A noite havia caído sobre a mansão como um manto pesado, sufocando os sons do mundo exterior e deixando apenas o murmúrio distante dos funcionários que ainda circulavam pelos corredores. A sala de estar, iluminada por abajures de cristal que projetavam sombras dançantes nas paredes revestidas de madeira escura, era um refúgio de luxo e pecado. Magno estava sentado no sofá de couro preto, as pernas afastadas, o corpo relaxado, mas os olhos verdes ardendo com uma fome que não podia ser saciada tão cedo. Ao seu lado, Gabriella, inclinou-se para frente, os lábios entreabertos, os olhos castanhos brilhando com uma mistura de nervosismo e desejo. Eles já haviam cruzado essa linha na noite anterior. Magno havia tomado sua virgindade com uma brutalidade deliciosa, e desde então, algo entre eles h

