Capitulo 10

1024 Palavras
Eu estava irritado, aquilo tinha sido a gota d'água, nós descobrimos coisas ruins demais para ele apenas falar que quer continuar a vida aqui? Qual o problema dele?  Eu fui para perto do porão e me sentei no chão. O Chão estava gelado. O Dia em si estava. Estava chovendo do lado de fora, o mês todo havia sido chuvoso. Isso me lembra de uma coisa. Eu a Emilly e o Alex invadindo a biblioteca um dia.... Esse mesmo dia estava chovendo. Mas....Isso nunca aconteceu.. Eu preferi esquecer isso.  Eu fiquei sentado e voltei a ler o novo caderno.  "Olá. Eu e meus amigos estamos começando a pensar como nós vamos escapar daqui. Nossa melhor alternativa é escapar pelo nosso quarto, mas para isso, iria ser preciso contar a todos. Mas nós temos medo de que eles entrem em pânico, ou pior, nos dedurem. Eu não sei o que eles ganhariam com isso, mas tudo pode acontecer. Vou trazer mais informações depois." ´- É...Você nunca esteve tão certo Albert. - Falei baixo para mim mesmo. Ele havia acertado em cheio sobre alguém possivelmente trair eles. A tal da Williams não deve ter ganhado nada com isso, ela só não foi morta. Eu decidi descer no porão, eu não havia dado uma olhada melhor após tudo isso. Além do mais, o Albert havia morrido ali, talvez ele havia deixado algo importante. Eu desci e o porão parecia normal. Nada diferente, a madeira um pouco levantada ainda estava lá. Só tinha apenas uma coisa, que eu não havia percebido em nenhuma das vezes que eu já havia vindo aqui, normalmente ninguém vem, então não foram muitas. O Chão estava manchado com algo vermelho. - Sangue.. - Falei. Eu me ajoelhei e limpei um pouco da poeira e vi o rastro daquela coisa vermelha na madeira. Eu fui seguindo aquele rastro, o porão não era muito grande então não demorou muito para eu encontrar o fim dele. O problema era, ele parou no meio do nada, não fazia sentido. - Talvez tenham parado de arrastar o corpo... - Falei. Eu me levantei e eu comecei a dar uma olhada no porão. Procurar se não havia nada escondido, será que ele apenas deixou o caderno? Eu procurei em algumas coisas velhas. Mesas de cabeceira quebradas, algumas escrivaninhas também. Mas eu não encontrei nada. Todas estavam vazias, e se tinham alguma coisa, eram lápis velhos. Eu voltei e peguei os cadernos e continuei lendo. " Olá Já é outro dia e infelizmente não teve jeito. Tivemos que contar a todos, mas antes, tivemos que faze-los prometer não contar nada a ninguém. Meu amigos agora estão mais tranquilos, mas eu continuo desconfiado, eu não confio Cem porcento neles, mas não adianta de muita coisa, eu desconfiando ou não eles podem contar. Se eles contarem vai tudo por água a baixo . Até depois "diário" " Eu não entendi o motivo de "diário" estar entre aspas, mas não deve ser nada muito importante. Eu continuei lendo mais um pouco o diário. " Plano. E Aqui está. Nosso plano está pronto.  Nós iremos escapar por cima, sem ninguém nos ver, abriremos um buraco no teto do nosso quarto e escapar pelo telhado. É meio alto, mas arrumaremos um jeito de pular para fora dos muros sem ninguém se machucar. Mas o problema inicial é, chegar nos muros. Iremos dar um jeito." - Telhado? - Pensei. Eu lembrei depois, eles ainda não sabiam que havia alguma espécie de sótão ali. Eu cansei um pouco de ler, eu só havia feito isso nos últimos dias. Eu recolhi os cadernos e dei uma última olhada por lá. Como sempre não encontrei nada então saí. Fora do porão, eu passei um tempo andando por ai, até encontrar a Emilly. - Finalmente eu te encontrei! - Falou a Emilly. Ela não esperou eu responder ela apenas começou a me puxar em direção do nosso quarto. - O que está acontecendo? - Perguntei enquanto ela me puxava. Ela parecia bem nervosa, ela estava apertando meu braço muito forte e andando muito rápido. Eu a parei. - Calma, o que está acontecendo? - Eu perguntei de novo. Ela parou, respirou e se acalmou um pouco. - Quando você saiu, o Alex ficou muito irritado que você levou os diários embora, então ele convenceu o Fred a ir buscar a escada com ele, e agora aqueles dois loucos estão abrindo a entrada para o sótão! - Ela falou. Eu vim correndo te procurar, por que eles não me ouvem! Eu que comecei a correr. A Emilly veio logo atrás de mim, a chuva havia parado agora, não demoramos muito para conseguirmos chegar no quarto. Quando chegamos na porta, o Alex havia acabado de terminar de subir. - Droga... - Falei. Nós já não haviamos opção mesmo. Eu e a Emilly entramos no quarto, fechamos a porta e eu coloquei uma cadeira abaixo da maçaneta para impedir da porta ser aberta. A Emilly começou subindo primeiro na escada, e eu subi por último. A Emilly foi brigar com eles e eu dei uma analisada no pedaço da madeira que tiramos. Atrás daquele pedaço do telhado, tinham duas madeiras coladas, em forma de mais atrás dessa madeira. Era dessa forma que eles prendiam a madeira novamente sem ela cair. Depois de um grande esporro, eles começaram a levantar muito a voz e eu tive que intervir. - Vocês estão ficando loucos?! - Falei chegando perto. - Estamos em cima do teto e estamos escondidos! Parem de gritar! Eu falei e eles se calaram. - Nós já estamos aqui, finalmente estamos, então se vocês não querem estragar tudo, parem com essa briga i****a e vamos procurar se tem algo importante aqui! - Falei. Eles continuaram a ficar calados e começaram a procurar algo de útil. Depois de um tempo, eu encontrei três coisas que me chamaram atenção. Uma caneta de tinteiro vermelha, um laço de cabelo e um caderno. - Gente! - Eu falei chamando a atenção deles. - Achei o que a gente tinha ido procurar anteriormente. Falei e levantei o caderno, mostrando para eles. Agora era a prova de fogo.
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