Um Homem Que Seduz

3347 Palavras
— Porque nós somos seus pais, Mingyu e pais se beijam. Mingyu continuara com a cabeça entortada encarando os pais, sem acreditar muito no que Jongin havia dito. O Kim sabia que aquela não havia sido a melhor das explicações, mas não era como se conseguisse pensar em algo bom sob tanta pressão. Kyungsoo ainda parado no mesmo lugar, fingindo que aquilo não era com ele. — Pais se beijam? — o garoto meneou a cabeça para o outro lado, tentando encontrar alguma lógica em sua cabecinha. — Isso, Mingyu, pais se beijam, quer que eu ligue para o Seokmin pra você perguntar a ele se os pais dele se beijam? O pequeno alfa balançou a cabeça afirmando. Jongin alcançou seu celular no bolso de trás, que só agora notara que estava com a tela trincada, provavelmente por ter sentado em cima e ainda por cima por estar com uma pessoa no colo. Procurou o número de ChanYeol, fazendo uma chamada de vídeo. Esperou por alguns segundos até a chamada ser atendida, encontrando um emaranhado de fios vermelhos e um Park com cara de preguiça. — O que é, Jongin? — quando não estavam mais na empresa, ChanYeol era ainda mais abusado. Não o respeitava nem estando trabalhando, por que respeitaria fora do horário de trabalho? — Passa o telefone pro Seokmin. — Pra quê? — Mingyu quer falar com ele. Ouviu o berro que o Park deu chamando seu filho, não era como se ele fosse levantar e ir procurar o garoto. Demorou pouco tempo até ouvir o barulho de porta e um “Me chamou, appa?”, seguido de um “O filho do tio chato quer falar com você”. Deu um tchauzinho para o garoto antes de passar o telefone para Mingyu, que segurou com as duas mãos como sempre fazia. — Seokmin! — ele sempre gritava. — Mingyu! — e Seokmin sempre gritava de volta. — Seokmin, seus pais se beijam? — foi direto ao ponto, parecia o pai negociando alguma coisa. — O tempo todo. — Seus pais são namorados? — Não. Eles são casados. Mingyu voltou os olhos para Jongin e Kyungsoo, ainda no sofá na mesma posição que os encontrou, Kyungsoo olhando as próprias unhas e esperando que as coisas se resolvessem sozinhas, passou sete anos respondendo as perguntas que Mingyu fazia, agora era vez de Jongin se virar sozinho, cada um tem seu momento de lutar com aquela criança curiosa e sem vergonha nenhuma de fazer um milhão de perguntas. — Pais que não são casados podem se beijar? — Eu não sei. Acho que sim. Amanhã podemos perguntar pra nossa professora. — Tá bom. O Kim desligou a chamada, mas não devolveu o celular do pai, saiu com ele na mão como se não devesse satisfação pra ninguém. Mas Jongin não disse nada, pelo menos se livrou daquele problema, que agora era da professora, passaria na sala da mesma depois da aula só para perguntar o que ela havia dito, tudo para ter certeza de que Mingyu não iria criar nenhuma teoria dentro de sua pequena cabeça cheia de minhoquinhas. — Ele levou seu celular. — foi a única coisa que Kyungsoo disse. — Ele sempre pega meu celular, uma vez ele atendeu uma ligação da China e veio chorando dizendo que eram alienígenas no telefone. — Isso é bem do Mingyu mesmo. Os dois riram, tinham um filho bem singular em suas atitudes, Mingyu era um garoto esperto que certamente os deixaria orgulhosos, seguindo ele o caminho que quisesse para sua vida. — Eu acho melhor irmos pra casa, Jongin, eu quero tomar um banho. — disse o ômega, mas não fazia menção nenhuma de se levantar, pelo contrário, repousava seus braços sobre os ombros do mais alto. — Você pode tomar um banho aqui. — Quero trocar de roupa. — Pode vestir uma roupa minha. — o alfa alisou seu rosto, parecia disposto a fazer o menor ficar mais um pouco. — Suas roupas são muito grandes pra mim. — Veste uma roupa da Bom. Kyungsoo arqueou uma sobrancelha, Jongin não era mesmo do tipo