capítulo dezoito

3315 Palavras
30 de julho de 1992: Olho para o lado e vejo que não tinha ninguém, quem eu esperava estar na minha cama? Nos dias em que fiquei na mansão Slytherin, Tom entrava de fininho no meu quarto e deitava ao meu lado, para me ver dormindo. Ele alisava meu rosto com uma ternura que fazia meu coração amolecer a cada carícia. Bato no meu rosto e paro de pensar em bobagens, Tom com ternura? Só se ele estiver matando. Coração amolecido? Só quando eu ter minha vingança. Me levanto da cama e vou até o banheiro para tomar um banho, para ver se esses pensamentos duvidosos saíam da minha cabeça. Retiro o meu pijama e minha calcinha e vou até o chuveiro ligando o mesmo. A corrente de água quente cai na minha cabeça, me fazendo ronronar. Me fazendo deliciar com a água quente que caia no meu corpo, me fazendo desejar ficar para sempre nessa água. Hoje era o dia que eu voltava para casa, voltava para ver meu pai. Estava ansiosa e meu coração só faltava sair pela boca de tão rápido que ele batia quando eu pensava no meu pai. Minhas mãos até tremiam. Desligo o chuveiro e olho para a pia, percebendo que eu não trouxe toalha. _ Burra!- Quase grito e saio do box do banheiro, indo até o meu quarto. Fazendo que meus cabelos que estavam encharcados de água pingasse no chão, o molhando. Pego a minha toalha na cadeira e começo a me secar, fazendo que a quantidade de água que caia no chão diminuísse. Coloco a toalha na cabeça e vou até o armário pegando meu uniforme novo e uma lingerie. Começo a colocar a calcinha branca de renda e o sutiã da mesma cor, coloco a saia e a camisa branca social e pego a gravata, que algumas vezes eu esquecia de colocar. Retiro a toalha dos meus cabelos e pego o pente no banheiro, penteando os meus cabelos com delicadeza ou eles ficariam armados. Penteio eles e faço o feitiço de secagem e começo a escovar meus dentes. Cuspo a espuma que ardia a minha boca, pego um pouco de água e bochecho para sair a espuma restante de minha boca. Saio do banheiro e pego no armário minha meia, me sento na cama e a coloco, pego meu sapato e o ponho. Me levanto e pego a minha mala que estava ao lado da minha cama, olho para os lados e pego a minha varinha em cima da mesa de cabeceira e a coloco na f***a do d***o e saio do quarto. Desço a escada e todos que estavam no salão me olharam e começaram a falar sobre mim. Reviro os olhos e saio do salão indo para o Grande Salão. Mas antes que eu fosse, eu sou chamada por Dumbledore que me olhava aflito, o mesmo estava acompanhado de Snape e sua carranca usual estava em sua face. _ Poderíamos conversar antes de você ir? _ Claro, sempre tenho tempo para o senhor.- Sorrio para ele e o mesmo me retribui o sorriso. Ando atrás deles e subimos a escada que nos levaria para o gabinete. Ele abre a porta e vai para seu lugar costumeiro e eu fecho a porta dando olá para os quadros que me olhavam aflitos e tristes. _ Aconteceu algo?- Me sento na cadeira ao lado de Snape e deixo a minha mala ao meu lado. _ O Lorde marcou uma reunião.- Finjo um calafrio e eles percebem._ Talvez você tenha que ir nessa reunião.- Disse Snape. _ Se é isso que o senhor quer, eu irei fazer.- Digo olhando para Dumbledore._ Sempre irei seguir suas palavras. _ Você precisa ir nessa reunião, isso fará que Tom aprecie sua obediência. Ele é muito controlador e você terá que ter paciência com ele. _ Como eu disse professor, se você quer que eu faça isso, eu farei. E também eu sou obrigada a ir, ele ameaçou a minha família, até mesmo meu pai está nessa ameaça. _ A senhorita é muito filial, gosto disso na senhorita. _ A minha família e amigos é meu ponto fraco.