CAPÍTULO 18

2246 Palavras
Eu custei à dormir. Acordei cedo e não vi Christian na cama. Seu lugar estava frio, como se não tivesse dormido aqui. Resolvi me levantar e tomar um banho. Tinha o dia cheio hoje e não podia perder tempo. Suas palavras estavam ainda na minha mente. E o pior delas era à palavra divórcio. Eu só queria entender porque estava tão relutante em aceitar isso, afinal de contas era o que eu queria desde quando me casei com ele, mas algo em mim não queria, não me permitia aceitar isso. Eu estava confusa e bem confusa.dentro de mim. Tomei banho e me arrumei para ir para à Fundação. Coloquei um vestido soltinho preto com um salto da mesma cor. Passei uma maquiagem leve, e amarrei meus cabelos em um coque arrumado. Desci e logo que cheguei na sala Christian estava sentado na mesa. Seus olhos percorreram todo meu corpo e sentir um arrepio. Me aproximo mais da mesa. - Bom dia! Digo assim que me sento. - Bom dia! Ele diz ainda me olhando. Você vai onde assim? Olho para ele. - Trabalhar na Fundação. Vejo ele passar uma das mãos no rosto até o cabelo. - Tem certeza que vai assim? - O que tem demais? Peço olhando o vestido que vai até abaixo das coxas. - Eu não vou poder te acompanhar à Portland. Tenho que ir para New York agora e só volto amanhã à tarde. - Tudo bem. Digo e tomo um gole do meu suco. - Posso te fazer um pedido sem à gente brigar? Olho para ele esperando o mesmo falar. Tem como você não ir com essa roupa à Portland? Na verdade não queria que você fosse nem para à Fundação assim, mas me contenho em saber que você não irá em Portland assim. Sorrio de lado. - Ok. Me levanto e ele me acompanha. Subo as escadas para o quarto. Coloco uma calça jeans e uma blusa social. Calço os mesmos sapatos. Volto para sala e ele ainda está sentado à mesa. Está melhor assim? Digo pegando minha bolsa. Ele se levanta e me puxa para seu corpo. - Não vamos brigar. - Eu não estou brigando. Falo olhando para ele. O mesmo avança em meus lábios com fome, desejo. Me aperta em seus braços parecendo não querer me soltar. Sua língua busca à minha em uma necessidade estranha de explorar cada canto da minha boca. Correspondo todo desejo e vontade que ele expressa nesse beijo. Eu não sei o que estou sentindo nesse momento, mas é diferente de tudo que sentia no começo. Ele vai levando meu corpo não sei para onde, mas não deixa de me beijar. Deixo à bolsa cair no chão e agarro em seu pescoço. Ele me deita no sofá com todo cuidado do mundo, enquanto sentia ele ir alisando devagar minhas pernas e pressionando seu p*u que pulsava dentro da calça. Ele foi subindo a mão devagar até minha coxa por cima da calça foi desabotoando à mesma. Suspiro e gemidos eram dados. Sentia o t***o me tomar e eu só queria que ele me fodesse ali. - Já está toda molhada pra mim? Ele me questiona enfiando doia dedos dentro de mim. - Sim, pra você. Disse isso já inebriada. Quero sentir você, mas não temos muito tempo. - Deixa comigo que vou fazer esses minutos valerem a pena, não vou perder essa oportunidade fazer amor com à minha mulher antes de viajar. Soltei um gemido longo quando ele abriu minhas pernas puxando minha calça para baixo, em um só movimento, fazendo minha calça sair das minhas pernas, rasgou minha calcinha, e começou pincelar minha i********e com sua língua, ficava cada vez mais molhada com meu grelinho até duro de tanto t***o. Não poderíamos perder tempo então ele me deu um banho de língua rápido mais caprichado e levantou do sofá tirando sua calça junto com à box, e pondo seu m****o duro pra fora. - Deixa eu fazer um carinho em você? Pedir e ele já foi pegando na minha cabeça e enfiando na minha boca.Chupava feito louca aquele m****o auê era só meu. Não sei de onde saiu esse pensamento, mas eu tinha convicção que ele era todo meu. Enquanto ele ia socando em minha boca dizia que me amava, que sempre me queria assim. Quando senti o p*u dele pulsar mais forte na minha boca, afastei o p*u e fiquei de 4 no sofá, nem precisei dizer nada, só senti ele subir no sofá e se ajeitar atrás de mim e pincelar minha i********e e já enfiar