Capítulo 77

1014 Palavras

Beatriz narrando Eu acordei com o coração quase pulando pela boca. Nem sei que horas eram, só sei que o sol nem tinha nascido direito e alguém tava esmurrando minha porta como se fosse arrancar ela do batente. Eu pulei da cama, quase tropecei no chinelo da Maithê jogado no chão, e quando abri a porta, dei de cara com o Nariz. Ele tava com a cara fechada, aquele jeito dele de quem não dormiu, não comeu e não tem paciência pra p***a nenhuma. — Bia… vamo. — ele falou, seco, sem respirar. — Levanta aí. A gente tem que levar um bagulho pro Brinquedo. Ele tá pedindo. Meu cérebro demorou uns segundos pra entender. Eu arregalei os olhos. — Levar coisa pra ele? Como assim? — minha voz saiu enrolada, metade sono, metade susto. — Que que houve? Ele falou contigo? Ele tá bem? Nariz respirou f

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