BANHO

1227 Palavras

O corpo de Gabriella ainda tremia quando Magno se afastou dela, o suor e o sêm3n escorrendo entre suas coxas. Ela estava deitada na cama, os lençóis macios colados à pele úmida, os sei0s subindo e descendo em respirações descompassadas. O ar condicionado do quarto soprava suave, mas não era suficiente para aliviar o calor que ainda queimava dentro dela. Magno, ainda nu, passou os dedos pelos cabelos desgrenhados, observando-a com um sorriso satisfeito nos lábios. Seus olhos verdes brilhavam com uma mistura de posse e antecipação, como se já estivesse planejando o próximo passo. — Boa garota — repetiu ele, a voz rouca, enquanto se levantava da cama com a elegância de um predador. — Mas ainda não acabamos, eu quero mais. Gabriella ergueu a cabeça, os olhos semiabertos, o corpo ainda lateja

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