que desistia fácil de alguma coisa. Agora sabia bem de onde Mingyu havia herdado aquela característica, queria parar de ficar comparando os dois, quando Mingyu era mais novo, o garoto parecia ter herdado poucas coisas do pai alfa, mas quanto mais tempo passava com os dois juntos, podia notar o quanto eram iguaizinhos. Igualmente insistentes. — Não costumo usar peças femininas. Não era um problema que ômegas machos usassem roupas femininas, na verdade muitos faziam uso das mesmas, da mesma maneira que alfas mulheres usavam peças masculinas sem nenhum problema ou julgamento da sociedade, era algo perfeitamente normal. Kyungsoo nunca fora de preferir vestidos ou saias, não achava que seu corpo tinha curvas boas para tal. — Vai, aposto que vai ficar lindo. Kyungsoo relutou um pouco, mas quando percebeu já estava no quarto da beta, escolhendo um de seus vestidos para vestir. Bom fez questão de lhe dar um que ainda não havia usado, eles incrivelmente eram do mesmo tamanho e usavam o mesmo número. Tomou banho no banheiro do quarto do alfa, deixando as roupas que estava vestindo sobre a cama, tomando um banho não muito longo e logo depois fazendo uso do vestido num tom rosinha claro, que era um pouco solto e ia até metade das coxas. Quando saiu do quarto, depois de secar os cabelos com a toalha e os pentear com um dos pentes que encontrou no banheiro, encontrou Jongin na sala, que passou tempo demais o olhando. — Ficou terrível, não foi? — o ômega abraçou seu próprio corpo — Roupas femininas não são pra mim. O alfa foi até ele, tirando suas mãos da frente de seu corpo. — Você não cansa de deixar a minha cabeça ainda mais bagunçada. — foi o que o Kim disse, em seguida se abaixando para selar seus lábios aos dele rapidamente — Se eu passar o resto da noite te olhando, você vai ficar todo vermelho? — Vou sim. — Então eu vou ficar só te olhando. Ele não estava brincando, pelas próximas horas que passaram ali, com o alfa brincando com Mingyu na sala e Kyungsoo conversando com Bom no sofá, o Kim não parou de olha-lo, sem entender o motivo de Kyungsoo fechar as pernas com tanta força e m*l se mexer, como se estivesse desconfortável com alguma coisa. Talvez ele não gostasse mesmo de usar vestidos, ou era outra coisa. Mais tarde, quando Mingyu reclamou de sono, eles resolveram que era hora de ir pra casa. Jongin os levou e no meio do caminho o botão de desligar do pequeno alfa foi ativado e ele apagou como uma linda pedra. A NASA deveria estudar o motivo de Mingyu ficar ainda mais pesado quando estava dormindo profundamente. Era meio obvio que Kyungsoo não iria carrega-lo elevador acima, deixando a tarefa para o Kim. Jongin o colocou na cama, tento uma enorme dificuldade em tirar aquela roupa dele enquanto o mesmo se recusava a acordar, fazendo barulho de gemidos raivosos quando lhe mandavam abrir os olhos ou tirar o short sozinho. No fim Mingyu dormiu de cueca, porque não dava para colocar um pijama nele. No fim, as coisas acabavam da mesma maneira, com aquela encarada antes de ir embora, um ou dois beijos trocados e um até amanhã Jongin. O ômega estendeu seus braços alcançado o rosto do mais alto e o puxando para baixo para aquele toque tão bem conhecido, podendo saborear o gosto doce daquele beijo, os beijos de Kyungsoo sempre seriam os mais doces de sua vida, o gosto que mais ficara marcado em sua mente e mesmo que seus últimos dias não fossem ao lado daquele ômega, o toque de sua pele jamais seria esquecido. As mãos grandes do alfa percorreram seu corpo, tocando na pele nua de sua coxa, passando a subir lentamente e se meter por baixo dos panos, sentindo cada pedaço de sua pele e como ela era macia, até tocar em sua cintura por baixo daquele vestido e não sentir mais nenhum tecido. — Está sem nada por