendo assim, se ela quer o divórcio, pois tenho certeza que quer, pois está fazendo de tudo para isso acontecer, mesmo ela dizendo que estava conformada com nosso casamento, eu iria dar isso à ela. Mesmo doendo em mim, mesmo me achando um t**o por ter feito tudo para casar com ela, e ainda demonstrando à ela que à amo dia após dia, eu não ficaria nessa se ela não mudasse seu jeito comigo. Não dormir na cama junto com ela naquela noite. E pela manhã recebi à ligação de Róss que estava em New York necessitando da minha presença. Não queria ir, mas seria bom, teríamos um momento afastado, mesmo que isso me tirasse o sono, pois queria saber cada passo dela, saber o que ela estava fazendo. Não gostei de ver o vestido que ela iria sair e já estava temendo uma briga. Mas resolvemos isso da melhor forma. Fizemos amor antes de sair e deixá-la na Fundação. Depois de resolver tudo em New York, já estava em Seattle. Não falei com Anastásia hoje, mas gostei ver que ela me mandou uma mensagem perguntando como estava e ainda me informando o endereço. Espero que nossa conversa valeu pra alguma coisa. Não quero mesmo que nosso casamento acabe. Eu quero ela e preciso dela. Cheguei no barzinho e era o local agradável. Entrei no mesmo é já fui logo procurando pela minha mulher. Avistei um grupo bem grande sentado no fundo do bar, fui até mais ao fundo e vi ela sentada sorrindo como nunca vi antes. Ela gargalhava, estava até vermelha. Porque eu não conseguia fazê-la assim para mim? Porque eu não conseguia tê-la toda entregue para mim? Respiro fundo. Vou até eles ver se ela vai continuar tão solta assim perto de mim. - Boa noite!! Peço assim que chego perto do grupo. Todos me olham, inclusive as mulheres que parecem que nunca viram um rosto bonito. Já vi que isso aqui vai ser um saco. Todos respondem um boa noite, e à minha mulher sorrindo se levanta. - Gente deixa eu apresentar para vocês. Anastásia fala se aproximando de mim, mas antes que ela chegue uma garota levanta da mesa toda sorridente e já pega na minha mão. - Nem precisa dizer Ana, sabemos muito bem que ele é o famoso Christian Grey. À garota diz sorrindo demais para mim e eu reviro os olhos. Vejo minha mulher olhar de um jeito estranho para à garota é analisar à mão dela grudada na minha. Rapidamente eu tiro. - Eu não iria apresentar o empresário Christian Grey Amélia, mas sim meu marido Christian Grey. Minha mulher fala de um jeito estranho e eu não entendo. - Seu... Seu marido? À tal Amélia diz de boca aberta. - Sim. Meu marido. Minha mulher vai para o lado da garota que ainda estava encostada em mim e tira ela sutilmente do meu lado pegando na minha mão e me levando para perto dela. Eu separei essa cadeira pra você. Ela diz em um tom possessivo e eu não entendi isso até agora. Será que ela está com ciúmes? Não é possível. Eu ficaria imensamente feliz por vê-la assim. - Porque não convidou à gente para seu casamento Ana? Amélia questiona meio irritada. E eu estou adorando isso. - Porque à cerimônia foi toda aqui em Seattle e estávamos nas férias, não tive muito tempo de achar o endereço de cada um. Minha esposa responde se saindo bem na resposta. Ela pega na minha mão, e eu entrelaço nossos dedos. - É meio surreal você ter casado com Christian Grey. Uma outra garota alfineta. Como você conseguiu? - Não sei até agora como eu conseguir Briana. - Como vocês se conheceram? Amélia questiona com desdém. E essa eu respondo. - Eu conheci quando à mesma trabalhava em um café em Portland. Respondo sorrindo. - Nossa em um café? Que momento sem graça para se conhecer uma pessoa. Amélia diz com desdém e sorrir para à outra. - Será mesmo? Não acredito que poderia ter um lugar tão inusitado para conhecer alguém. Acredito que aquela vez na boate em Portland você conheceu seu ex caído de bêbado na calçada perto do seu carro e nem assim você deixou de namorar-lo por ser um lugar estranho. Ainda mais que depois ele estava com você, nos apresentou ele só caía de bêbado em cada evento nosso. Todos na mesa começam à rir lembrando da situação e Amélia fica com uma cara de raiva. Nossa conversa foi passando para outro lado. Pedi uma cerveja e assim continuamos ali conversando sobre à faculdade, e as aulas. Também sobre o trabalho e até o mesmo o meu, já que eles queriam saber como fiz para montar à minha empresa e ser bem sucedido. Olhei no meu relógio em meu pulso e vi que já era quase dez horas. Eu queria ir embora e ficar com à minha