tudo dentro de mim. Gemi com gosto em receber aquele m****o que parecia não ter fim. Meu coração batia acelerado de excitação e de medo com adrenalina caso meus alguém aparecesse na sala, isso fazia só o t***o aumentar. Meu marido era só gemidos e urros enquanto estocava forte seu p*u dentro de mim, chegava a sentir a cabeça quase chegando no meu útero tamanha força e ganância que ele usava pra comer meu sexo. Empinei minha b***a e rebolava naquele p*u, o t***o era tanto que arrepiava só de sentir os biquinhos dos meus s***s roçando durinhos contra o tecido da blusa. Depois de mais algumas bombadas Christian acabou gozando na minha i********e e me levando ao orgasmo junto, sentia cada jato de p***a entrando em mim enquanto contraia forte e apertava seu p*u. Logo que ele terminou de gozar curvou por cima de mim e ficou se recuperando. - Você sabe que alguém poderia ter nos visto aqui né? Indago sentindo seus beijos no meu pescoço. - Ninguém iria pegar à gente aqui. Jamais deixaria alguém ver você em pleno orgasmo. Sorrio de canto. Nenhum funcionário, nem mesmo Gail tem autorização para entrar aqui enquanto nós dois estivermos. Não sabia disso. - Então vamos levantar, porque temos muito o que fazer hoje. Digo e ele se levanta primeiro. Subimos juntos e tomamos um banho rápido. Me arrumei de novo e ele também. Descemos e ele abriu à porta do carro para mim. Paul estava na direção. - Porque eu não vou com meu carro? Peço antes de entrar no carro dele. - Porque quero te levar até à Fundação, e outra Sawyer terá que te levar de carro até Portland e te trará de volta. O avião será usado por mim e alguns bajuladores da empresa. - Tudo bem. Entro e ele entra depois. Paul dá partida no carro e assim seguimos. - Me promete que vai voltar para casa? Não quero você em Portland. Ele pede pegando à minha mão. - Eu voltarei para casa. Olho para ele que tem um sorriso no rosto. - Eu não sei que horas irei chegar amanhã, então à sua saída com seus amigos... - Eu não vou. Nem espero ele terminar. - Você pode ir. Te encontrarei lá, mas quero você leve um dos seguranças. Paul e Taylor estarão comigo, então leve Sawyer. - Ok. Chegamos na Fundação e ele desceu do carro e abriu à minha porta. Sai do mesmo com à ajuda dele. - Se comporte. Ele fala me dando um beijo quente na boca. Cessa o mesmo e olha para mim. Até amanhã. - Até amanhã. Digo e entro na Fundação. Comecei assinando alguns papéis. E depois dando uma andada pela fundação para anotar as melhorias que queria fazer aqui dentro. - Oi. Elliot aparece me cumprimentando. - Oi. Tudo bem? Peço sorrindo. - Estou bem e você? - Bem também. - Desculpe não está vindo com frequência, mas à empresa do meu pai precisava da minha atenção. - Não se preocupe. Aqui está tudo andando bem. - Eu sei que está. Você sabe como cuidar bem daqui. - Obrigada pela confiança. - De nada. Que pena que Christian teve que viajar, nosso encontro hoje à noite ficou para depois. - É mesmo. Mas não faltará oportunidade, ainda mais para conhecer à sua namorada. Ele sorrir amplamente. - Sim. Conheci ela tem pouco tempo, mas já estamos tendo algo legal. - Que bom, fico feliz por você. - Para minha felicidade ser completa eu só queria que meus pais reagissem. - Nada ainda? Seu semblante de feliz muda para triste. - Ethan e eu conseguimos que eles saíssem do quarto, mas queremos que eles voltem à vida que tinha antes. Que eles pelo menos venham para esse lugar construído por eles, que apoiem famílias que estão sofrendo à mesma coisa. - Eu sinto muito por isso. - Tenho medo que eles não queiram nunca saírem de casa. Tenho receio que minha irmã nunca apareça e eles morram daquele jeito. - Vamos ter fé que tudo vai se resolver. Indago o abraçando. - E eu tenho Ana. Elliot diz me abraçando mais apertado. Depois da nossa conversa fomos juntos para as duas instituições. Conversamos com algumas pessoas que não queriam voltar para casa, mas era preciso já que estavam recuperados e também não havia mais perigo. Decidimos juntos fazer também uma reforma nas Instituições. Esses lugares estavam abandonados demais e não