Enquanto era noite nas terras baixas, as terras altas onde ficava o quarto reino os três sóis transbordava luz para mais um torneio entre os filhos do rei.
Adele Narrando:
A rainha tinha seus filhos como negócios, aquela mulher nunca consegui amar nenhum dos cinco, o primeiro era Edmund, depois vinha Ian, Gerralt, Rufs e Sibele. Mas, o rei tinha seu preferido o primogênito o único filho que teve com a mulher que ele mais amou, Estevão era imparcial e indiferente enquanto a mim.
Afinal Ian nunca seria rei, era o terceiro na linha de sucessão. Ele não era muito amigável, mas ela tolerante com os filhos. Toda o povo o admirava pela sua compaixão, assim como todos da corte. Mas, havia aqueles o qual o considerava um fraco, a própria rainha por exemplo.
No alvorecer do dia, no instante que os raios do sol perturbarem meu sono. Acordei com os primeiros raios de sol, encarei a colina verde que crescia entre musgo da floresta e as belas árvores coloridas, passarinhos cantavam no som estridente.
Ian estava tão sonolento que não quis acordando-lo, beijei sua bochecha, seu peito peludo subia em descia em respirações alternadamente fortes e lentas, parecia em paz.
— Eu adoro quando pego você olhando para mim.
Eu estava me perguntando quando esse preguiçoso iria acordar.
— Há daqui a pouquinho. — Ele falou voltando a fechar os olhos. — Preciso, preciso ver como está nossa filha.
Ele agarrou a minha cintura. — Tenho certeza que ela está bem.
Eu rir. — Preciso ir.
Suas mãos envolvendo-me a cintura, fazendo-me aconchegar entre seu corpo. Fechei os olhos estando em paz, ouço ele. Dar um suspiro profundo, espreguiçando-me enquanto viro meu corpo ao seu. Sentir suas mãos, alisarem o meu rosto enquanto sorriso. Depositando minha cabeça sobre suas mãos, passando-as levemente enquanto peço o beijo.
Uma borboleta voou sobre o quarto entrando pela janela quebrada, quando isso acontecia eu pensava que era uma forma de dizer que meu irmão estava bem, eu suspirei ignorando os pedidos manhoso de Ian para que eu continuasse na cama.
Me levantei sorrindo. Agradecendo a Laos mais um dia e implorando para que Zion estivesse realmente bem, vesti um capuz por cima da camisola, saí do quarto e virei o corredor até o quarto ao lado do meu, onde dormiam Hernan e Cecilia.
Me assuste ao encontrar Sabrina esposa do filho mais velho do rei balançando o berço dela, meu coração desacelerou velozmente, me assustei por que não esperava que tivesse alguém ali nem que a porta fosse tão fácil de abrir, quando me aproximei pude ver que Ceci sorria para ela embalada pela música.
Me assuste ao encontrar Sabrina esposa do filho mais velho do rei balançando o berço dela, meu coração desacelerou velozmente, me assustei por que não esperava que tivesse alguém ali nem que a porta fosse tão fácil de abrir, quando me aproximei pu...
— Perdão, achei que estivesse dormindo. — Disse de forma doce, eu assenti com a cabeça.
— E eu estava. Só vim vê-lo e prepara-los para hoje.
Eu sorrir, sempre evitava conversar com quem quer que fosse da corte não era ignorante nem grossa mas não puxava assunto, não dava motivos para que precisassem de mim agia como invisível.
Entretendo, eu tinha uma amiga. Sabrina passava o mesmo que eu, por ser casada com o filho do primeiro casamento do rei a rainha a odiava, ainda mais que depois de anos, Sabrina não conseguia ter filhos.
Peguei minha filha nos braços me perguntando se existia amor maior que aquele, eu a amava tanto. Ela sorriu para mim, depois mexeu as mãozinhas pequenas, eu abracei a alinhando em meu peito.
— Ela é linda! — Ela colocou um pouco de seus cabelos castanhos escuros atrás da orelha. — Sabe, quando vim para cá, Hernan tinha três anos. Me surpreendi quando as criadas me disse que você era quem o dava banho, o vestia e cuidava dele.