mulher. Queria matar à saudade e ainda sentir mais esse lado possessivo dela que sentir desde à hora que cheguei. - Está tudo bem? Ela pede sussurrando no meu ouvido. - Sim. Confesso que queria ir para casa e fazer amor com você. Sussurro de volta. Olho para ela e à mesma bebe um pouco da sua tequila. - Gente, Christian e eu temos que ir. Depois podemos marcar mais um encontro desses. Anastásia fala se levantando. Que bom que ela quer o mesmo que eu. - Que pena, mas não some. Da próxima vez marcaremos em Portland. - Pode ser. Minha mulher afirma. Nós saímos e eu somente aceno com à cabeça como forma de despedida. - Estava com saudades. Digo beijando seu pescoço já dentro do carro. - Eu também. Mas olha o seu segurança. Ela fala baixo. Paro de beijar o pescoço dela. - O que você fez hoje? Indago pegando na mãos dela e beijando. - Nada. Fiquei o dia todo em casa vendo filme e lendo um livro. - Não quis sair? Peço mordendo seu dedinho. - Não. E como foi em New York? - Bem, só contrato e aquisições. Chegamos em casa e eu fui logo afoito, a beijando, a abraçando e mordendo seu pescoço. m*l deu tempo de fechar a porta do hall. Na sala, eu a pegava pelas pernas, puxava sua camisa com os dentes. Tirei a parte de cima e comecei a chupar seus s***s, um após o outro, dando leves mordidinhas nos b***s, à levando à loucura. No meio da pegação, ela tirou minha camisa e lambeu os m*****s, passando a língua, também no pescoço. Tirei à calça dela e comecei a lamber sua i********e. Ela foi ao delírio. Ela em pé, e eu à chupando como se fosse a última chupada. Então, já sem roupa os dois, à joguei em cima da mesinha da sala, abriu suas pernas e enfiei a língua na i********e, passando pelo ânus e pelas coxas. Ela gemia e pedia mais. Levantei e mete o p*u em nela tanta vontade que ela gozou na hora. Ficava revezando, ora metia a língua, ora o p*u. Depois, a peguei no colo com o m****o atolado na i********e dela, levei à mesma para o sofá e comecei à bombar dentro dela de novo. Me joguei em cima dela, comecei mordendo os s***s, a beijando e à lambendo. As estocadas ficaram mais rápidas. Meus dedos estavam brincando com seu g***o, friccionando o até que gozamos. Esperamos um pouco e, dessa vez, fomos para o quarto, para mais uma enxurrada de g**o, onde ficamos o resto da noite. Os dias estavam passando e Ana estava muito mais aberta. Até mesmo me pediu para chamá-la de Ana. Estávamos bem, mais felizes e bem mais tranquilos. Não que eu ainda não me sinto inseguro com ela, porém dar para ver que ela quer mesmo ficar comigo e eu também à quero mais que tudo. Estava no meu escritório na empresa aguardando os relatórios que Welch. Ele disse que tinha conseguido algumas coisas sobre Elena e o pai de Ana. Eu estava apreensivo com o que ele tinha descoberto. Meu interfone toca e eu atendo. Andréia me diz que a Srta Kavanagh queria me ver. Eu não entendia o motivo de Katherine está aqui, já que nunca nos demos bem. Pedi à ela para entrar. Vejo ela Katherine entrar com os olhos vermelhos. E eu só queria entender o que houve. - Preciso conversar com você Christian. Ela fala em desespero. - O que foi? Aconteceu alguma coisa com Elena? Peço e ela começa à chorar muito. Meu Deus. Meu celular toca e vejo que é Paul. Kate, eu vou falar com você. Eu não posso deixar de atender o segurança que está com sua irmã. Digo e já atendo Paul. - Sr Grey estamos com problemas. Ele diz e eu fico apreensivo. - O que foi? Indago preocupado e olhando para Kate que não para de chorar. - Uma pessoa entrou armada na Fundação e está apontando à arma para todos. Merda. - Onde está à Sra Grey? Peço preocupado. - Ela está na sala dela. Menos m*l. - Tira ela daí pelas portas dos fundos. Não quero que ela veja isso e também que nada aconteça à ela. Pede alguém para chamar à polícia. - Sim Sr. Ele fala e fica mudo. - Paul. - Merda. - O que houve Paul? Ele não responde. Paul, me responde o que está havendo. - À Sra Grey acabou de aparecer no Hall e o cara à pegou como escudo. Filho da p**a. - Eu estou indo para ir. Mas se precisar atirar nesse filho da p**a atire e deixe minha mulher livre dele. Peço nervoso. Se acontecer alguma coisa com ela eu mesmo vou matá-lo. Digo e desligo. Respiro fundo. Kate, sua irmã está sendo feita de escudo na Fundação, eu não vou poder falar com você agora. - Eu vou com você. Ela se levanta limpando seu rosto. Apenas assinto e vamos juntos.
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