Capitulo 13

505 Palavras
Aquela descoberta só piorava tudo, quanto mais descobríamos mais sinistro a historia ficava. Nós estávamos com medo agora. - C-Certo, nós precisamos sair daqui, não temos outra opção! – Falou Emilly. Ela parecia estar extremamente chocada, todos estávamos. As descobertas dos últimos dias fizeram tudo ficar extremamente traumático. - Você ainda está com a mesma mentalidade Alex? – Perguntei. Ele estava bem quieto. - Enfim, essa é uma coisa que eu não sabia... – Falou Arthur. Nós não sabíamos muito o que falar, aquilo foi demais. - Bom, sobre o tal do plano do cara, que virou o plano de vocês, por acaso vocês já deram uma olhada a mais aqui em cima? – Perguntou Arthur. - Na verdade não! – Falou Fred. - Bom, agora é uma boa hora, vocês não acham? – Perguntou ele. Ele começou a dar uma andada mais para dentro, e fomos o seguindo. Nós não conseguíamos ver muita coisa naquela parte. O máximo de luz que entravava era a luz do sol, que passava em alguns lugares faltando telha. Começamos a andar sutilmente, por que precisávamos fazer com que ninguém ouvisse passos vindo de cima do telhado. Nós começamos a andar mais e mais, passamos um bom tempo andando, o orfanato era bem grande. - Eu acredito que aqui, estamos em cima do corredor para o lado dos funcionários do orfanato. – Falei cochichando. - Certeza? – Perguntou Emilly. Eu assenti com a cabeça que sim, eu tinha quase certeza absoluta. Nós começamos a andar mais para frente. Depois de um tempo, fomos interrompidos por Emilly. - Gente! – Exclamou ela ainda cochichando. – Olha aquilo ali! Ela falou e começou a ir um pouco para o lado de nós. Ela pegou um papel no chão e trouxe para nós. - Vai ser impossível ler isso aqui, a gente precisa voltar! – Falou Fred. - Mas a gente não andou tanto para simplesmente voltar gente, eu estou cansada! – Falou Emilly. - Gente, tem um porém. – Falei e eles se viraram para mim. – Todos nós deixamos a porta aberta. O Coração de nós todos parecia ter parado. Nós começamos a andar rápido para voltar, se nos pegassem estaríamos ferrados. Quando estávamos perto do quarto começamos a correr. Eu não conseguia correr muito bem, mas eu tentava. Nós começamos a descer da escada, por sorte, ela ainda estava lá, e nada parecia estranho, inclusive, o corredor estava estranhamente deserto e tudo estava quieto. Não parecia ter nenhuma movimentação aparente. Quando passamos, fechamos o buraco e escondemos a escada embaixo da cama novamente, só que mais escondida agora. Quando terminamos de fazer tudo isso, ouvimos um sino. - O Sino? – Perguntou Arthur. - Eles só usam o sino quando... – Começou o Fred. - Quando chega uma pessoa nova. - Terminei. Nós nos vestimos, querendo ou não, precisávamos fingir que estava tudo normal. Fomos para a sala da porta do centro. Todos estavam lá na frente, pelo visto nós não havíamos ouvido nenhum aviso ou algo do tipo.
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