— Eu gosto de passar o maior tempo possível com eles, fora que a rainha não deixa que os criados me sirvam. — Andei até a cama de Hernan que dormia todo esparramado, o balancei chamando baixinho, ele se espreguiçou, acordando.
— Será que um dia eu terei um meu?
— Terá é claro que terá!
— As vezes acho que Natan se cansará de mim um dia, quando minha beleza e juventude acabarem.
— Nathan, ama você querida.
Seus olhos arregalados e suas mãos juntas pareciam como de alguém que precisava ser ouvida, então deixei que uma das poucas criadas que sempre perguntavam se eu precisava de alguma coisa dar banho em Hernan e Cecilia ficamos conversando enquanto ela falava podia senti seu nervosismo e pressa.
— Queria, laos tem o tempo certo para tudo. Tenho certeza que a deusa Shay estará lhe trazendo um bebe.
Ela sorriu. — Eu espero que logo, agora vá se arrumar para a competição. — Ela se levantou da cadeira que ficava perto do cestos, revirando os olhos. — Espero que não dure tanto tempo, ninguém aguenta Edmund se gabando por ter ganho mais vezes.
Eu concordei, Edmund era um poço de orgulho e arrogância uma copia da mãe. Eu prontamente me preparando para o torneio. Como eu tinha uma hora livre eu passei no meu lugar preferido, a biblioteca.
Foi aqui que eu percebi o quanto de histórias existia em nosso mundo, lendas, feitiços, e todas as criaturas que poderiam existir
Foi aqui que eu percebi o quanto de histórias existia em nosso mundo, lendas, feitiços, e todas as criaturas que poderiam existir. Aqui pude perceber que em Florença algo era escondido de nosso conhecimento, era tirado de nós sem nem sabermos.
Depois de ler fui até meu quarto, precisamente até minha penteadeira para ajeitar meus cabelos ondulados. Pus flores em meu cabelo, penteando-o em uma trança para trás.
O torneio era entre os homens do reino era algo amigável entre as cortes, algo pra sair do tédio eu diria. Todos os filhos do rei participavam e sempre ficavam nas finais, o vencedor ganhava seu peso em ouro, não que algum deles precisassem, claro!
Ás vezes quando Ian ganhava nós destruíamos secretamente com os pobres, sem em segredo. A rainha não gostava de ver seu ouro ou nada que ela tocou sendo dividido com os pobres, andei pelos corredores do palácio minha barriga roncou ao sentir o cheiro na pontinha do nariz de carneiro e bode assando perto da cozinha.
Quando eu o vi, a face do m*l. Um dos enchantrizes entre as milhares de pessoas no terraço em frente a arena ele conversava com a rainha, eu me escondi por de trás de um dos viga do palácio, suspirei. Será que ele me viu?
Um enchantiz é dos componente do exercito de Safiro e aquele em particular tinha um tapa olho, me lembro muito bem quem fez aquilo e que ele também se lembraria.
— O que está fazendo? — Sibele me assustou olhando-me com aqueles enormes olhos violeta, seu vestido amarelo parecia brilhar mais que os três sóis sobre sua pele n***a, eu coloquei a mão na boca segurando o grito do susto que sua presença ali havia me causado.
— Q-quem é aquele homem conversando com sua mãe?
Sibele olhou. — Oh, eu não sei. Sabe que minha mãe não compartilha nada comigo. — Ela juntou as sobrancelhas franzindo a testa. — Você está bem?
— P-preciso falar c-com Ian você o viu? — Minha voz soou embragada, minhas unhas gravaram no gesso, eu me concentrei nas vozes das pessoas que soavam sobre o salão estéril do palacio.
— Sim, eu o vi no estábulo perto dos cavalos. Quer que eu o chame?
— N-não, não eu mesma vou lá.
Procuro parecer normal, mesmo com o meu mundo preste a explodir. Pedir o ar, um, dois, três, respira. Um, dois, três, respira... Desci as escadas cruzando novamente com o cheiro da cozinha mais não sentia mais fome, minha barriga não roncou e sim se revirou em angustia e medo.