baixo? O menor baixou seu rosto se sentindo envergonhado, escondendo seu rosto no peito do alfa. — Vestir uma calcinha já era demais. — respondeu, a voz abafada por estar com o rosto colado no Kim. O alfa o abraçou com força pela cintura e assim os dois ficaram por longos segundos, Kyungsoo se sentia envergonhado por ter sido pego sem peças íntimas, enquanto o mais alto se sentia quente com esta informação. O menor se afastou lentamente, voltando a puxa-lo pelo pescoço para que outros beijos pudessem acontecer. Em algum momento o ômega pulou, se agarrando em seu corpo com braços e pernas, os beijos não pararam, mas desciam por seu pescoço enquanto Jongin lentamente o levava para o quarto. Fechando a porta atrás de si, sem parar para passar a chave e torcendo mentalmente para que Mingyu não acordasse. Quando percebeu o que acontecia, Kyungsoo já estava deitado sobre a cama, com os lábios inchados e o corpo febril, encarando fixo nos olhos do alfa de pé diante de si. Gostava do jeito que Jongin o olhava, via desejo ali dentro, mas ao mesmo tempo o Kim jamais o olhou como um mero pedaço de carne. Acima de tudo, havia respeito entre eles, sempre fora mais do que uma vontade de sentir o corpo pequeno colado ao seu, Jongin queria sentir e tocar a alma de Kyungsoo, revirar seus sentimentos e o fazer sentir um prazer além do carnal. Jongin queria se ligar em Kyungsoo de um jeito que ambos nunca tivessem se ligado com mais ninguém. O alfa tirava seus sapatos e meias enquanto o menor o olhava em expectativa. Suas respirações ainda meio rápidas demais, como se ambos quisessem combinar com as batidas do coração. Tirou sua camisa e a largou pelo quarto, desceu seu corpo até estar na altura do ômega, Kyungsoo se arrastava para trás enquanto o Kim o seguia com os olhos fixos aos seus, parando quando sua cabeça ficou próxima aos travesseiros. Jongin baixou mais seu pescoço para capturar seus lábios no beijo mais lento que os dois já tiveram, braços e pernas do Do rodearam o corpo do Kim, o puxando para sentir seu peito contra o seu, enquanto o tecido do vestido ainda os atrapalhava.  As mãos do Kim desciam pelas laterais de seu corpo e puxavam o vestido rosado para cima, deixando suas coxas totalmente nuas para que a pele macia pudesse escorrer por entre os dedos longos do moreno. Suas bocas se desgrudaram, mas rostos ainda estavam perto, sendo ligados por um fio de saliva, o ômega erguera a cabeça para morder o queixo do outro, puxando a pele com força entre os dentes. Kyungsoo gostava de mordidas, quanto de dalas, quanto de recebe-las e isso era algo que Jongin já sabia. Fora para trás, sentando-se na cama e puxando o ômega para que se sentasse também, desta forma podendo tirar de uma vez por todas aquele vestido, por mais que quisesse ver Kyungsoo nele mais uma vez. Descobrira que gostava de ver o ômega em roupas femininas, lembraria de dizer a ele o quão perfeito ficava e o quanto suas curvas eram maravilhosas. — Que injusto você tirar as minhas roupas e eu não poder tirar as suas. — o Do reclamou, deixando um biquinho nos lábios. Jongin mordeu aquele bico, puxando a pele até que ela escorregasse. — Ninguém está te impedindo. O ômega sorriu de um jeito que Jongin nunca tinha visto antes, mas que adorou no mesmo instante, sentindo seu corpo ficar mais quente. Sua pele ardia por onde as mãos do menor passavam, puxando seu short para fora do corpo, adorara o jeito com que os olhos grandes de Kyungsoo se alargaram ainda mais quando o seu p*u saltou para fora da cueca, já liberando seu líquido pré-ejaculatório. O Do jogou as últimas peças de roupa para longe deles, como se não gostasse das mesmas. Engatinhou até estar diante do m****o alheio, agarrando-o pela base e o apertando com certa força, sua boca pequena