hoon letreiro antigo com o nome the Wolf's, indicava que ali era o lugar que estava buscando. O letreiro brilhava desordenadamente, algumas letras falhavam. E formavam alguns nomes engraçados.-É aqui.-Você realmente acha que vai conseguir se aliar aos lobos assim tão fácil? hoon, não sei se você se lembra mas você continua sendo um vampiro. -Eu preciso. Eles vão achar alguma solução para a verbena. Se eles só não estivessem com ele. Mas ele passa o dia todo junto com aquele Niki... Eu odiava o fato de ter outro sanguessuga perto do que era meu. - Nós tínhamos o fator surpresa, mas você escolheu atacar do nada... Se você não tivesse se precipitado, poderíamos atacar o alvo quando ele estivesse sozinho. -A gente não ganharia do Niki nem se a verbena afetasse ele. -O que você quer dizer? A gente derrubou um pilar, tecnicamente as forças deles são equivalentes. -Maria, só por causa da habilidade especial dele. Mesmo que você seja uma super alquimista, você não tem sangue de bruxa... E contra ele... Simplesmente não dá. Mesmo durante nosso treinamento, mesmo quando ele se segurava, eu nunca consegui sequer fazê-lo sequer me levar a sério. Eles tem mais experiência, e são muito mais fortes. Só não me pegaram, pela minha habilidade única, metamorfose. - E por isso precisamos deles... Maria era um alquimista que tentava fazia pedras filosofais usando almas humanas, por isso a gente se aliou. -Quando a gente entrar, não fale nada, e principalmente não faça nada. O bar por dentro era como qualquer um, uma mesa de sinuca, um balcão, bebidas e é claro, muitos motoqueiros e arruaceiros. Eu me aproximava do balcão, enquanto recebia olhares, eles ainda não sabem que eu sou um vampiro. Se não eu já havia sido morto. -O que vai ser? O Bar Men, me olhava como se suspeitasse de algo. -Eu quero falar com o Max. -Desculpe, O chefe tá ocupado. Eu olhei para Maria dando um pequeno sinal com a cabeça. Ela colocou no balcão uma maleta. -Isso é o suficiente? Eu apontava para a maleta contendo 1 milhão de dólares. -Espere aí, eu vou falar com o chefe. É por conta da casa. Ele serviu duas doses de whisky e saiu por uma porta atrás do balcão. -O sangue dele é tão diferente assim? Maria estava sentada no bar de frente ao bar e me olhava com uma cara indiferente. -Quer dizer, meu sangue, o sangue dele ... Continua sendo sangue humano. -Você não ia entender, e eu também estou zero afim de explicar. Um cara se levanta da mesa, e ia se aproximando de nós. -Ele descobriu? -O fato de eu estar com a minha cabeça no pescoço indica o contrário. Eu ri fraco. -Olá, vocês dois são novos por aqui né?! Ele era alto, tinha a pele morena e olhos verde amarelados. Características comuns... Um típico lobisomem. -Chegamos na cidade esta semana. -Hm, entendi... Os olhos dele olhavam para Maria com pura luxúria e fervor. -Qual seu nome? Ele se aproximou e pegou uma mecha de cabelo verde. Maria odiava que a tocassem. - Dar pra tirar a mão de mim? - Haha, me desculpe aí, não sabia que a gatinha era sensível ao toque. -Você podia parar de ser sarcástico, antes que eu tire esse seu sorrisinho i****a dessa m***a que você chama de cara. Maria puxou um frasco de algo que parecia um perfume, rapidamente cheirou e seus olhos de castanhos passaram a ser amarelos. Uma poção de força. Como uma alquimista ela havia se especializado em poções, mas como ela não tinha sangue de bruxa seus efeitos eram temporários. Agora ninguém podia para-la. - A gatinha também é brava? Ela se aproximou lentamente e simplesmente deu um soco no maxilar dele. Em choque, seus olhos piscavam sem parar. Como se ainda não tivesse entendido a sua própria situação, ele ainda divagava. -haha, você está mexendo com o cara errado, gatinha. Ela acertou outro. Ele cuspiu sangue, e um dente. -Não costumo bater em mulheres. -Acho melhor você mudar de idéia. Ela o acertou com um chute no pescoço o derrubando no chão. -O que está havendo aqui? O bar Man olhava para a "bagunça" incrédulo. Maria se aproximou dele, colocou sua mão na cintura e fez uma cara super ingênua. -Ser mulher nesse mundo machista não é fácil. -Err... O chefe está te esperando, por favor me sigam. Nós o seguimos por um corredor longo, que dava para um outro local parecido com uma boate para pessoas extremamente ricas. Em uma das mesas, num canto isolado emanando uma aura sinistra, estava ele. Max, o alfa que liderava o clã dos lobisomens na atualidade.