Fechei os olhos quando meu rosto foi atingindo pelo os sóis. O relinchar dos cavalos ressoou em meus ouvidos, avistei Ian com Nathan e Rufus que tinha pendurado em sua corcunda Hernan que ria com o tio. Eu me aproximei interrompendo a conversa.
Ian se afastou deles vindo até mim, com um sorriso largo em seus lábios finos mostrando seus dentes branquinhos, ele passou a mão na sua nuca branquinha. Mas, eu não conseguia sorrir de volta.
— O que houve? Não está com uma cara boa.
— Eu vi um dos homens Safiro, ele está por aqui e o pior com sua mãe. — Puxo ar de novo, nervosa. — Eu, eu não sei o que pensar, o que fazer perto dele, será que ele me reconheceria? — Levantei a mão esquerda, batendo-a em minha minha testa. É claro que reconheceria, eu tinha treze anos na época não que eu tenha mudado tanto.
— Você tem certeza disso? — Seus olhos cintilaram de preocupação, olhei para Hernan quando assenti com a cabeça. — Fique longe dele, vou tentar saber o que ele faz aqui, e o por que minha estava conversando com ele.
Edmund passou por nós com já com armadura, seu ar desumilde e sua expressão como se nada nunca fosse bom o suficiente pra ele, como se ninguém fosse digno de seu olhar.
— Edmund! — Exclamei baixo. — Se tem alguém que sabe o que ele faz aqui e como conhece sua mãe, é ele.
— Tem razão! Eu irei falar com ele, prometo. — Ele colocou uma mecha do meu cabelo atrás da orelha, encostando sua testa na minha. — Vai ficar tudo bem ok? Fique bem longe dele e perto de Sabrina está bem?
— Eu acho melhor eu ficar no quarto. — Comprimi meus lábios com medo.
Os olhos azuis dele encaram os meus sobre os sol, eu tremia, sua mão entrelaçou na minha. — Ele não fará nada com você, ninguém a levara de mim eu prometo.
Eu suava de nervoso na sombra embaixo da arquibancada na área onde ficava as mulheres dos filhos do rei, Sabrina tomava suco ao meu lado tagarelando sobre tecidos e tear, eu só concordava, ele estava perto da rainha e do rei ficava a minha frente.
Mas, ele não me olhava e eu esquivava, se eu chorasse todas perguntariam o que era. De repente o jogos estavam preste a começar, senti o cabelo grudar na minha testa, por laos eu estavam com tanto medo, medo de perder tudo, medo pelos meus filhos, as lembranças me pegaram de surpresa.
O rei levantou com ajuda de um dos criados pois eram gordo demais para se levantar sozinho colocando uma uva em sua boca, fez um discurso breve desejando sorte a todos. A rainha também se levantou, com certo ar de imponência.
— Eu também gostaria de falar algumas coisas antes que comece o torneio eu queria revelar algo...Há alguém entre nós que diz ser quem não é... — Meu coração foi no chão, ela girou no dedo um dos vários anéis que usava e olhou para mim, todos ficaram em silêncio. — Não é mesmo Jussara?
Um som uníssono surgiu da plateia, todos os olhos arregalados estavam em mim
— Mas o que é isso, Minerva? O que pensa está fazendo? — Ele franziu a testa. — Sente-se agora.
O rei ordenou alto parecia bravo, quando os cavalheiros entraram na arena, uns doze eu presumi estava muito nervosa para raciocinar matematicamente. Ian não estava entre eles, um dos servos particulares da rainha veio até mim e se aproximou dizendo que era para eu acompanha-lo.
— O que está acontecendo, minha amiga? — Sabrina perguntou, meu ouvido zumbiu meu coralão bateu rápido. Peguei na mão de Hernan, me levantei todos ainda me olhavam.
— Guardas, pegue ela! — A Rainha gritou do outro lado da arena. Meu peito subiu em respirações rápidas, quando o rei se virou a rainha tirou uma adaga de prata e o esfaqueou, aquilo era um motin.
Aquele enchatiz tinha suas unidas como em torre, ele sorriu vendo a cena todos exclamaram chocados. Olhei para os lados, as pessoas começaram a correr quando os soldados matavam um por um dos apoiadores do rei, eu apertei a mão de Hernan que gritou por colo, então uma mão pegou em meu ombro.
