Gabriella, com seu vestido justíssimo de tecido preto que abraçava cada curva do corpo atlético, caminhava pelos corredores com passos silenciosos, os saltos altos afundando levemente no tapete persa que revestia o chão. Seu cabelo castanho, ondulado e solto, balançava a cada movimento, enquanto os olhos, de um marrom profundo, escaneavam o ambiente com uma mistura de curiosidade e tensão. Ela carregava uma pasta de couro na mão, os dedos levemente trêmulos não por nervosismo, mas por algo mais primal, mais quente, que pulsava entre suas coxas desde que ouvira os murmúrios abafados vindo da Câmara do Magnata. Como era chamada a sala de Magno.
Era a primeira vez que adentrava aqueles domínios, mas desta vez, algo no ar parecia diferente. Mais denso. Mais carregado. Ao se aproximar da porta entreaberta, o som de risadas baixas e o tilintar de gelo em copos de uísque a fez parar. Não era Magno sozinho—ela reconheceria aquele riso rouco e sensual em qualquer lugar. Mas havia outra voz. Feminina. Rouca. Uma risada que terminava em um suspiro, como se a mulher já estivesse à beira de perder o fôlego. Gabriella não precisou se esforçar para imaginar o porquê.
Com um movimento quase imperceptível, ela se encostou na parede de mármore frio, o corpo levemente inclinado para ter uma visão melhor através da fresta. A Câmara do Magnata era um espetáculo de poder e luxúria: as estátuas de felinos — leão, tigre e onça — pareciam vigiar a cena com olhares predatórios, suas formas esculpidas em bronze reluzindo sob a luz dourada dos lustres. A sala era toda em vidro, mas estava parcialmente fechada com as cortinas.
Magno estava encostado em sua escrivaninha de mogno, as mãos grandes e fortes apoiadas na beirada enquanto a mulher — ruiva, de pele clara e um vestido tão justo que parecia costurado no corpo — se debruçava sobre ele, os dedos afundando nos ombros largos do homem. Bruna. Gabriella a reconheceu imediatamente: Agora, seus lábios carmim estavam entreabertos, os dentes afundando no lábio inferior enquanto Magno murmurava algo contra sua boca. As palavras eram indistintas, mas o tom era inconfundível — uma ordem. Um comando.
Gabriella sentiu o calor subir pelas coxas, a umidad3 já começando a se formar entre suas pernas. Ela deveria se afastar. Deveria dar meia-volta e voltar para o meio das outras pessoas, ou procurar um banheiro, onde poderia aliviar a tensão crescente com os dedos, imaginando.
Mas então Magno agiu.
Com um movimento brusco, ele segurou Bruna pela cintur4, os dedos afundando na carne macia dos quadr1s dela com uma força que fez a mulher ofegar. Antes que ela pudesse reagir, ele a levantou como se não pesasse nada, girando-a no ar antes de jogá-la para trás, sentada sobre a mesa de reuniões de vidro fumê. O impacto foi seco, o corpo de Bruna ricocheteando levemente contra a superfície fria, os sei0s fart0s balançando dentro do dec0te do vestido. Um gem1do escapou dela, alto o suficiente para ecoar pela sala — Magno havia agarrado a barra do vestido e puxado para cima com violência, expondo as cox4s pálidas e sedosas da mulher.
Gabriella prendeu a respiração.
Magno não perdeu tempo. Com um joelho no chão, ele empurrou as pernas de Bruna para os lados, abrindo-a como um banquete diante de si. O vestido, agora amassado na cintura, deixava pouco à imaginação — mas era o que estava por baixo que fez os olhos de Gabriella arderem. A calcinh4 de rend4 preta, minúscula, já estava encharcada, o tecido colado aos lábios inchad0s da vag1na de Bruna. Magno não se importou com delicadezas. Com um movimento rápido e, sem aviso, enterrou o rosto entre as cox4s da mulher.
Bruna arqueou as costas como se tivesse levado um choque, os dedos se enterrando nos cabelos negros de Magno enquanto um grito abafado escapava de sua garganta. "Porr4, Magno—!" Sua voz era um rosnado, entrecortado por ofegantes quando a língu4 do homem começou a trabalhar, longa e ágil, traçando círculos ao redor do clitór1s já latej4nte antes de afundar entre os lábios inchad0s. Gabriella podia ouvir o som molhad0 das lambid4s, o ocasional estalo quando Magno chup4va com força, os lábios selando-se ao redor da carne sensível. Bruna se contorcia, os quadr1s se levantando da mesa em pequenos espasmos, como se tentasse fugir e, ao mesmo tempo, se afogar naquela boca.
— Mais fundo, seu filho da put4— Bruna sibilou, as unhas arranhando o couro cabeludo de Magno. — Chup4 essa porr4 como se fosse a última vez.