abocanhou a glande e pelo que seria três ou quatro minutos, Jongin se deixou fechar os olhos e apenas sentir o prazer que Kyungsoo o proporcionava. Com a mente em branco, ele poderia se sentir no céu, seu sangue correndo rápido das veias, seu coração acelerado e sua boca seca necessitando ainda mais dos beijos do ômega. Sentia sede, estava sedento por sentir aquele ômega por dentro. — Jongin... — sentiu o hálito quente do menor contra seu m****o quando ele falou. Seus olhos se abriram e ele conseguiu ver o Do subindo na direção de seu peito, indo até seu ombro e cravando seus dentes finos e afiados. Kyungsoo tinha seu próprio jeito de demonstrar afeto. O ômega se sentou sobre seu abdômen, sorrindo sapeca enquanto o olhava nos olhos. Jongin estava adorando aquele sorriso novo. Empurrava o menor sobre o colchão, virando seu corpo de costas e deixando seu bumbum bem exposto, Kyungsoo tinha uma b***a perfeita, ele diria isso depois apenas para vê-lo ficar vermelho. Abriu suas nádegas com as mãos enquanto esfregava seu m****o na pequena entrada do mesmo, aquilo deixava Kyungsoo ainda mais ansioso e sedento, arrebitando seu traseiro em busca de mais contato, se sentindo frustrado quando o alfa fazia menção de penetra-lo e ainda assim não o fazer. O ômega lubrificava de um jeito vulgar e necessitado, sem vergonha nenhuma de dizer o quanto queria aquilo. Um dos dedos do Kim entrou nele e pretendia ir bem devagar, mas Kyungsoo se forçou para trás, fazendo que entrasse todo de uma vez. — Eu quero mais, alfa, não seja c***l. — reclamara, rebolando contra os dedos alheios, parecia afoito. E o Kim gostava daquilo, gostava de ver o quanto não era o único ali que ardia por dentro, cheiro de vontade de acabar de vez com a falsa castidade que os dois mantiveram por aqueles dias, onde um esperava que o outro desse o primeiro passo, fazendo com que não saíssem do lugar. — Não seja apressado, ômega. — sua voz saiu rouca, lenta, era música para os ouvidos do menor — Você tem camisinha aqui? Se não tiver a gente faz outro filho, sem problemas. O menor riu e se virou para ele. — Tem na gaveta do criado mudo, na última. — Você estava preparado? — Digamos que eu estava esperando isso acontecer. Não fazia questão de esconder, ambos já sabiam que tudo era uma questão de tempo, se conheciam ao ponto de saber que quando um alfa e um ômega trocam mais de três beijos por dia, aquilo acabaria na cama. O Kim desceu para procurar entre as gavetas, as encontrando lá no fundo, praticamente escondidas. Mais tarde descobrira que há dois anos Mingyu encontrou um pacote e encheu todas de água, o Do precisava esconder tudo para que nada constrangedor voltasse a acontecer. Voltou para a cama e ajeitou o corpo de Kyungsoo, deixando um travesseiro abaixo de sua barriga, o menor podia se empinar do jeito que se encaixassem melhor. Kyungsoo estava bem empinado e ansioso, prendera os dedos entre os dentes para não fazer nenhum barulho muito alto, que de alguma forma acordasse seu filho, tudo o que eles menos queriam agora era ser interrompidos. O Do poderia ser bem sincero ao dizer que já dormira com alfas e betas, mas teria que confessar que nenhum deles chegou nem perto de proporcionar o que sentiu quando Jongin entrou dentro de si, lentamente, centímetro por centímetro, com as mãos em sua cintura o empurrando ainda mais para baixo. — Você é tão apertado. — ouvira o alfa dizer, enquanto movia-se de um jeito lento e ao mesmo tempo alucinante. Aquele era o fraco dos ômegas, sentir seus pequenos corpos serem apertados possessivamente e suas peles serem manchadas de vermelho com tamanha força. Era bom, era estupidamente bom ouvir seus arfares e murmúrios, era bom sentir o p*u entrando cada vez mais fundo e o alargando, os tornando apenas