- Não minto._ Sem eles eu não seria ninguém. _ Sabemos disso, o Harry ficou muito abalado quando soube que você foi sequestrada em seu lugar. _ Eu tinha que fazer isso, ele foi atingido por um feitiço e eu tentei me fazer de escudo, mas acabei sendo levada por ele.- Algumas lágrimas caíram no meu rosto._ Eu fiquei com tanto medo.- Soluço, sentindo meus olhos arderem. _ Você chegou muito machucada, pensamos que só acordaria mais tarde, mas você foi forte, valente e corajosa. Estou orgulhoso de você Tessa.- Sorriu Dumbledore. _ Devo ficar feliz, não é? Se eu pudesse nunca mais iria querer ver aquele homem, mas eu vou fazer esse esforço para ajudar nessa guerra que virá. _ Muito bom, eu vou chamar meus amigos.- Snape o olhou._ Temos que reacender as chamas da Ordem da Fênix, precisamos nos unir. _ Está pensando em voltar com a Ordem?- Snape perguntou e eu fiquei confusa. _ Ordem? O que significa? _ A Ordem da Fênix é igual os Comensais, mas em vez de m***r e aniquilar, usamos nossas forças para combater eles.- Dumbledore disse sorrindo e eu sorrio para ele._ Você fará parte da Ordem Tessa, eu sinto que você fará algo grande e eu confio em você. _ Eu aprecio sua confiança, professor. - O olho com lágrimas nos olhos._ Se eu for convidada para a reunião o que devo fazer. _ Ficar sentada, apenas falar na hora que ele lhe dirigir a palavra e ser uma submissa, coisa que você não é.- Snape falou os tópicos._ Ele não te levará para nenhum lugar. _ E se ele me levar? _ Eu não poderei fazer nada para te proteger, nem mesmo seu pai que com certeza vai estar na reunião. _ Eu poderei vê-lo.- Sorrio contente._ Eu não quero que ele me leve para nenhum lugar. _ Tessa, se ele te levar para algum lugar isso significa que ele gostou de você e quer que você vire sua consorte.- Snape falou me olhando e eu fiz uma cara de desgosto. _ Não quero nada com aquele homem, ele não pode me obrigar, ou pode? Não, ele pode sim, ele já está me obrigando a ser uma Comensal.- Deixo algumas lágrimas caírem dos meus olhos._ Se ele gostar de mim, o que faremos? _ Você terá que usar seu corpo para satisfaze-lo.- Eu o olhei assustada, nem mesmo as trevas me pediu para fazer isso. Mas para a luz qualquer coisa valia, se eu fosse aquela menina tola, eu aceitaria. Mas eu não sou mais ela, eu tenho um pouco de orgulho e ele não será esmagado pela luz, nem mesmo pelas trevas. _ Não me olhe assim, até parece que eu estou te sentenciando a morte. _ Mas está, eu não quero usar meu corpo, isso é cúmulo do absurdo para mim. Eu não quero ter relações com aquele homem, nunca.- Digo chorosa._ Eu faço tudo que vocês quiserem mas não vou me deitar com ele. _ Eu entendo sua opinião, mas não podemos prever o que ele vai fazer quando a reunião chegar.- Dumbledore me olhou pelos óculos meia lua._ Temos que estar preparados para tudo, tudo é possível Tessa e estamos em guerra. A melhor forma de vencer é usar todas as coisas que temos em nossas mãos. Se ele começar a confiar em você isso será um passo grande. _ Você quer que eu o mate dormindo?- Eles realmente eram loucos, queriam me ver morta. _ Tudo é possível em uma guerra Tessa, é para o bem maior. _ Eu irei pensar, estamos supondo ainda. Eu tenho que ir, antes que eu perca o trem.- Me levanto pegando a minha mala. _ Pense com cuidado e nós nos vemos em setembro. _ Até lá.