poderia ficar assim. Porém para essa reforma acontecer Elliot e eu concordamos que teríamos que ter um terceiro lugar para confortar as pessoas que ali ainda tinham. Elliot me garantiu que ele olharia um lugar bem grande para isso. Na hora do almoço, ele me convidou para almoçar junto com seu outro irmão Ethan. Eu aceitei. Acho que não terá nada demais. O problema é o que é demais para meu marido? Nunca sei. Escolhemos um restaurante perto da Fundação já que Elliot ainda ficaria ali trabalhando e eu estaria indo para Portland. Encontramos Ethan já sentando em uma das mesas. - Boa tarde! Digo e Ethan já levanta me dando dois beijos no rosto. - Boa tarde Anastásia. - Me chame de Ana. Digo e ele sorrir. Nos sentamos os três. Ethan não parava de me olhar e isso estava me incomodando. - Então Ana, você antes de casar com Grey, você vivia aqui mesmo em Seattle? Ethan questiona. - Não. Eu morava em Portland. - Sério? Elliot indaga sorrindo. - Sim. Vivi os meus vinte anos lá. - Você conheceu Grey aqui ou lá? Ethan continua. - Lá. Nos conhecemos em um café. - Tem irmãos? Elliot que pede. - Uma irmã. Lembro de Kate. Eu sinto saudades da nossa amizade, pena que tudo foi jogado fora. - Você me pareceu triste ao lembrar dela. - Coisa sem importância. Digo voltando à sorrir e olhando para Ethan que não deixa de reparar em mim. - E seus pais? O porque ele quer saber deles? Me sinto em um interrogatório. - O que tem eles? - Como são? São legais? Ethan fala e eu não estou entendendo essas perguntas. - São sim. Na verdade hoje só tenho à minha mãe. Meu pai morreu à algum tempo. - Eu sinto muito. Elliot diz - Eu também. Ethan acompanha. - Tudo bem. Eu já superei, mesmo sendo difícil. - Entendo. Nossa comida chega e começamos à comer. Ethan estava à todo momento me analisando e eu não estava à vontade com isso. Parecia que ele queria me perguntar mais do que devia, e eu não sabia o que era. Acabamos de almoçar e eu os deixei no restaurante para poder ir para Portland. Ethan me convidou para ir conhecer seus pais, e eu me sentir agradecida pelo convite. Disse que iria em uma oportunidade devida, já que seus pais não estavam bem. Demorei três horas para chegar em Portland e minha mãe já estava me esperando. Fizemos algumas compras para o local e ainda passamos no mesmo para ver como andava à reforma. Tínhamos que contratar um veterinário, e achei melhor alguém que estava formando ainda. Portanto coloquei um anúncio na faculdade para os interessados entrarem em contato. Fomos também ao um local que faz placa para dar um nome ao local. CATs and Dogs. No final do dia eu estava morta de cansada, e se não fosse a promessa que fiz à Christian dormiria por aqui mesmo. Entrei no carro dirigido por Sawyer e voltamos para casa. Já era quase dez horas quando Christian me ligou. Conversamos um pouco e eu acabei dormindo. Fiquei na cama à manhã toda. Estava realmente com preguiça de levantar. Ainda mais nessa casa vazia que não tinha nada para fazer. Nem com fome eu estava. Peguei meu celular e tinha mensagens dos meus amigos confirmando nosso encontro pra hoje. Confirmei à minha ida e depois me levantei. Tomei um banho e desci olhando para cada canto dessa casa. Essa hora estaria enrolada nos braços do meu marido depois de fazer novamente amor. E agora estou aqui sozinha, e meio triste. Nem sei nem da onde vem essa tristeza e vazio, mas eu me sinto assim. Já não me sentia assim à muito tempo, e hoje eu me sinto parecendo que está faltando algo dentro de mim. Passei o dia todo vendo filme e lendo algum livro da biblioteca. O dia custou à passar, mas enfim, eu já estava à caminho do barzinho que iríamos nos encontrar. Mandei uma mensagem para Christian já que não tínhamos nos falado ainda hoje. Disse que estava indo para o barzinho e mandei o endereço para ele. Espero mesmo que não tenhamos brigas, eu não queria mais ficar brigando e também não queria que ele pedisse o divórcio. Me odiaria se isso acontecesse, pois tenho total certeza que eu seria responsável pelo fim desse casamento.
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