Magno não respondeu. Em vez disso, ele segurou os quadr1s dela com mais força, os dedos deixando marcas vermelhas na pele clara enquanto a língua se tornava mais insistente, mais bruta. Os sons que saíam da garganta de Bruna eram animais, gemid0s guturais misturados a palavrões, as cox4s tremendo enquanto Magno a devorava sem piedade. Gabriella sentia seu próprio corpo responder, a calcinh4 de seda já completamente molhad4, o tecido grudado em sua f***a enquanto ela pressionava as c0xas uma contra a outra, tentando aliviar a dor latejant3 entre as pernas.
Mas ela não podia—não ia—se tocar. Não aqui. Não agora. Não quando tinha aquele espetáculo diante dos olhos. E também alguém poderia ver.
Magno finalmente se afastou, a boca brilhando com os fluidos de Bruna, os lábios inchad0s pelo esforço. Ele se levantou com um movimento fluido, os olhos verdes queimando com uma luxúria quase selvag3m enquanto olhava para a mulher deitada na mesa, desfeita. Sem dizer uma palavra, ele desabotoou a cinta do terno Armani. Os dedos ágeis abriram o zíper da calça, e seu p4u saltou para fora, gross0 e latejant3, as vei4s salt4das sob a pele clara, a cabeça já úmida de pré-goz0.
Gabriella mordeu o lábio até sentir o gosto metálico do sangue.
Bruna não perdeu tempo. Com um movimento rápido, ela se sentou na mesa, as pernas ainda abertas, e cusp1u na mão antes de envolver o membr0 de Magno com um aperto firme. — Tá esperando o quê? — ela provocou, os olhos brilhando com desafio enquanto guiava a cabeça do p4u até sua entrada já escorrendo.
Magno não respondeu com palavras.
Com um empurrão violento, ele a pen3trou até o fundo, o corpo de Bruna se arqueando para trás com o impacto. Um grito agudo escapou dela, misturado a um gem1do de praz3r quando ele começou a mover os quadris, não com ritmo, mas com fúria. Cada estoc4da era um socão, a carne batendo contra carne em um som úmid0 e obsc3no, a mesa de vidro rang3ndo sob o peso dos corpos. Bruna estava completamente à mercê dele, as mãos agarrando a beirada da mesa enquanto Magno a fod1a sem piedade, os músculos das costas se contra1ndo a cada movimento.
— Isso, seu animal— Bruna ofegou, a voz quebrada. — Me destrói, porr4!
Como se precisasse de incentivo, Magno aumentou o ritmo, os quadris batendo contra o traseir0 de Bruna com um som seco, os testícul0s pesados balançando a cada investida. Uma das mãos dele subiu, agarrando seu cabelo ruivo com força, puxando sua cabeça para trás enquanto a outra se fechava ao redor de sua garganta, não o suficiente para sufocar, mas o bastante para deixá-la à beira do desespero.
— Você gosta disso, sua vadi4? — Magno rosnou, a voz rouca de desejo. — Gosta de ser fudid4 como a putinh4 que você é?
— Sim— Bruna gem3u, as unhas arranhando o vidro da mesa. — Mais forte, Magno. Me faz goz4r como uma put4 no cio.
Gabriella sentia o próprio corpo tremer, a respiração ofegante enquanto assistia à cena. Sua mão, quase sem querer, deslizou entre as cox4s, os dedos pressionando a calc1nha encharcada contra o clitór1s latejant3. Ela deveria parar. Deveria se afastar. Mas não conseguia. Não quando o cheiro de sex0 enchia o ar, não quando os gemid0s de Bruna ecoavam como uma sinfonia suja em seus ouvidos, não quando Magno—seu padrinho—fod1a aquela mulher como se fosse a última vez, o suor escorrendo pelas costas largas, os músculos tensionados pelo esforço.
Bruna veio primeiro, o corpo se contraindo em espasm0s violentos enquanto um grito gutural escapava de sua garganta. Magno não parou. Não até que seus próprios quadris começassem a tremer, até que um rosnado profundo saísse de seu peito antes de ele socasse nela uma última vez, os dedos afundando na carne macia dos quadris de Bruna enquanto o g0zo jorrava dentro dela, quent3 e gross0.
Gabriella sentiu o próprio orgasm0 se aproximando, as pernas tremendo enquanto ela se segurava na parede, os dedos trabalhando furiosamente sob o tecido da calcinha. Mas ela não goz0u. Não ali. Não quando eles ainda estavam tão perto.
Com um último gemid0, Magno se afastou, o p4u ainda semi-er3to ping4ndo os restos de seu orgasm0 nas cox4s de Bruna. Ele olhou para a mulher, os olhos ainda queimando de luxúria, antes de dar um tap4 leve em seu traseir0. — Vai se limpar— ele ordenou, a voz volta ao tom autoritário de sempre. — E não demora.
Bruna riu, ainda ofegante, enquanto se levantava da mesa com pernas trêmulas. — Sempre tão mandão— ela murmurou, mas obedeceu, abaixando o vestido amassado e desaparecendo em direção ao banheiro privado da sala.