— Venha, por aqui, logo. — Ela a voz de Nathan, eu me desapontei. Onde estava Ian? Me apressei sobre as escadas improvisadas que tinha a arquibancada de madeira que balançavam, Cecilia começou a chorar acordada pelos gritos do que morriam e dos que lutavam.
Sabrina corria ao meu lado, então ela parou me olhou com terror nos olhos, uma flecha havia a acertado ela, ela gemeu de dor. Nathan parou de corre e se pôs perto dela, eu chorei sentido-me indefesa e eu odiava. Seu vestido rosa foi tomado pelo sangue que jorro de seu peito, eu gritei seu nome, ela ficou de joelho caindo já sem vida.
Em meu a correria nos corredores, eu caí com Cecilia nos braços, ouvindo o som das minhas costas baqueando contra o chão. Me levantou velozmente,
— Nathan, precisamos ir.
Seus olhos estavam carregados de lágrimas, com impacto. Eu não sentia nada apenas queria sair dali e processar tudo. Não era minha primeira vez naquele tipo de situação, Cecilia berrava em meu colo. Ele se levantou do canto, foi em minha frente, me misturei nas pessoas como ele mandou.
Corremos até a costa, estava sem folego paramos na frente do enorme palácio ficava o mar, Ian estava em um pequeno navio nos esperando, ergueu suas mão me trazendo para o barco.
Nathan ergue a espada podem ir, eu tenho contas a acertar, veias de raiva saltavam de seu pescoço.
— Não, você não é filho dela. Ela irá matá-lo se ficar aí. — Ian disse nervoso.
Ele desenrolar a corda presa, Ian gritou os guardas nos alcançaram. Seus arcos subiram na altura dos ombros, eu reconhecia as pontas de outro, eram do exercito de Safiro, só ouro matavam um Dayone.
Eu segurei firme Cecilia em meus braços girando quando as flechas vieram Ian ergueu um pequeno escudo, ouvi um som de engasgue quando olhei para o lado, era Hernan engasgando em se u próprio sangue, seu corpinho pequeno caiu para trás, uma flecha havia atingindo sua garganta, ele fechou os olhos. Quando olhei ouvindo o choro de Cecilia para ela também tinha sido atingida, eu me enfureci.
Não tínhamos como nos defender daquela chuva de flechas, metade do meu coração morreu junto com ele, eu gritei.
—Não, não! Vocês não.
O vento soprou nas velas rasgadas do pequeno navio atingido por flechas, Ian chorava ao meu lado o navio foi se afastando da costa, eu senti meu corpo eletrizar de raiva. Eu não iria sair dali daquele jeito.
Todos esses anos negando quem eu era, mas agora basta! Eu já superei coisa demais para permitir que alguém me chame de fraca, eu iria revidar. Entrei em contanto com algo dentro de mim que eu não conseguia controlar, meus olhos ficaram azuis brilhantes, eu era uma Dayone de água por mais que passasse anos sem páticar, eu estava cercada por ela.
De repente me levantei entregando Cecilia para Ian, os céus ficaram escuros. Muitos escuros mesmo, eu emergir entre as nuvens.
Era eu, eu não lembrava mais como era controlar a água, mas deixei meu poder agir
Era eu, eu não lembrava mais como era controlar a água, mas deixei meu poder agir. Levantei o mar em minha frente junto com trovoes e raios no palácios.
Levantei o mar em minha frente junto com trovoes e raios no palácios
As ondas começaram a se moveram formando uma só caminhando até o palácio, eu senti meu nariz sangrar por está manipulando tanto poder, ergui as mãos controlando para frente levando um tsunami até o palácio
As ondas começaram a se moveram formando uma só caminhando até o palácio, eu senti meu nariz sangrar por está manipulando tanto poder, ergui as mãos controlando para frente levando um tsunami até o palácio.
Me senti fraca, eu senti-me cair do céu, sem forças, meus ossos doem. Não conseguia por em palavras a dor que eu senti, era anestesiante, impactantimente forte, como se tivessem tirado eu mesma de mim. O quer que aquilo fosse, ainda não seria minha vingança.
O quer que aquilo fosse, ainda não seria minha vingança.