- Saio daquele lugar sendo observada por todos, até mesmo pelo Alistair. Desço os degraus e ando até a saída do castelo, eu comeria na mansão, apenas queria chegar no trem e pensar nas coisas absurdas que eu escutei. Se eu fosse aquela menina que sempre colocava a luz em primeiro lugar, eu... Argh. Desço o pequeno morrinho e vejo ao longe o trem chegando, e o apito soou me fazendo tampar os ouvidos. Ele parou na estação e todos começaram a entrar e eu fiquei atrás de um amontoado de pessoas. Eu olhava para todos, tentando ver quem iria morrer na guerra, muitas pessoas que estavam ali morreriam protegendo aquilo que eles acreditavam e eu não os julgava, até mesmo os apoiava. Entro no trem e procuro uma cabine vazia, entro em uma que estava vazia e fecho a porta atrás de mim, colocando a mala na prateleira e me sento. Olho para a janela e alguém bate na porta, entrando na cabine. Era Gemma e seus amigos. _ Queríamos lhe ver, ver se você está bem.- Disse Gemma se sentando na minha frente e seus amigos ao seu lado. _ Eu poderia lhe falar que eu estou bem, mas não estou. Eu só quero a minha casa nesse momento e ficar agarrada a minha mãe. _ E pai.- Disse Cristal e todos as olharam._ Que foi? Eu só falei a verdade, o pai dela deve estar na casa dela. _ O ministério já deve ter ido lá.- Vaisey disse comendo um sapo de chocolate. _ Bom, não viemos aqui para isso. Só queríamos saber se você estava bem, mas eu percebo que não.- Gemma falou sorrindo triste. _ Eu acho que isso só me fez ficar mais forte e acreditar mais na luz. A luz nunca me fez nada.- Apenas me matou. _ Bom, agora não podemos retrucar que as trevas nunca lhe fizeram nada.- Cristal deu de ombros._ Mas eu não queria que ela fizesse isso com você, mesmo você sendo chata as vezes. _ Obrigada pela parte que me toca.- Sorrio triste._ Eu vou ficar bem, só preciso colocar tudo no lugar. _ Certo.- O trem começou a andar e minha mente viajou para outro lugar. Meu coração pulava no peito pelas lembranças de Tom, e eu sabia o que significava isso. Eu não era tão i****a assim, eu estava gostando de Tom, na verdade eu acho que eu sempre gostei dele. Desde que eu cheguei nessa vida eu não paro de pensar nele, fazer coisas para ele. Uma hora isso viraria obsessão, mas virou a pior coisa que eu poderia imaginar. Não virou amor, virou apenas um gostar de menina adolescente, mas eu não era mais adolescente, eu era uma adulta no corpo de uma adolescente. Eles me olharam e sorriram e eu os olhei estranhando o comportamento. _ Você está apaixonada por quem?- Cristal sorriu. _ Eu? Apaixonada? Eu apenas gosto de uma pessoa.- Dou de ombros suspirando. _ Olhos brilhantes, suspiros e sorrisos bobos.- Coloco a mão no rosto e eu estava sorrindo._ Realmente não está apaixonada?- Gemma perguntou. _ Eu apenas gosto, se eu tivesse, eu também não falaria.- Eles me olharam emburrados._ Mas isso não vai pra frente, ele apenas gosta de mim como uma amiga e não algo a mais. _ Ele é da escola?- Perguntaram e eu n**o. _ Ele é mais velho dez anos.- Muito mais que isso, mas eu não poderia falar. _ Ah.- Disseram. _ Seus pais vão concordar com o relacionamento?- Vaisey perguntou. _ Não, eles não querem que eu fique com ele e eu acho que vou seguir a cabeça... _ Não!- Gemma gritou e eu a olhei espantada._ Não faça isso, siga o seu coração, se você quer esse homem, então fique. Você já tem idade o suficiente para saber o que quer e você já vai fazer dezesseis, pra dezessete é um pulo.- Faria dezesseis no dia oito de agosto. _ Ela está certa, Derrick é mais velho, mas eu segui meu coração e estou com ele. Se joga, se não der certo, não era para dar.