capítulo 34-2

768 Palavras

Fiquei ali, mergulhada nas páginas, forçando meu cérebro a funcionar. A porta do meu quarto abriu cerca de uma hora depois. Levantei os olhos achando que era minha mãe. Não era. Era o Lobo. Meu coração quase saiu pela boca. Me ajeitei na cama rapidamente. Eu estava de pijama, de bruços, estudando. Quando percebi o jeito que ele me olhava, senti minhas bochechas esquentarem. — Você podia bater, né? — falei, tentando manter a firmeza. Ele fechou a porta atrás de si, devagar. — Vim te pedir um favor. Meu estômago deu um nó. — Que favor? Ele respirou fundo, como se estivesse medindo as palavras. — Será que você pode me ajudar a tomar uma ducha? Levei um tiro e não tô conseguindo me mexer direito. Arregalei os olhos. Minha boca ficou seca na hora. — Você… não consegue tomar sozinho

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