69. Bianca

1151 Palavras

Ainda estava sobre o peito dele, sentindo o calor do corpo de Salvatore e o som constante do coração dele sob meu ouvido. O quarto estava mergulhado num silêncio pesado, quebrado apenas pela nossa respiração. Ele não me soltou. Os braços permaneciam firmes nas minhas costas, como se tivesse medo de que eu evaporasse no ar. — Vai me matar um dia, principessa — murmurou, mas sem o tom de brincadeira que eu esperava. A voz dele estava baixa, carregada, como se ainda processasse o que acabara de acontecer. Tentei me mover para o lado, mas ele não deixou. Uma das mãos desceu até a minha coxa, segurando com força suficiente para me fazer ficar exatamente onde ele queria. — Ainda não — disse, com aquele olhar que misturava desejo e alerta. Quando finalmente me soltou, foi só para se levantar

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