- O trem apitou e vimos que a estação estava chegando, já deveria ser quatro da tarde e minha barriga reclamava por comida. Me levanto e pego a minha mala dando tchau para eles. Saio da cabine e sigo a multidão e saio do trem vendo Dixy parado me esperando, eu pensei que eu fosse para a mansão Lestrange e não para Slytherin. _ Minha senhorita.- Ele só me chamava de senhorita, o que aconteceu nesses dias que eu passei fora?_ Vamos, o Lorde a espera. _ Ok.- Pego sua mãozinha e saímos daquele lugar. Me encontro no hall de entrada e coloco a mala no chão e vejo algumas pessoas andando por aí. Eram os Comensais. _ Levarei sua mala para seu quarto.- Concordo com a cabeça._ O Lorde a espera no escritório. _ Dixy, você poderia fazer alguma coisa para eu comer? _ Claro, com sua licença.- Ele saiu e eu fui para o escritório. Bato na porta e escuto um entre forte e zangado. Entro no escritório e fecho a porta, indo até o Tom que estava com seus cabelos bagunçados e camisa cinza desabotoada até o terceiro botão. Seus olhos vermelhos corriam a solta por um pergaminho, sua mão escrevia algo com força e urgência e seus braços fortes fazia que minha respiração ficasse presa na garganta. Me sentei na cadeira e fiquei o olhando, esperando que ele me olhasse com o mesmo fogo que eu sempre via em seus olhos. _ Me diga o quer e vá, tenho um compromisso a tarde.- Ele realmente estava irritado. _ Bom, se é assim eu vou embora.- Digo me levantando e ele me olha com seus olhos faiscando de algo desconhecido por mim. _ Tessa.- Sussurrou meu nome me fazendo ter calafrios. _ Sim?- Me sento na cadeira para me recompor. _ Achei que chegaria mais tarde, como foi a escola?- Perguntou largando seus afazeres. _ Eu tive uma pequena discussão com Dumbledore, o mesmo me pediu para que eu fosse uma agente dupla, eu aceitei, mas ele me disse algo que me deixou muito aborrecida. _ Que seria?- Perguntou curioso e sorrindo de lado. _ Ele me disse que se você gostasse de mim era para usar meu corpo e te m***r dormindo.- Sorri de lado e ele apenas sorriu._ Eu não teria a capacidade de sair ilesa nessa situação, você me mataria. _ Que bom que você não é burra.- Reviro os olhos e ele se levanta, vindo até mim. Ele se sentou na quina da mesa e deslizou seus dedos pelo meu rosto e eu senti frio pelos seus dedos gelados e sujos de tinta. _ Sentiu saudades?- Me perguntou. _ Ficamos separados por cinco dias, não tem como sentir saudades apenas com isso.- Ele apenas sorriu e me puxou para cima e segurou a minha cintura._ Senhor, por favor acabei de chegar, não comece a usar seu charme para me impressionar. _ Eu senti, senti saudades de suas palavras ácidas, de seus lábios que tem gosto de cereja, do seu gosto, de sua voz.- Beijou o canto dos meus lábios. _ Eu estou com fome, depois temos que fazer compras e ir em Gringotts. _ Nem mesmo um beijinho?- Disse rente a minha boca e eu o paro com a minha mão._ Tessa!- Falou chocado. _ Tom.- Sorrio saindo de seu perto._ Já estou sendo obrigada a ficar nessa casa, então não me faça ficar com raiva. Estou com fome, estou indo comer. _ Eu lhe acompanho.- Ele estava diferente, o que deu nele?_ Posso?