O olhar de Drakkar travou no meu por um instante antes de deslizar devagar até a minha boca. A respiração dele estava quente contra minha pele, e próxima… próxima demais. “Não tem graça ser seu inimigo se você não puder me matar,” respondeu. Meu corpo reagiu antes da minha razão… um arrepio subiu pela espinha, mas me forcei a dar um passo frente, quebrando a pressão do corpo dele contra o meu. “Você me sujou.” Passei as mãos pela camisola, limpando o suor e o sangue seco que ainda queimavam na minha pele. O gesto foi rápido, mas não o bastante para esconder o calor que me subiu ao rosto, nem a forma como os olhos dele continuaram me seguindo. “O que estava fazendo fora do seu quarto?” ele ergueu a sobrancelha, a voz mais curiosa do que acusatória. “Eu ia até a cozinha pegar um copo de