um. Era maravilhoso sentir que pertencia a alguém, mesmo que por alguns minutos, longos minutos, prazerosos minutos. Não ligaram mais para o barulho quando o som de seus corpos se chocando passou a ecoar pelo quarto, era bom de se ouvir, faziam com que ambos se sentissem ainda mais quentes e com mais vontade de se entregar um ao outro. Jongin se debruçou sobre ele, alcançando seu ombro e o mordendo, puxando sua pele e a ferindo um pouco, mas de um jeito que deixava o ômega ainda mais entregue. Kyungsoo queria sentir o Kim indo ainda mais fundo, seus joelhos escorregavam pelo colchão, um som quase mudo vibrava em sua garganta quando sentia o alfa ir mais fundo ali dentro, alcançando lugares que sequer haviam sido explorados por outros. Seus dedos se embolavam nos lençóis da cama, os puxando e quase os rasgando com as unhas curtas, porém afiadas. Saiu de dentro dele, fazendo o ômega soltar um gemido insatisfeito, empurrou o travesseiro para o lado e virou o ômega com a barriga para cima, de um jeito meio bruto abriu as apenas do mesmo, se empurrando para dentro dele de uma só vez, fazendo com que o Do soltasse um grito meio surpreso. As unhas curtas rasgavam a pele do alfa enquanto o menor era fodido pelo mesmo, de um jeito que ambos ansiaram aquele tempo todo. Perderam tempo, aquilo já poderia ter acontecido antes, bem antes. Se soubessem o quanto se encaixariam bem, tudo talvez fosse diferente. O ômega passara a morder seu ombro, o alfa mexia apenas os quadris enquanto entrava e saia de dentro do menor, longos minutos se escorreram até sentir o liquido viscoso ser derramado entre os dois, sujando a ambos e também o lençol. Kyungsoo estava extasiado diante do orgasmo, talvez um dos melhores de sua vida, sua entrada se apertava em volta do p*u alheio. Dois ou três minutos depois o alfa chegou em seu limite, deixando que parte de seu peso caísse sobre o ômega. Ainda ficaram agarrados por quase cinco minutos, ambos apreciando o quanto era bom quando seus cheiros se misturavam no ar. Mesmo que não quisesse, Jongin precisava ir embora, escorregou para fora do menor, dando um nó e deixando a camisinha no cesto do banheiro, aproveitou para se limpar do sêmen alheio que já secava em seu abdômen. Quando voltou para o quarto, Kyungsoo ainda estava da mesma forma, encolhido e olhando para o nada. — Nos vemos, amanhã bem cedo, não é? — o ômega perguntou enquanto o Kim se vestia. Era como um pedido mudo para que ele não sumisse, ômegas odiavam quando o alfa ia embora depois da transa, seus lobos se sentiam abandonados. Sua vontade era pedir para que Jongin dormisse ali, mas sabia que seu horário de dormir não era aquele, sabia que o alfa ainda resolveria dezenas de problemas antes de ir para a cama. — Claro, estarei no sofá quando terminar de se arrumar. Kyungsoo sorriu e recebeu um sorriso de volta. Jongin voltou para casa, estranhamente Bom já dormia quando ele chegou, fora em silêncio até seu quarto, precisava de um bom banho e descansar alguns minutos antes de revisar uma pilha de papeis, o relógio já marcava 23h, sabia que quanto mais tempo dedicava a Mingyu e Kyungsoo, menos tempo tinha para seus afazeres, descontando tudo em suas horas de sono, mas não se arrependia disso, ele queria estar com sua família. As roupas de Kyungsoo ainda estavam sobre a cama, não diria que o ômega as deixou ali de propósito. Sentou ao lado das mesmas pegando sua camisa, as roupas de Kyungsoo eram pequenas, assim como ele, gostava do tamanho do ômega, aliás, gostava de tudo nele. Não resistiu em sentir seu cheiro, aspirando o odor que vinha da camisa, descobrira que o cheiro daquele ômega fazia seu sangue ferver e seu coração acelerar de um jeito que nunca acelerara antes.
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