- Ele ofereceu o braço e eu o pego. E fomos até a sala de jantar e tinha alguns Comensais por ali, principalmente Bella e meu pai. Papai me olhou e ele estava bravo, seus olhos faíscavam raiva e eu engulo em seco. Eu deveria conversar com ele depois. A saudades que eu sentia dele sumiu e o nervosismo tomou conta do meu corpo, me impedindo de falar com meu pai. Tia Bella me olhou e se levantou saindo da mesa. Pelo menos ela não queria me m***r. Me sento perto da cabeceira da mesa e Tom se senta no seu lugar costumeiro. E Dixy apareceu ao meu lado trazendo um prato que estava com um cheiro maravilhoso. Tom apenas me olhava e eu comia a comida e meu estômago agradecia. Bebo um pouco de suco e limpo a minha boca, saindo da mesa e Tom me olhou sem saber o que fazer. Vou até o segundo andar e entro no quarto que eu fiquei mas estava trancado. _ Dixy?- Chamo o elfo e o mesmo aparece no meu lado. _ Sim? _ Porque o meu quarto está trancado? _ Seu quarto mudou, minha senhorita. Por favor me acompanhe.- E eu o sigo indo até a porta do quarto de Tom, ele não fez isso ou fez?_ Seu quarto senhorita. _ Dixy, esse é o quarto de Tom... _ Agora também é seu.- Disse abrindo a porta e me mostrando o interior. Depois tinha que conversar com Tom, ele estava estranho. Ele não era assim e isso complicava cada vez mais meus sentimentos. Entro no quarto e vou até o banheiro para escovar os dentes. Escovo eles e vou até o closet, todas as minhas roupas estavam ali, vou até a minha parte do closet e pego um vestido branco florido de alças finas. Começo a retirar meu uniforme e eu escuto alguém entrar no closet, olho para trás e vejo Tom apreciando a vista, eu estava apenas com meias, calcinha e sutiã. _ Cada dia que passa você fica mais gostosa.- Disse sorrindo e veio até a mim apertando uma gordurinha na minha barriga._ Fofo. _ Idiota.- Pego o vestido e tento colocá-lo mas Tom me impede. Ele começou a beijar meu pescoço e calafrios involuntários deixavam meu corpo e aquilo tirou toda a minha concentração. Me viro e eu o beijo, seus lábios continuavam com gosto de chocolate amargo, sua língua com gosto de menta refrescava o beijo e me fazia deseja-lo ainda mais. Meu coração pulava dentro do peito e me fazia perder as estribeiras. _ Sua boca continua com gosto de cereja e você continua se arrepiando quando me beija.- Falou alisando meu rosto. Ele beijou meus lábios os mordiscando levemente, me fazendo abrir a boca. Sua língua adentrou na minha boca me fazendo deliciar novamente com seu gosto, ele mordia minha língua e aproximo mais nossos corpos. Ele me pega no colo e coloca em cima da cômoda, abro minhas pernas para que ele ficasse entre elas. Ele mordiscava meu pescoço e me fazia gemer baixinho em seu ouvido. O fogo que nós tínhamos era algo descomunal. Começava bem brando, começava com o meu coração pulando, minha boca ficando seca e depois quando ele me beijava o fogo aumentava, quase como se fosse um incêndio que apenas ele teria a capacidade de apagar. Quando ele parava de me beijar o fogo diminua mas não cessava. _ Sentiu saudades?- Perguntou novamente no pé do meu ouvido com sua voz rouca e sedutora. _ Não me leve a m*l Tom, mas ficamos cinco dias sem se ver.- Sorrio mordendo sua orelha._ Senti, senti saudades do seu toque, de sua boca, de seu aperto no meu quadril. Eu senti. Pego seu rosto e vejo os olhos vermelhos deslumbrantes que estavam dilatados. _ Sabia.- Sorriu encantadoramente. _ Não se acostume, temos que ir na rua, temos que ir no Caspra.- Digo batendo no seu ombro._ Ou você quer me deixar ir sozinha no Beco Diagonal? _ Vamos, vou colocar o sapato.- Ele me tirou de cima da cômoda e me colocou no chão e pegou um sapato. Retiro as meias e coloco o vestido e pego um salto alto baixo e coloco. Olho para Tom e o mesmo me esperava com o braço estendido. Até parecíamos casados. Que pensamento i****a.
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